sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O beijo gay

O "beijo gay" na novela talvez seja a menor ode à baitolagem que já rolou na teledramaturgia da Globo.

Quem se espantou-revoltou-empolgou deve andar com pouca emoção na vida ou habitar alguma realidade paralela.

O Jean Wyllys declarou ter ficado "aos prantos" e pediu um "beijo molhado" na próxima.
Outra vez, qual o espanto? Trata-se de uma subcelebridade que periga ver homofobia ou homofilia até em desenhos do Popeye e do Tom e Jerry, dependendo do humor.

Espantoso mesmo é no ano de 2014, 193º da Independência e 126º da República, ainda ter gente dando faniquito por causa de novela e tranformando isso em assunto dominante, tal qual as manicures do salão que minha avó frequentava na década de 70.

Mas pronto, já rolou o sonhado "beijo gay" em horário nobre, podem começar a reivindicar um softcore na Sessão da Tarde.

Tudo pelo bem do Brasil.

Porta da Esperança

Já que é para pedir coisas impossíveis e defender pautas ridículas e infantis, por que esse pessoal não pensa alto e pede mais do que apenas "passe livre"?

Peçam logo um milhão de dólares americanos para cada cidadão do país, uma massagista sueca, transporte coletivo com cabine individual e máquina de capuccino, uma internet de banda larga que seja realmente larga e não "um pouco menos estreita" e, claro, torneiras de Nutella em todas as praças e parques públicos.

Que pelo menos banquem os babacas com um pouco mais de classe.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O bacalhau da Dilma

O hábito faz o monge. Nas pequenas coisas você pode observar a forma como alguém se comporta nas grandes.

Bajular alguém do qual você depende só mostra que você é um excelente bajulador, tratar com civilidade alguém em posição inferior é que prova o seu caráter.

Calma, não é texto do Paulo Coelho, já vou chegar no ponto que interessa.

A presidente Dilma resolveu fazer uma escala em Lisboa para provar um bacalhau a preço surreal. A imprensa descobriu e o jantarzinho virou notícia. O governo, através do seu ministro das relações exteriores, disse que foi uma escala decidida no mesmo dia e que a visita secreta não estava planejada.

Esqueceu de combinar com os portugueses, que divulgaram que o governo brasileiro agendou o passeio dois dias antes da data que o ministro declarou.

E o que era apenas mais um caso de petista fazendo festa com o dinheiro do pagador de impostos (algo habitual) virou uma mentira contada por um membro do primeiro escalão para acobertar atividades da presidência.

Isso mostra o método do PT de lidar com a coisa pública. Petistas mentem por hábito, faz parte do modo de operar deles tratar os cidadãos o tempo todo como se fossem palermas (e muitos são mesmo, tanto que ainda acreditam no partido).

O caráter do PT é a mentira.

Gastar dinheiro público em restaurantes do Guia Michelin é imoral, não ilegal. Mentir para o pagador de impostos e tratar um convescote da companheirada como assunto de Estado talvez também não seja ilegal, mas deveria ser.

A presidente agora disse que pagou sua despesa no restaurante que primeiro disseram que ela não ia e depois contaram que ela só resolveu ir numa "última hora" que curiosamente foi acertada com dois dias de antecedência.

Acredita nela quem quer, eu prefiro achar que a fatura quem pagou fui eu mesmo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Discordar sem odiar

Difícil encontrar um brasileiro alfabetizado (e alguns até não alfabetizados) que não conheça a frase de Nelson Rodrigues "toda unanimidade é burra".

Um dos maiores frasistas do mundo, duvido muito que o mestre realmente acreditasse nisso ou que desejasse dar ao brasileiro mais um desses chavões que encerram discussões, ao estilo de "política e religião não se discute".

Nelson gostava da frase de efeito, provocativa, afinal de contas se todo mundo concorda que toda unanimidade é burra, isto não deixa de ser outra unanimidade.

Mas vamos em frente.

Algumas unanimidades, pelo menos algumas, são mesmo burras (a militância do PT está aí para não me deixar mentir). Sem contar que a busca obsessiva por um unus animus engessa o debate, emburrece mentes, tolhe avanços.

