terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Turismo de aventura

Um turista que sai de um país desenvolvido para passar ano novo no Brasil merece ter o pé pisado por gente mal educada numa fila, andar pela rua no meio do lixo, pagar 10 reais por uma água de coco, 8 por uma Coca-Cola de dois litros, ser enganado por taxistas pilantras, superfaturado por hotéis canalhas com péssimo atendimento, sacolejar em ônibus quentes, entupidos e caindo aos pedaços, pagar o dobro por produtos e serviços que não valem nem a metade, desfrutar de toda a agressividade e malandragem dos nativos, enfim, vivenciar o que qualquer um que habita esse país tem que aturar diariamente.
Afinal, quem voluntariamente mergulha na bosta não pode reclamar do cheiro depois.
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