segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A bolha da imprensa

Ontem consegui assistir 2 minutos da GloboNews: uma apresentadora concordando com o Guga Chacra que concordava com a apresentadora sobre alguma visão de mundo totalmente da bolha jornalística e sem o menor respaldo no mundo real.

Na hora pensei: passam o dia falando para eles mesmos.

A união da esquerda brasileira

Uma seita que idolatra um presidiário, um Napoleão de hospício, um cafetão de mendigo de meia idade que pensa ser um estudante rebelde da Cefet e uma comunista quase quarentona com a idade mental de uma fã de banda coreana que gosta de passear na Disney.
É a isto que a esquerda brasileira ficou reduzida.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A esquerda não quer combater o crime, mas cafetinar as vítimas

- Sou contra assalto.
- Beleza, vamos punir o assaltante.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!
- Sou contra o estupro.
- Beleza, vemos punir o estuprador.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!

De um lado pessoas defendendo punição severa e imediata para estupradores. De outro, pessoas que preferem debater um pouco mais e lançar hashtag.

Não é difícil descobrir quem realmente quer fazer algo a respeito e quem está afim de lucrar em cima da miséria alheia (para variar).

A esquerda não é só canalha, é burra mesmo. Não necessariamente nesta ordem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Redes sociais: o jornalista, o confeiteiro e o ativista


O jornalista americano Glenn Greenwald é uma espécie de Dr Jekyll and Mr Hyde da imprensa. Sua atuação nos EUA é realmente isenta. Ainda que de quase clara preferência pessoal pelos democratas, já o vi escrevendo artigos e tuítes onde desanca o partido de Hillary Clinton e reconhece méritos nos republicanos.
Ele demonstra, com rara percepção, hipocrisias e incoerências de parte a parte. Isso no seu país. Quando chegamos ao Brasil, onde reside com um parceiro que não por acaso é um vereador do PSOL ligado ao movimento gay, sua atuação deixa de ser a de jornalista e passa a ser de militante. Todos os clichês da esquerda tupiniquim - desde chamar o impeachment de Dilma Rousseff de "golpe" até considerar Lula um "preso político" - estão presentes em sua atuação, o que, na minha opinião, o desqualifica como alguém isento o bastante para ser levado a sério. Recentemente, nos episódios de expurgo que a esquerda que domina as grandes empresas de tecnologia como o Google, Facebook e Twitter, praticou contra personalidades e agências de direita, Glenn demonstrou claramente seu lado Dr Jekyll and Mr Hyde. Ao passo em que, corretamente, alertou para os perigos de permitirmos que companhias com suas pessoas e algorítimos decidam o que é ou não "discurso de ódio", e que seja tolerado que estas possam anular a existência digital de alguém, o americano comparou tal prática à dos confeiteiros americanos que se recusam a fazer bolos para "casamentos" gays. Segundo Greenwald, se alguém acha que é direito de um confeiteiro, por razões pessoais, se negar a fazer um bolo, também deve achar normal que o Facebook, o YouTube, o Twitter ou o Google censure pessoas por razões políticas. É um absurdo tão grande que dispensa explicações mais longas. Então o cara compara gigantes da tecnologia que influenciam a percepção de milhões de pessoas, podendo manipular eleições e determinar narrativas que impactarão toda a sociedade, com um sujeito que não quer fazer um bolo? Como se, tal qual uma confeitaria, tivesse um pequeno Facebook em cada esquina? Convenhamos, só mesmo uma mente militante pode achar que tal comparação não é estapafúrdia e falaciosa. Ninguém necessita de um bolo daquela exata confeitaria. Mas uma pessoa ou grupo que tem sua existência suprimida da rede mundial de computadores por parte de empresas que se tornaram tão grandes, que passam a ter interesse público, simplesmente desaparece caso nada seja feito para protegê-lo de tal morte ou degredo virtual. Isso nada mais é do que (mais) uma tentativa de contrabandear pautas do politicamente correto para debates sérios sobre a liberdade de expressão - e dos limites que empresas de tecnologia terão ao lidar com a existência virtual das pessoas - que deverão ser enfrentados mais cedo do que se pensa. E é esse pessoal que adora falar em "falsa equivalência".

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Todos contra Bolsonaro

Tá bonito ver a imprensa TODA bancando coach de debate dos adversários do Bolsonaro, especialmente o Alckmin. Deixou de ser uma torcida aberta, passou a ser uma colaboração disfarçada e agora virou coisa de cabo eleitoral e marqueteiro mesmo. Todos contra um.