Se eu gosto de verde e você de azul, excelente, sinal de que não somos daltônicos e nem dois robôs programados para ver tudo igual. Pode ser que conversando a gente descubra que adora o laranja ou que detestamos igualmente o vermelho.

Só que as pessoas, e especialmente os brasileiros, não sabem conviver com isso.

- Discorda de mim? Vou te denunciar, vou te deletar, vou espalhar por aí que você votou no Haddad!
A internet deu total vazão a esta hipersensibilidade ao contrário. Amizades se desfazem, pessoas que nunca se viram se odeiam, gente que pensa igual a mim em praticamente tudo diz por aí que eu sou um babaca só porque ela gosta de funk e eu não, porque eu prefiro frio e ela, calor.

Nos tornamos uma sociedade infantilizada, mimada, sempre procurando PROIBIR o discurso do outro ao invés de refutá-lo, sempre querendo interditar, fechar os ouvidos, preferindo "nem ver".

E assim lucra quem vive de criar divisões, quem tem por função não deixar que mais pessoas acordem e vejam o atoleiro moral, político, cultural, intelectual e até mesmo afetivo em que nos encontramos.

Contrariando Nelson, ou talvez compreendendo melhor o que ele quis dizer, afirmo que nem toda unanimidade é burra, só aquelas perseguidas e construídas por burros.

É possível discordar sem odiar.

Maria Antonieta das Bananas

Vejo essa notícia da gastança da Maria Antonieta das bananas em Portugal (comitiva de nulidades e zeros a esquerda ocupando dois hotéis, diárias de até 26 mil), chego a uma conclusão que não é nada original, mas que ainda assim é bom repetir: só existem dois tipos de pessoas que votam no PT, palermas irrecuperáveis e corruptos incorrigíveis.


sábado, 25 de janeiro de 2014

O governo brasileiro hoje é uma instituição dedicada única e exclusivamente a pilhar, punir quem não tem relações com o poder e produzir desculpas estapafúrdias.
Tirando esses três casos é como se nem existisse.

Mas conta aí

Mas conta aí, você que adora o verão, qual sua parte preferida?

A pizza debaixo do braço, o suor pingando da testa ou descendo pelas costas, as noites mal dormidas ou o valor da conta de luz, as baratas saindo dos bueiros, os mosquitos, o conforto dos transportes públicos ou só o mal estar mesmo?

A função do governo

O governo brasileiro hoje é uma instituição dedicada única e exclusivamente a pilhar, punir quem não tem relações com o poder e produzir desculpas estapafúrdias. 

Tirando esses três casos é como se nem existisse.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Alckmin x Haddad

Prova de que no Brasil o poste mija no cachorro: para boa parte da imprensa, dos formadores de "opinião" e do respeitável público, um governador de estado tem que pedir autorização para um prefeitinho do PT antes de mandar a polícia prender traficantes.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PTitanic

Na primeira classe servem uísque on the rocks enquanto na cabine de comando a turma diz "nah, pra que se preocupar, é só um icebergzinho".

Um tranco, o navio começa a fazer água e o comandanto (assim mesmo para acompanhar o gênero) chama os especialistas.

- Tragam um balde! - Berram eles.

- Digam aos nervosinhos que está tudo sob controle.

O comandanto avisa pelo sistema de som que o navio vai muito bem e que aquela água batendo na canela das pessoas é só guerra psicológica. 

Enquanto isso alguns passageiros, vendo que vai dar zebra, começam a procurar coletes salva-vidas e botes.

- Urubólogos! - Dizem uns na primeira classe e outros no porão, mais ocupados em morder um naco de pão duro que a tripulação atirou para eles.

A água vai entrando, o navio vai adernando, mas todos parecem se preocupar é com um debate sobre o direito da classe econômica passear no deck da classe executiva. A turma da primeira resolve fazer uma vaquinha para ajudar os armadores que construíram o navio a pagar eventuais multas e a tropa de choque do comandanto começa a espalhar que "podia ser pior", afinal um cometa entreguista poderia cair ali e formar um tsunami neoliberal. 

