segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A indiferença com a matança de cristãos no mundo

Leiam com atenção estas manchetes que colhi em rápida pesquisa pela internet:

"Março 2010: Massacre na Nigéria deixa 528 cristãos mortos Pastores muçulmanos cortaram homens, mulheres e crianças a golpes de facão.

Abril 2011: Costa do Marfim: massacre muçulmano de 1 000 cristãos.

Março 2012: Membros do grupo jihadista Boko Haram prometem “erradicar o Cristianismo” na Nigéria.

Abril 2012: Paquistão: Menina cristã de 12 anos foi sequestra obrigada a casar e torturada, espancada e estuprada por 8 meses por não se converter ao Islã

Abril 2012: Muçulmanos incendeiam igreja católica no Sudão Sul.

Maio 2012: Atentados contra cristãos deixam 23 mortos na Nigéria

Junho 2012: Cinco explosões são registradas em igrejas do norte da Nigéria

Julho 2012: 50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

Agoato 2012: Extremistas muçulmanos matam 16 cristãos que liam a Bíblia

Outubro 2012: França: Muçulmanos pressionam comerciantes para impedir a venda de bebidas alcoólicas, carne de porco e roupas femininas no mercado

Novembro 2012: Bélgica - Tradicional árvore de natal pode ser banida para não ofender muçulmanos

Dezembro 2012: Dez cristãos são degolados por islamitas na Nigéria.

Janeiro de 2013: No Egito, família inteira é condenada à prisão por se converter ao cristianismo.

Fevereiro 2013: Rebeldes sírios matam cristão por usar um crucifixo.

Maio 2013:Ataque em igreja e mercado mata 10 na Nigéria.

Junho 2013: islâmicos apoiados pela Turquia atacaram a vila al-Duvair, na Síria, de maioria cristã, nos arredores de Homs onde massacraram seus cidadãos, inclusive mulheres e crianças.

Agosto 2013: Em dois dias, ao menos 17 igrejas foram atacadas por ativistas islamistas.

Setembro 2013: Massacre no Quênia: muçulmanos invadem shopping para matar cristãos Segundo a Cruz Vermelha local, 39 pessoas morreram."

Como podem notar, não precisei me esforçar muito para encontrar desde massacres até atos de intolerância contra a cultura de países que recebem pessoas que praticam esta religião.

O que assusta é que no ocidente o discurso é sempre o mesmo, dizem que é "uma minoria radical", que "eles não representam a grande maioria pacífica", que "precisamos ser tolerantes", que "devemos aceitar a cultura alheia", que "o islã é a religião da paz que é mal compreendida", entre outras bobagens.

Sinceramente não conheço outra religião que mate tanto, pregue tanto o ódio e conviva tão bem com tantas atrocidades quanto esta.

Pouco a pouco vão impondo sua visão na Europa e já começam a estender seus tentáculos para a América do Sul no que, segundo seus críticos mais ferozes, é um plano para transformar o mundo num imenso califado.

Não sei se chega a tanto (exageros me dão alergia), mas vindo de uma religião que se orgulha de converter pessoas pela força da espada, o mais espantoso é que ninguém ainda tenha se dado conta de que algo muito sério acontece.

Até quando a "tolerância" e o "multiculturalismo" serão usados para submeter o ocidente à violência em nome de valores que lhe são estranhos? Até quando pessoas que vivem nesses grotões do mundo não terão a mesma liberdade que muçulmanos desfrutam nos países ocidentais que eles mesmos tanto deploram?

Para conhecer a natureza do que alguém defende, basta que se descubra o tipo de vida que aquilo proporciona.

Atentados, execuções, perseguições, autoritarismo, intolerância, a proibição da livre prática de outras religiões (na Arábia Saudita é CRIME portar um terço, por exemplo), a censura, o obscurantismo, a supressão de direitos, a instalação das mais sanguinárias teocracias, isto é o tipo de vida que a aplicação da sharia (a lei islâmica) proporciona.

E a tolerância com os intolerantes somente fortalece a estes, que a utilizarão para ganhar terreno até que os "bonzinhos" ocidentais se submetem por bem, para que depois, caso necessário, se submetam pela espada.

Os fatos não dão margem a interpretações muito diferentes.

Infelizmente.



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