segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"



Soube dessa pérola, o surgimento do termo "homolesbotransfobia", através da página do Ivan Gontijo no Facebook.

Não sei ao certo quem pariu mais essa preciosidade da Última Flor do Lácio, mas sei que já temos um padrinho (ou madrinha, sei lá, não quero ser processado por errar o gênero): o deputado Jean Wyllys, aquele mesmo que vê "homofobia" até em pacote de sucrilhos.

Como bem lembrou o autor do post, no início o grupo que apoiava isso que viraria a "causa gay" se autodenominava GLS (diziam as más línguas que o "S" era de "suspeito").

Depois virou GLBS, depois GLBTS, em seguida LGBTS e agora, por enquanto, está estacionado em LGBTTIS (só não me perguntem o que essa joça quer dizer, tenho medo de errar e...ser processado).

Como podem notar a sigla foi aumentando de tamanho em escala inversamente proporcional ao grau de tolerância que o movimento organizado exerce sobre as vozes discordantes.

Saíram do "nos respeitem" para o "cale a boca senão te processo" conforme iam acumulando letras.

Só sei que todas essas siglas sempre parecem o nome de algum imposto novo (e no fundo não deixam de ser), afinal é você que patrocina, via taxas pagas para as prefeituras e estados, todas aquelas marchas do orgulho LGBTTI e ETC.

Mas até custear aqueles shows em praça pública é menos bizarro do que saber que existe algo chamado "homolesbotransfobia".

Afinal, lésbicas, pelo menos até ontem, eram homos, ou será que isso já mudou também? Só não peço um pouco de coerência (e que eles parem de criar palavras que parecem saídas do alemão) porque sabe como é, posso ser processado.

Agora, imagina que comédia vai ser se num debate qualquer um desses fãs do Jean Wyllys tentar berrar "homolesbotransfóbico!" para alguém e acabar engasgando no meio.
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