Água pelo nariz, um monte de gente afogada, os amigos do comandanto salvando o seu, a banda tocando para distrair os palermas até que alguém chega assustado:

- A água ja inundou quase tudo! A casa de máquinas, a cozinha e até e copa!

E o comandanto responde:

- Copa? Essa vai ser a copa das copas!

Qual é o nome do filme? Dica, não é o Titanic original.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O novo Eike Batista do PT é a Luiza Trajano

Aquele, assim como essa agora, também falava mal dos "pessimistas" e dizia que se a economia do Brasil melhorar um pouco mais periga estragar.

São os milagres que o BNDES e demais bancos estatais fazem até que não consigam fazer mais.

E enquanto isso, acredite, o Brasil virou IMPORTADOR de etanol, porque o governo da gerentona dizimou o programa de energia renovável.

Mas tudo bem, depois da Luiza Trajano ainda veremos o Ricardo Eletro no Manhattan Connection dizendo que é melhor a China sair da frente, porque o governo do PT está transformando isso aqui numa potência.

Mas aí é o Lula que vai aparecer na propaganda, com a Dilma de um lado, o Haddad de outro e o Padilha atrás, berrando o slogan da rede varejista "aqui tem dono!".

Como transformar uma tragédia em duas, três, dez?

Todo mundo que lê notícias fora do caderno de fofocas sabe que uma questão muito cara aos "progressistas" é a "lei da homofobia". Para consumo externo eles se justificam dizendo que tal legislação é necessária para evitar e criminalizar assassinatos de gays, discriminação contra gays e discursos de ódio contra gays, entre outras coisas menos faladas.

Um a um tais argumentos podem ser demolidos por um aluno de quinta série, já que não existem leis no país que considerem exceções os crimes de assassinato, discriminação e incitação ao crime caso estes sejam cometidos contra gays. 

O que esses ativistas e seus braços na imprensa querem mesmo é impor uma categoria de censura quando o assunto for determinado grupo da população, é calar os "fanáticos religiosos" e os "papas hóstia", criminalizando opiniões destes que incomodem as suscetibilidades da "turma do bem".

Tal qual aconteceu com a justa luta contra o racismo que logo foi apropriada por malandros e virou instrumento de coação "Não concorda comigo? Racista! Sabia que isso é crime? Um negão vai te enrabar na cadeia, seu branquelo nazista!", a "militância" chega a babar esperando fazer o mesmo com a "homofobia".

Mas conseguir tal intento está mais difícil do que eles acharam no início. As "forças obscurantistas", as "pessoas presas na Idade Média", "os preconceituosos" resolveram agir e impedir que coubesse a um Jean Wyllys da vida decidir o que se podia falar ou não sobre educação escolar, "casamento" gay e mais um monte de outros assuntos.

Partiu-se então para a criação de uma necessidade humanitária, uma crise de segurança pública que demandasse que a "Lei da Homofobia" passasse o quanto antes, e nada melhor para isso do que dizer que "gays estão sendo assassinados por culpa única e exclusiva do preconceito".

Não importam as estatísticas gerais - "muita gente de outros grupos morre muito mais" - porque toda vida é sagrada, mas importam outros dados como o fato de grande parte dos gays serem assassinados por seus amantes, o que significa que gays matam gays, que são vítimas de crimes comuns (assalto, sequestro) e, principalmente, que nem todo gay que morre assassinado é vítima de alguém que só o matou pelo fato de ser gay.

Sabendo disso, nós, que não lemos Carta Capital e não desfilamos por aí sobre quatro patas, continuamos lamentando cada um desses crimes, mas enxergamos o Cavalo de Tróia por trás dos apelos emocionais.

Vejam o caso do jovem Kaique. O rapaz, que era gay, foi encontrado morto e logo dezenas de artigos culparam a Igreja, o Feliciano, a bancada evangélica, a sociedade capitalista-burguesa-racista-machista-homofóbica, pediram uma lei criminalizando a "homofobia" urgente, fizeram a berraria habitual (eles nunca falam, só berram), até que a mãe do rapaz veio a público dizer que encontrou diários escritos por ele e que ali pode ter a certeza de que foi suicídio. 

