quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Adivinhação

Vamos fazer uma daquelas brincadeiras de adivinhação.

Supomos que num eventual segundo turno de uma eleição presidencial um candidato do PT vá para a disputa contra um candidato oposicionista do partido que você preferir.

Tanto faz quem seja, o cenário é: PT de um lado, oposição do outro.

Digamos que seja uma eleição muito apertada, que a despeito do uso da máquina, das propagandas ilegais, das suspeitas de compra de votos, fora o resto, a eleição chegue na reta final sem um claro vencedor.

Sigamos nessa suposição e imaginemos que, ao final da apuração, o candidato petista vença com uma margem em torno de 1% dos votos válidos, numa chegada emocionante.

1%, 10% ou 100% são votos do mesmo jeito, é eleição ganha.

Mas vamos bancar aqui os incendiários e dizer que uma denúncia grave de violação das urnas em 5% das sessões eleitorais torne possíveis duas medidas:

1) Fazer essa gente toda votar de novo, com todos os problemas que isso poderia ocasionar.

2) Anular todos estes votos.

O problema é que tal coisa faria com que a vitória escorresse pelas mãos do partido. Uma batalha judicial ao estilo Bush x Gore se instalaria no Brasil e tal qual na eleição americana de 2000 a questão acabaria no Supremo Tribunal Federal.

Pronto, chegamos onde eu queria: você confiaria que ESSE Supremo tomaria a melhor medida para o Brasil ou para o PARTIDO?

São suposições demais, eu sei. Mas fique aí com a sua idéia na cabeça, que eu fico com a minha.
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