quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Entra o verde e amarelo, sai o vermelho-pixuleco


Agora verde e amarelo vai deixar de ser coisa de fascista, camisa da Seleção não vai ser mais roupa de quem apoia a corrupção e a bandeira do Brasil deixará de ser enquadrada como símbolo do racismo e do ódio da elite contra os pobres.

Contemplem o ridículo do PT largando o vermelho-pixuleco e adotando o verde-e-amarelo-coxinha pra não ser humilhado novamente na contagem de pessoas em apoio ou contra o governo mais impopular, incompetente e cercado de corruptos da história do Brasil.


P.S.: Com medo de repetir o Collor em 1992 e o povo todo ir às ruas de preto, a companheirada retirou a convocação. Só esquecem que eles não têm como repetir o Collor, porque já são muito, muito piores.

Mas fica a piada.

O politicamente correto, a solidariedade e a islamização da Europa


O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, declarou que a atual crise imigratória na Europa é "problema da Alemanha". E curiosamente ele tem razão e não tem razão.

Segundo o governante do país que está construindo uma cerca para impedir a entrada de ilegais no país, nenhum imigrante quer ficar na Hungria, na Eslováquia, Estônia ou Polônia, todos querem apenas chegar na Alemanha. 

O governo húngaro pretende levar estes refugiados para instalações provisórias onde serão documentados, analisados caso a caso e aí sim, prosseguirão seu caminho rumo ao país de Angela Merkel, a chanceler que eu admiro muito mas que não tem a mínima noção da estupidez que está cometendo ao escancarar seu país para essa verdadeira invasão.

Por isso Viktor Orban está certo e errado. Sim, é um problema alemão, mas também é um problema europeu, porque, uma vez dentro da Europa, as fronteiras desaparecem e todos esses imigrantes poderão ir para onde bem entenderem, fazendo o que bem entenderem.

Quem acompanha notícias da França ou mesmo da Alemanha sabe porque digo isso. Bairros inteiros se transformaram em califados, onde ocidentais são agredidas e ameaçadas por andarem nas ruas sem véu e por ali já existem mais mesquitas do que igrejas. Muitos imigrantes árabes não chegam para se integrar ao país de destino, mas para exercer uma espécie de colonização cultural e demográfica. 

Além disso, qual a garantia que existe de que no meio de toda essa gente - necessitada e refugiada por conflitos que as próprias idiossincrasias da sua religião causam - não existam terroristas do ISIS ou da Al Qaeda infiltrados? Quem garante que daqui a alguns anos a Alemanha não vire uma espécie de "Deutschlandistão"?

Concordo que é desumano deixar todas essas pessoas, seres humanos iguais a nós, se afogarem no Mediterrâneo ou morrerem de fome em postos de fronteira. Mas a solução para cada um deles deve ser obrigatoriamente TEMPORÁRIA, ou seja, uma vez normalizada a situação nos seus países, todos devem retornar para lá.

Caso contrário não vejo razão alguma para que o seu destino necessariamente seja a Europa, continente com cultura totalmente avessa a deles, que não é propriamente amante das liberdades individuais, da imprensa livre e muito menos da democracia, igualdade ou "tolerância".

Digo novamente: a crise imigratória é uma tragédia? Sim. Mas por que esses imigrantes, na maioria árabes e/ou muçulmanos, não são acolhidos por árabes-muçulmanos como os de alguns dos países do Golfo que são ricos e nadam em petróleo?

Por que não são recebidos na Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes, entre outros, países com idioma e cultura totalmente compatíveis com a desses refugiados? Não é por falta de dinheiro, com certeza.

Mas a imprensa, as ONGs, a esquerda mundial e o cidadão-médio impressionável cobram uma solução de quem não tem a menor obrigação de solucionar nada. Não dá para entender por que países ÁRABES e RICOS não são cobrados para receber esses refugiados.

Aliás, dá pra entender sim, é por conta do politicamente correto que, como sempre, subverte valores. O politicamente correto é mais destruidor do que qualquer arma e a prova é essa atual situação na Europa, que caso se dobre à gritaria - e está se dobrando - em breve será dominada pelos muçulmanos sem estes darem um tiro sequer.