Um trágico suicídio, provavelmente causado por uma sensação de inadequação que a sociedade precisa compreender e sanar, mas que não será resolvida com leis de mordaça. Um suicídio e não um crime de ódio como esquerdistas farofeiros quiseram fazer parecer.

As retratações? Espere por elas com a mesma paciência com que aguarda o PT parar de chamar suas privatizações de "concessões".

Posso imaginar esses jornalistas procurando notícias e quando acham algo mais heterodoxo já perguntam, excitados, "Era gay? Era gay?".

Se a resposta for sim é dada a ordem "liguem as máquinas!".

- Mas parece que foi um assalto.

- Não interessa, procure os antecedentes pra ver se o assaltante não tinha feito demonstrações de homofobia antes.

- Mas o assaltante é que era gay e foi morto pela vítima que reagiu!

- Opa! Só reagiu porque o assaltante era gay, olha a homofobia aí!

É ou não é uma tragédia?

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Pense comigo

Eu entro num shopping, faço um lanche, compro algo, vou ao cinema, vou embora.
Qual direito de alguém eu impedi ou agredi?

Agora um sujeito junta uma récua de paspalhos, entra num shopping, faz algazarra, correria, lojas fecham, pessoas vão embora amedrontadas por uma postura agressiva, o sujeito e seu séquito de imbecis não lancha, não compra nada, por sua causa o cinema fecha e as pessoas que queriam se divertir não podem fazê-lo, a renca de idiotas aparece na TV e vai embora prometendo que "amanhã vai ser maior".

Essa gente cerceou o direito de vendedores ganharem sua comissão, consumidores comprarem o que bem entenderem, espectadores assistirem seus filmes, pessoas lancharem e passearem com a família. Mas segundo sociólogos de botequim, antropólogos de final de feira, rábulas e juízes de fancaria, o "direito de manifestação" deles é sagrado.

Ou seja, o seu direito de viver a sua vida e não encher o saco de ninguém relativo, o direito de militontos com cabeça de camarão encherem o seu é absoluto.

Nessa sociedade brasileira cada vez mais infantilizada tudo é possível, até o que parecia impossível.

É ou não é uma tragédia?

Só falta o principal

Lula voltou a cultivar a barba, continua devendo a vergonha na cara.

Médicos da Gama Filho x Médicos cubanos

Formandos em medicina da Gama Filho: fizeram vestibular, cumpriram requisitos do MEC, estudaram um programa aprovado no Brasil, estudaram em uma instituição nacional, são reconhecidos pelo CFM.

Segundo o governo da Dilma a faculdade deles não têm qualidade acadêmica, tem que ser FECHADA e pronto. Eles que se danem.

Médicos cubanos: não fizeram vestibular, não cumpriram requisitos do MEC, não estudaram baseados em programas aprovados no Brasil, estudaram em obscuras faculdades numa ditadura sucateada, não são reconhecidos pelo CFM.

Um decreto do governo da Dilma os autorizou a brincar de médico no Brasil mesmo sem revalidar o diploma, o que teoricamente não impede nem que enfermeiros estejam por aí dando consulta.

Mas eu vejo comunista embaixo da cama.

Pense comigo

Eu entro num shopping, faço um lanche, compro algo, vou ao cinema, vou embora.

Qual direito de alguém eu impedi ou agredi?

Agora um sujeito junta uma récua de paspalhos, entra num shopping, faz algazarra, correria, lojas fecham, pessoas vão embora amedrontadas por uma postura agressiva, o sujeito e seu séquito de imbecis não lancha, não compra nada, por sua causa o cinema fecha e as pessoas que queriam se divertir não podem fazê-lo, a renca de idiotas aparece na TV e vai embora prometendo que "amanhã vai ser maior".

