segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tributar as Igrejas, sim ou não?



Se depender de mim a resposta é simples: pra quê? Para coletar mais dinheiro para o estado doar aos Eikes Batistas, Marcelos Odebrechts e Joesleys da vida?

Se tem uma coisa que me choca no brasileiro - esse palhaço que entrega 5 meses de trabalho por ano ao governo - é a sua defesa quase unânime da arrecadação, na forma de condenar quem foge dela e/ou exigir a tributação de quem é isento.

É como pular numa água cheia de tubarões e ao invés de fugir das dentadas reivindicar que mais pessoas sejam atiradas ali.

Fugir dos impostos no Brasil é um ato patriótico. Os republicanos da era Reagan diziam "starve the beast", ou seja, mate o monstro de fome, e veja que o "monstro" americano pelo menos oferece o que morde de volta em forma de serviços.

O monstro brasileiro devora tudo e devolve aos seus provedores apenas os próprios excrementos. Ou você acredita mesmo que com MAIS dinheiro Brasília e demais capitais passariam a oferecer serviços um pouco melhores para a macacada ao invés de dar MAIS de mamar para Sarneys, Renans Calheiros, Rodrigos Maias, Lulas e o resto das famiglias?

O Rio, lugar onde se pagam impostos imorais e a vida custa uma fortuna, não passa de uma favela gigante cercada por água podre por todos os lados. O Rio, como os cariocas adoram dizer, é mesmo o retrato do Brasil. Ruim, corrupto e caro.

Logo, tributar Igrejas por quê? Para sobrar menos para as que mantém obras sociais que certamente não seriam absorvidas pelos coletores de impostos?

O dinheiro doado por fiéis já foi mordido pelo IR, ISS, ICMS, PIS, Cofins, etc., etc., etc. Tributar a Igreja seria tributar duas vezes quem doa e já pagou imposto. 

Que tara de molhar as calças é essa de vocês com o estado?

Por isso o país tem duas soluções: a sonegação justa em massa ou uma reforma que tire do lombo de quem produz o peso dos parasitas que infestam todos, literalmente todos os poderes.

Ao invés de mandar o boleto de arrecadação para o padre ou o pastor, aja para que mandem menos boletos para você. 

Fuja do tubarão.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A agenda da esquerda para a sua vida

O programa Pânico lançou um novo quadro que mostra aquele personagem do filme "Cidade de Deus", o Zé Pequeno, como o "Zé Pequeno do Consumidor", onde o personagem intervém em situações obviamente forjadas aos berros e palavrões, geralmente intimidando algum dos envolvidos, provavelmente um figurante contratado.
Uma cena da última semana mostra dois apresentadores acompanhando as ações do tal Zé Pequeno enquanto este xinga e bota pra correr homens que praticam "assédio" contra uma modelo em roupas de academia.

As cenas em si são absurdas para quem não acredita realmente que homens começam elogiando uma moça numa padaria e em três minutos a estão puxando pelo braço como se estivessem num trio elétrico de Salvador, mas o programa tenta passar exatamente essa imagem: que um elogio ou cantada são apenas o primeiro passo para uma abordagem física agressiva.
Em outra cena a moça passeia pela praia, um rapaz fala alguma coisa e logo em seguida a toca no braço. Os apresentadores prontamente comentam, como se estivessem chocados, algo mais ou menos assim:
- Olha, ele tocou nela!
- Jamais deve se tocar em uma mulher.
- Olha, mano, ele tá falando com a mina na padaria!
- Puta cara sem noção, meu.
E segue o quatro com situações sempre bem parecidas.
Não sei se vocês já perceberam, mas esse programa Pânico é mestre em enfiar agenda esquerdista no meio de esquetes cheias de palavrões para PARECER aos incautos algo politicamente incorreto, como se apenas xingar e fazer escatologias fosse sinônimo de politicamente incorreto.
Mas o pior nem é isso, é que, por certo, não é legal sair por aí agarrando moças pelo braço, mas quantas cenas dessas você presencia por dia? Por semana? Por mês? Não é o usual de aproximações entre homens e mulheres esse tipo de abordagem.
Mas você forçar uma barra e liberar uma histeria coletiva onde um "me dá seu WhatsApp?" equivale a um "ou dá ou desce" é de uma canalhice que só mesmo as mentes doentias da esquerda podem conceber.
No fim, com a desculpa de definir praticamente TUDO como "abuso" ou "assédio", ainda vão criminalizar as relações heterossexuais.
Exagero? Aguarde no local.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O que é abuso e o que não é

