terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Rolezinhos

Não disse? A história dos "rolezinhos" nos shoppings centers já nos presenteou com mais um artigo repleto de pérolas da sabedoria sakamoteana.
Todas as expressões da esquerda de babador estão ali. Desde os batidos "racismo" e "classe média" até uma comparação de São Paulo com a Atenas dos tempos da ágora, com os "pobres trabalhadores" fazendo o papel de "escravos" dos "iluminados".
Resta saber quem o Sakamoto pensa que representa nessa história, se Platão, Sócrates, Aristóteles ou uma espécie de Paulo Ghiraldelli de camisolão.
A única certeza é que Diógenes (que vivia na miséria por sua própria vontade) ele, assim como qualquer outro orgulhoso membro da esquerda de boutique, não seria nem debaixo de chicote.
É tudo de uma poesia tão vagabunda que eu acho que deveriam distribuir frases desse moço em um realejo adaptado com uma galinha no lugar do periquito.
Afinal, o que você acha de tesouros como "não precisa ser sociólogo para perceber que a molecada que marca esses encontros quer, acima de tudo, reafirmar sua existência. E mesmo alguns tumultos que possam causar têm a ver com isso. É como se gritassem a plenos pulmões: “Ei, eu existo, pô!"?
Ou então "os shoppings centers oferecem aos paulistanos realidade virtual. Meus amigos de Alphaville, ao criticarem os condomínios fechados em que cresceram, chamam esse tipo de estrutura de “bolhas''. Um ambiente agradável, asséptico, sem pobreza, dor ou feiúra, com temperatura estável e luz na quantidade certa para possibilitar aquilo que fazemos de melhor: comprar".
Claro, porque bom mesmo são ambientes desagradáveis, imundos, cheios de pobreza, dor e feiura, com temperaturas extremas e aquela penumbra típica de filme europeu. Só assim a pessoa pode provar que é "progressista" e "do bem".
Adoraria saber o que ele e seus "amigos de Alphaville" fariam se estivessem sentados ao redor de uma mesa debatendo a revolução e de repente aparecessem 300 pessoas correndo e gritando na direção deles. Duvido que parariam de correr para ver se são apenas jovens dizendo "ei, eu existo, pô" ou não.
Só sei de uma coisa, pessoas do meu Facebook, se você curte a Socialista Morena, o Sakamoto ou o Alex Castro, saiba que eu sei que é direito seu, mas saiba que ainda assim é direito meu ter vergonha de você por isso.
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