Essa gente cerceou o direito de vendedores ganharem sua comissão, consumidores comprarem o que bem entenderem, espectadores assistirem seus filmes, pessoas lancharem e passearem com a família. Mas segundo sociólogos de botequim, antropólogos de final de feira, rábulas e juízes de fancaria, o "direito de manifestação" deles é sagrado. 

Ou seja, o seu direito de viver a sua vida e não encher o saco de ninguém relativo, o direito de militontos com cabeça de camarão encherem o seu é absoluto. 

Nessa sociedade brasileira cada vez mais infantilizada tudo é possível, até o que parecia impossível.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Rolezinho por cima dos direitos dos outros

Notícia no BOL

"Acabou o último lugar onde a gente tinha sossego", disse uma mulher após ler o aviso (que o Shopping Leblon estava fechado por conta de um rolezinho), mas que não quis se identificar.

Notícia no Terra

Antes, durante a semana, o shopping tinha conseguido proibir o rolezinho na Justiça, que havia estabelecido multa de R$ 10 mil por pessoa que participasse do evento. A decisão, no entanto, foi derrubada na noite deste sábado.

A decisão da desembargadora atendeu ao grupo de advogados que atua em manifestações no Rio e tem apoio da Ordem dos Advogados do Brasil.

Duas coisas chamam a atenção nesses pequenos trechos, a primeira é que de certa forma podemos ver uma das maravilhas do esquerdismo (que não é a origem, mas é incentivador desses arrastões), que é igualar tudo por baixo.

Não é o sossego da "classe média" que acabou, é o de todo mundo. Nossas cidades são perigosas, sujas, desconfortáveis e com poucas opções de lazer. Viver no Brasil é ir de casa para o trabalho, de casa para a casa de alguém, de casa para o shopping e de volta para casa.

Nossas praças, parques e ruas pertencem cada dia mais aos marginais, flanelinhas, traficantes de drogas. Ricos, não tão ricos, classe média, pobres, todos precisam correr para os shoppings, onde a limpeza, o conforto relativo e a segurança os fazem esquecer que estão no Brasil.

Bom, se depender da turma engajada isso acabou, o que me leva à segunda coisa que chama a atenção, que é fato disso tudo ocorrer com o apoio e a ajuda da OAB.

Se em outro tempo a entidade se tornou famosa por lutar pela democracia e pela justiça, hoje é um espantalho que a cada dia mais é associado à defesa de muita coisa que não presta.
Importunar o seu almoço, te proibir de ir ao cinema, fechar um shopping num domingo dando como única alternativa o uso deste como palco de um espetáculo grotesco, tudo isso virou direito constitucional.

O seu direito que se dane.

domingo, 19 de janeiro de 2014

O rolezinho no Plaza

No dia 18 de janeiro, a balbúrdia (rolezinho) foi no Plaza Shopping, em Niterói, um shopping de rico que fica perto de um terminal de barcas e outro de ônibus que leva pessoas aos abastados municípios de São Gonçalo e Itaboraí, entre outros.

Com um restaurante de grife na porta, especializado em caríssima cozinha internacional, o Habib's, além de lojas para poucos escolhidos como C&A, Renner, Leader e Casas Bahia, o local é um templo da classe AAA, que se delicia com caríssimos repastos no Giraffa's e na Parmê, além dos finíssimos chocolates europeus da Cacau Show e da Chocolates Brasil.

Nesta meca do consumo de alto nível, local onde é possível abrir carnês para comprar um ventilador em 24 vezes com juros e comprar casquinhas de sorvete a dois reais, foi realizado um ato de protesto contra a segregação racial e social no Brasil.

Como é sabido por todos, pretos e pobres são impedidos por lei e pela força de seguranças de se misturar com aquele bando de ricos brancos de olhos azuis que frequentam o Plaza e outros shoppings do país, e assim ficam alijados de fazer parte do high society, não podendo, por exemplo, comprar uma sandália Ipanema ou uma camiseta da Taco.

Por esse motivo, uma turma resolveu fazer um "rolezinho" neste shopping, invadindo o local à força e botando para correr aquelas madames que estavam na fila da Vivenda do Camarão com seus poodles e também as que estavam sentadas nos bancos de plástico da praça de alimentação com seus gatos persas esperando o número da sua senha no Mister Pizza ser chamado.