Tratam os países europeus como se estes fossem mais responsáveis por cidadãos sírios, tunisianos ou líbios do que a Síria, a Tunísia e a Líbia. É como se a polícia batesse na sua casa para te prender porque o seu VIZINHO espanca a mulher DELE. Essa é a paranoia politicamente correta.

A foto de um menino afogado numa praia é realmente triste, dilacera nosso espírito, nos faz pensar no desperdício de toda uma vida que foi perdida décadas e décadas antes da hora. Mas um menino SÍRIO encontrado numa praia TURCA não é "culpa do Ocidente".

Aquele menino foi morto pelo ISIS, pelo governo do seu país que não soube cuidar do seu povo, pela pusilanimidade deste mesmo Ocidente em lidar com o terrorismo islâmico. Mas o politicamente correto, este cavalo de Tróia da civilização ocidental, joga toda a culpa sobre ombros sempre prontos a receber mais culpa, porque são doutrinados para isso.

No final de tudo, se não fizer nada, o Ocidente só será culpado mesmo é da sua própria destruição. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O Uber e as toupeiras

Dilma afirmou que o Uber "tira o emprego de muitas pessoas".
Pronto, já podemos começar a multar e rebocar os carros pretos dirigidos por cães, gatos, robôs e cabras do Uber que estão "tirando o emprego das pessoas".
Já as toupeiras também tiram emprego das pessoas, mas estas estão todas no Palácio do Planalto e na Esplanada dos Ministérios.

A rua não é da esquerda


Que a esquerda é hipócrita, incoerente, autoritária, ignorante, inconsequente e tem fixação em tudo que pertence aos outros não é novidade, mas o Brasil, sempre o Brasil, consegue elevar isso a níveis inéditos.


Tudo, literalmente tudo que os contrarie é taxado como "discurso de ódio" ou "preconceito" ou "fascismo". Esta última, aliás, foi tão usada pela esquerda de galinheiro que "fascista" virou uma palavra tão oca e babaca que ofende mais quem diz do que quem é o alvo.


Mas vamos em frente.


Um militante de esquerda típico é aquele néscio que vomita raiva e ressentimento acreditando que isso trará um tal "mundo melhor". Além disso ele está sempre disposto a redistribuir e reorganizar tudo.


"Vamos redistribuir riqueza", "vamos pagar a dívida histórica", "vamos oferecer compensações". E ainda "precisamos redefinir o conceito de família", "sexo é construção social", "vamos desconstruir reproduções burguesas" e etc., são conceitos típicos do militante zebroide.


O problema é que invariavelmente ele quer redistribuir a riqueza dos outros, pendurar a "dívida histórica" no cartão de crédito dos outros, compensar com o esforço do trabalho alheio. E seu problema com o "conceito de família" estará localizado entre pais que considera "opressores" ou no fato de não arrumar alguém sequer para namorar, que dirá formar um núcleo familiar.


É o caso da feminista que diz detestar homens e não precisar deles para nada - nem para oferecer apoio à sua causa - mas passa dias choramingando porque não consegue arrumar algum, colocando culpa na "ditadura da moda" ou outro espantalho qualquer.


O soronga esquerdista não abre mão de sua viagem à Europa, do seu smartphone, do quarto na casa da família com direito a comida quente, ar-condicionado, roupa lavada e uma empregada mensalista. E ele não deveria abrir mão de nada disso, como eles mesmos argumentam que "pra ser socialista não é preciso viver na pobreza".


O problema é que eles exigem que OS OUTROS abram mão. Esse é o ponto.


- Vamos redistribuir a riqueza começando com a do meu vizinho.


- Mas pera aí, porque não começa redistribuindo a SUA?


- FASCISTA!


Como não poderia deixar de ser, o pacóvio vermelho aplica o mesmo tipo de malandragem quando o assunto é "ódio" ou "agressividade". Vejam o caso do boneco do Lula inflado, o "Pixuleco", atacado e furado por uma tabaroa comunista com uma faca. 