O brasileiro - vamos usar a entidade coletiva apesar de eu detestar isso - resolveu combater o que chama de "relacionamento abusivo". As aspas são necessárias porque o brasileiro não decidiu só combater o que chama de "relacionamento abusivo", mas também determinar o que é isso.
Um reality show acompanhado pelo típico brasileiro médio jogou o assunto de vez nas "redes sociais", essa praça com a estátua de um lacre (pesquise "lacração" no Google) gigantesco no meio.
Não quero jamais dizer que tal coisa não existe. Qualquer relacionamento no qual um dos parceiros atrapalha as relações pessoais do outro, a vida profissional do outro, as ligações familiares do outro, a escolha do que o outro vai vestir e por aí vai, muitas vezes de forma violenta, sim, é abusivo.
Mas discordar um do outro, ficar de mal, sem se falar, dizer coisas que se arrepende depois, gritar no meio de uma briga, falar palavrões ou coisas assim - sem chutes, socos ou pauladas, que fique bem claro - não é um relacionamento abusivo, é um relacionamento normal.
Parece que a militância lacradora tão moderna, prafrentex e contra a família tradicional anda querendo um conto de fadas daqueles com direito a príncipe, princesa e um felizes para sempre ao som de trombetas.
Tenho visto gente por aí descrever relacionamentos como abusivos onde: o cara não gosta do mesmo estilo de música que ela, olha para outra na rua, vai muito para a Igreja e ela é atéia, ele elogia o Bolsonaro e ela vota no Freixo, ele disse que uma roupa é feia, ele não quis sair com os amigos dela, ele, oh, gritou!
Notem também que é sempre "ele" como se nenhuma mulher tivesse a capacidade de ser agressiva, intolerante, violenta ou abusiva.
Finalizando, chegamos ou em breve chegaremos ao ponto onde se dirigir à uma mulher sem pedir desculpas antes pelos "privilégios" será abuso, assédio, estupro e caso de polícia.
O que, convenhamos, é caso de psiquiatria.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A incoerência do Ocidente

Em pleno Domingo de Ramos cristãos sofreram atentados no Egito que deixaram dezenas de mortos. Muçulmanos assumiram a autoria do atentado e já sabem o que vai acontecer por causa disso: nada.
No Irã pela primeira vez mulheres poderão participar da maratona de Teerã, ainda que o jornal The Independent conte que a cada momento as regras para elas mudam e que, veja que coisa, serão obrigadas a disputar a competição num circuito indoor, já que na cultura muçulmana mulheres e gado não são muito diferentes.
Dois episódios distintos que mostram primeiro o caráter degenerado e autoritário de muitos dos seguidores de Maomé e a pusilanimidade e auto-destruição que tomaram conta do ocidente.
Não se vê nenhuma marcha pelos direitos das mulheres em favor das suas "manas" oprimidas de verdade no Irã. Não se chama uma cultura que exige que a mulher mostre quatro testemunhas masculinas para provar que foi molestada ou que pune como adúltera uma mulher casada e abusada sexualmente por outro homem de "cultura do estupro".
Não se verte uma lágrima pelos cristãos perseguidos, desalojados, assaltados, torturados e mortos por muçulmanos na Síria, Egito, Iraque ou qualquer outro desses locais dominados pelo islã. Não vemos manifestações pedindo que essa gente perseguida de verdade - e não envolvidas em brigas internas de sua própria religião - seja recebida no ocidente como refugiada. Pelo contrário, países como a Polônia ou a Eslováquia, que declaram dar preferência à eles, são acusados de "intolerância".
Que a esquerda se alie ao islã para destruir a tal "sociedade ocidental" não é novidade. São suicidas que pensam que depois vão pactuar ou convencer o islã a não dizimá-los por último, mas o que dizer da imprensa? Da classe política? De formadores de opinião?
Uma parte é dominada pela mesma esquerda, mas e o resto? Será comprado com dinheiro de petróleo? Sinceramente eu não sei.
Mas é difícil de entender e aturar.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A casta dos concurseiros

Salários em média maiores do que os da iniciativa privada. Estabilidade no emprego. O país pode estar no fundo do poço que o dinheiro pode até atrasar, mas sempre chega. Triênio. Quinquênio. Licença prêmio. Assina o ponto e vai passear. Presta um serviço horroroso e se alguém reclamar ainda é "desacato". Se aposenta ganhando mais do que o resto da macacada. Faz greve e continua recebendo. Pendura viagem, compra, gasolina, diária, tudo o que puder no bolso do idiota que paga impostos. Quando o governo quer cortar algo, nunca é o deles. Quando o governo quer ferrar alguém, como são organizados nunca são eles os ferrados.
E agora no Rio de Janeiro ainda pode ter "licença menstrual".
Como é gostoso perder dois ou três anos "estudando pra concurso" (decorando macete) e depois passar o RESTO DA VIDA parasitando a sociedade.