segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Mais votos, mais cargos, mais tempo no poder

Menos 40 mil leitos em sete anos.

Menos atendimentos.

Menos eficiência.

Não tem remédios, equipamentos, infra-estrutura. Sobram filas, espera, péssimas condições. O dinheiro é desviado, o caos é uma regra, as emergências ficam com gente alojada até nos corredores, em cima de macas.

Menos saneamento básico, menos educação em saúde, menos prevenção de doenças, menos vacinações. Menos auxiliares de enfermagem, menos enfermeiros, menos mata-mosquitos, menos investimento.

Mas tudo bem, o PT vai trazer mais médicos. Não resolve, mas coloca aquela culpa em que paga plano de saúde, e aquela dúvida em quem acha que médico é mágico:

- Ah, mas melhor uma cidade sem nada e com um médico do que uma cidade sem nada e sem médico.

Não. Uma cidade sem nada e com médico é uma padaria sem farinha e com padeiro, é uma obra sem tijolo e com pedreiro, é um rio sem peixe e com pescador.

Só presta na hora de colocar na propaganda eleitoral e citar aqueles números que não querem dizer nada para ninguém, tal qual "6 mil creches" (não construíram nem 600), "6 mil casas aos flagelados da Região Serrana" (não entregaram nenhuma), "6 mil agentes da Defesa Civil treinados para agir nas áreas de risco" (até hoje não apareceu um).

E agora com o programa "Mais Médicos" os petistas juram que virão "6 mil médicos" para transformar o país numa verdadeira potência da saúde.

Espere tanto resultado quanto as outras promessas de "6 mil isso", "6 mil aquilo", porque o PT não governa, prepara vídeos para que o marqueteiro possa enganar trouxas na próxima eleição. O PT não planeja, mas se prepara para pedir votos mais ali na frente.

O PT está pouco se lixando para a saúde. A única coisa pela qual o partido se interessa de verdade é com os programas "Mais Votos", "Mais Cargos" e "Mais Tempo no Poder".
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