A piriguete sai de casa com uma arma branca, vai num local onde pessoas estão exercendo seu direito constitucional de manifestação, cria um tumulto, agride os presentes e não se viu uma nota de reprovação da Manuela D'Ávila, Jandira Feghali, Jean Wyllys ou algum outro desses tratantes que só denunciam quem os desagrada.


O líder da seita dos velhacos ameaça com um tal "exército do Stedile", um patife sanguessuga da CUT diz que vai "pegar em armas", os estudantes profissionais da UJS avisam que usarão até zarabatanas porque "onde o boneco passar eles vão furar" e agressivos, fascistas e disseminadores de ódio são OS OUTROS?


Custa-me dizer isso, mas o problema é que até agora somente um lado dessa história foi agredido, ameaçado, difamado, caluniado, fora o fato de ser assaltado diariamente pelos parasitas que pilham o país.


Uma gente pacífica que é intimidada toda hora com avisos de "guerra civil", de "enfrentamentos" e o escambau e que até aqui tem respondido apenas com risos.


E se resolver parar de agir assim? E se achar por bem que é a hora de devolver o que vier na mesma moeda? Não desejo isso, mas penso o seguinte: agredir os outros por causa de política é coisa de bandido, mas ficar apanhando quieto é coisa de idiota.


Não aconselharia jamais alguém a dar a primeira porrada, mas aconselho fortemente que não permita que eles dêem a última. A rua não é deles e essa gente precisa entender que fora do debate e do embate de IDÉIAS, não há vitória possível, somente a derrota de todos.


Porque essa turma vermelha é muito boa em se vestir de mulher e fugir do país quando a coisa fica preta. O que, pra sorte deles, pelo menos agora poderão dizer que é apenas uma "construção social".

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A maior qualidade de Dilma é não ter qualidade nenhuma



Dilma Rousseff é, para todos os efeitos, a pior presidente da história do país. Taxas de crescimento, desemprego, queda da produção industrial, iminente perda do grau de investimento, infra-estrutura sucateada e superfaturada, governo inchado de parasitas que sugam todo o dinheiro do pagador de impostos. Não faltam dados desastrosos para provar como a ex-presidente em exercício pilota um Titanic.

O problema é que estamos dentro do navio e a orquestra não quer saber de nada, toca até baião em troca de mortadela.

E nem é só isso. Se há - e há - uma crise econômica sem precedentes, há também uma crise política que parece uma bomba prestes a estourar. Se a articulação do governo no Congresso fosse entregue ao ISIS, os terroristas seguidores de Maomé cortariam todas as cabeças e resolveriam o problema.

Se fosse entregue aos Trapalhões, a crise acabaria matando todos de rir. Só que Dilma não é corajosa - ao contrário do que o mito criado em torno do seu tempo como terrorista quer fazer os outros pensarem - e nem engraçada. É apenas uma péssima governante que não tem aptidão para a política. 

Essa que é a comandante do Titanic não gosta de navios, sente enjôo no mar, não entende nada de ventos ou tempestades, dorme se tentar ler uma carta de navegação e só pega num timão se for para bater com ele na cabeça de algum subordinado.

Alguns políticos são ótimos gerentes, outros são carismáticos, alguns possuem as duas características e por isso entram para a história. Dilma entrará para a história por não possuir nenhuma delas.

Mas mesmo assim, mesmo não servindo para sorrir para os eleitores, mesmo sem conseguir contar piadas e casos sem que pareça que ela está tendo um ataque, mesmo não prestando para planejar e executar nada, ou seja, mesmo sendo uma toupeira, a sua boçalidade é o melhor que poderia acontecer para o Brasil.

Porque, para o país, a maior qualidade da Dilma é ser uma toupeira. Imagine você uma incompetente, mitômana e autoritária como ela se ainda por cima fosse inteligente.

A maior obra de Dilma é a implosão do lulopetismo. Devemos esse agradecimento á ela.