Outra classe de brancos ricos que foi prejudicada pela justa revolta dos jovens foi a dos vendedores, gente que ganha em comissões quase o mesmo que um jogador de futebol ou um pagodeiro ganha por mês, tanto que filas imensas se formam toda vez que abre uma vaga em alguma loja, todos interessados em poder passar a andar de carro com motorista e em trabalhar de domingo a domingo com uma folga escalonada.

Os vendedores foram impedidos assim de lucrar com sua exploração do modo de produção, a mais valia, essa covarde apropriação do trabalho alheio feita pelos empresários capitalistas que trabalham na Aldeia dos Ventos, na Riachuelo e no Mc Donald's, por exemplo.

O "rapper" PH Lima, um dos líderes do movimento, declarou que "as lojas só estão fechadas e estamos sendo seguidos por todos esses seguranças porque somos negros e pobres. Se fosse o Eike Batista, a Fifa, ou playboyzinhos de olhos azuis, isso não estaria acontecendo. Essa é a maior prova de que existe sim racismo nesse país", discursou.

Afinal de contas, graças ao funk ostentação, as "camadas populares" do país descobriram que além de saúde, educação, moradia, bolsa, conta de luz, água, internet Wi-Fi, celular, eletrodomésticos e passagens de ônibus grátis, o Estado também deve oferecer o acesso ao consumo conspícuo como direito universal inalienável, como muito bem disse uma inteligentíssima moça que conheço (ela o fez em tom de ironia, mas o que uma burguesa que trabalha e paga as próprias contas sabe das coisas, a inteligência e a razão estão é do lado dos encostados).

Por coincidência, só por coincidência, PC Lima é ligado ao PSOL, mas quem vê a transformação de uma balbúrdia pura e simples em "luta de classes" pelos marxistas farofeiros do país só pode ser olavete doido que vê comunista embaixo da cama.

Como se sabe os "rolezinhos" não são prática nova. Loiros burgueses de olhos azuis, playboyzinhos e demais membros da elite já realizam a prática há muito tempo.

Vestidos com abadás da Hugo Boss ou Armani, Ferragamo ou Chanel, jovens abastados e coroas plastificadas fazem cortejos pelos corredores de vários centros comerciais, andando em bandos de dezenas e até centenas, entoando óperas italianas e dançando o minueto.

Só começaram a ver problema nisso depois que pretos e pobres quiseram fazer igual, correndo em hordas pelos corredores, cantando funks e pedindo sua inclusão naquela micareta consumista.

Realmente, onde estão os deputados, os juízes, as demais autoridades? Precisamos resgatar o sagrado direito constitucional que todo cidadão tem de andar por aí em manadas, caso contrário nem sei onde esse país pode parar.

Periga até quererem voltar com a escravidão.

Link da notícia: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/rolezinho-com-tom-político-reúne-50-pessoas-em-niterói



Rolezinho e BBB

Incrível, o rolezinho tomou tanto a atenção das pessoas que ainda não vi comentários sobre o BBB na minha timeline, ainda que seja cedo para elogiar.

Imaginem que genial se ninguém falasse no assunto, a audiência fosse caindo, a Globo decidisse cancelar o programa e esquecesse os BBBs trancados lá dentro da casa.

Respeito, por favor, senão vai sem favor mesmo

Um breve esclarecimento, eu sou um católico orgulhoso da minha religião, um orgulho as vezes tão grande que me pergunto se não seria até pecado, já que beira a vaidade.
Sou uma pessoa democrática, tirando certos tipos de gabirus que têm por ideologia e missão o objetivo de tolher minha liberdade, aturo quase qualquer um.
Mas quando falo da minha religião, não. Quando o assunto é a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana comigo funciona o sistema da democracia africana, ou seja, todos são livres para elogiar.
Isso perto de mim, claro, longe podem dizer o que bem entenderem, não sou patrulheiro da consciência alheia.
Mas aqui e no meu perfil pessoal ofensas, diatribes, chororôs e lamúrias contra a Igreja, o Pontifex Maximus, o Papa Emérito e demais membros do clero serão ignoradas e apagadas.
Para quem quiser falar mal não faltam lugares na internet, agora até um grupo humorístico que se celebrizou fazendo piada sobre latas de refrigerante resolveu virar a versão Zorra Total da ATEA.
Aqui não, por favor. Obrigado.

