segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Lá vem a revolução

"Quebra tudo! É a revolução!", gritam (eles nunca falam, só gritam) os entusiastas da baderna carioca.

Ninguém precisa de muito estudo ou erudição para saber que QUEIMAR ÔNIBUS não resolve o problema da EDUCAÇÃO.

Mas infelizmente os cabeças-ocas doutrinados por marxistas farofeiros desde o Ensino Médio não possuem sequer ferramentas para entender algo tão simplório. Os espertos (no pior sentido da palavra) ainda sabem porque realmente fazem isso, mas os idiotas (a maioria) são só massa de manobra feliz e bovina mesmo.

O primeiro bem que o indivíduo tem é o seu corpo, a sua individualidade.

Gente que relativiza a propriedade, que acha normal "quebrar tudo", inclusive BANCAS DE JORNAL, porque aquela propriedade não é "nada" perante o "bem maior", não é capaz de respeitar o outro nem em sua propriedade primeira, que é o seu corpo.

Por isso quando podem eles matam, perseguem, torturam. Tudo por "um mundo melhor".

E o que vi hoje, em mais um dia em que falanges do ódio depredaram lojas e veículos no centro do Rio de Janeiro, foi um sujeito de "esquerda" declarar, com olho rútilo e baba bovina, o seguinte: "seus dias de fartura estão contados!"

Note como esquerdopata é uma raça curiosa e geralmente uniforme (no pior sentido do termo), praticamente todos trazem em si esse ressentimento.

Veja que o rapaz não disse "nossos dias de fartura começarão", mas "SEUS dias de fartura estão contados".

Preferem que outros percam do que eles ganhem.

Mas não é de se espantar que sejam assim, todos, em maior ou menor grau, seguem a teoria de um sujeito que era sustentado pela família da esposa e por um amigo, um perdulário que sentia ódio de quem lhe cobrava as dívidas, um ressentido, falsificador, mitômano.

Como alguém poderia seguir isso e não ser espelho, ainda que embaçado, do "mestre"?

O marxismo, antes de tudo, é um veículo para o ressentimento.

E o que acontece no Rio é isso.

Uma "onda revolucionária" que não tem nada a ver com as demandas que usa como desculpa. É gente insatisfeita com resultados eleitorais passados e interessada em influenciar resultados eleitorais futuros.

Se você reclama do serviço e do preço do metrô, vai lá e incendeia algumas estações (argentinos fazem isso de vez em quando e eu mesmo acho que existe explicação para isso), você está agindo coerentemente com a sua demanda.

Pode-se criticar o método, mas jamais a coerência. Metrô-ruim-vou-lá-e-quebro-o-metrô.

Mas protestar contra os "20 centavos" e SAQUEAR uma loja de CHOCOLATES ou protestar "pela educação" e ESPALHAR LIXO na rua, é BURRICE.

Não dá pra levar a sério, apenas temer, porque muitas páginas negras da humanidade começaram a ser escritas com a juventude cabeça-oca (e quase sempre o é) nas ruas, tentando mudar o mundo e efetivamente mudando, só que para pior.



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