Povão não dá rolezinho

Parei na Yogoberry do Plaza Shopping de Niterói e, claro, tive que puxar assunto com a caixa sobre o rolezinho de ontem por lá.

- Ontem foi confuso aqui, né? Com o tal do rolezinho.

- Sabe que se não tivessem me falado que aquilo era uma manifestação eu nem ia saber?

- Ué, mas não foi a maior quizumba? Disseram que um pessoal da periferia vinha aí para barbarizar o shopping.

- Meu senhor, todo dia tem um monte de gente da periferia aqui, eu mesmo sou uma delas, e a gente vem é para trabalhar, comprar, pagar contas ou cuidar da vida, ali ontem eram uns 40 playboys liderados por um sujeito esquentadinho.

- Mas teve algum problema ou não?

- Só um cara que tentou roubar a bolsa de uma senhora e levou uma coça, mas isso aí não é manifestante, né, isso é vagabundo mesmo.

Depois desse diagnóstico acho que o assunto se esgota. Ou não.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Papel higiênico 5S

Acho muita babaquice mesmo ficar criticando esquerdopatas só porque eles usam iPhones, como diz um texto que todos eles andam divulgando que é tão honesto que começa dizendo que precisou consultar a Wikipedia para saber o que era o smartphone da Apple.
Ora bolas, usar iPhone nem de longe é a maior incongruência cometida por gente que defende regimes onde até PAPEL HIGIÊNICO é luxo.
Se usa um Neve folha dupla e se diz fã de Che Guevara já é poser, o iPhone é só um detalhe.

Sorvete napolitano

Pode notar que toda ONG ou "movimento social" que tenha "afro" no nome concentra um número de cretinos e demagogos ainda maior do que os demais da mesma cepa concentram normalmente.
Conseguem transformar até a ordem dos sabores de um sorvete napolitano em racismo.

No sorvete napolitano se o chocolate estiver por último é racismo, se estiver no meio é oprimido e se vier primeiro foi por cotas! (essa última frase é do 
Mateus Tiago Ronchi Mendes).
 

Babaquice no Brasil é que nem escândalo, tem tanto que você até esquece

Atualmente é assim, todo dia aparece tanta cretinice nova e geralmente pior, que eu sinto até saudade das velhas.
Vejam vocês, ando com saudades da polêmica sobre o Lulu (alguém ainda lembra?).

Prova oral

- Segundo Marx...

- Pode parar, não tem mais como você consertar o erro a partir daí.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Esquerdopata fashion week

Ansioso aqui para ver qual será a nova modinha da turma engajada, porque já estou mais de saco cheio de falar e ouvir falarem em "rolezinho" do que estava quando a "tática black bloc" era a babaquice da vez.

Crime e castigo

Que me perdoem as (boas) pessoas que fazem isso, mas quem entra em debate com um sujeito que se intitula "Maestro Bogs, o vlogger e ativista ateu" deveria ser condenado a receber uma assinatura da Carta Capital e outra da Caros Amigos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Rolezinho é arrastão

É claro que em algum momento iriam dizer que a reação contrária de setores da sociedade aos arrastões em shoppings (vamos começar a chamar essa joça pelo nome certo) deriva de "racismo" por parte de gente que não se conforma com o fim da escravidão.
E quem afirma isso só o faz baseado em fatos concretos, como, por exemplo, os arrastões de loiros dinamarqueses que aconteceram em São Paulo antes e ninguém nunca reclamou.

Intelectual de esquerda é que gosta de sovaco suado

O Alexandre Borges (recém contratado pela Record, ainda chego lá), publicou algo muito interessante, que colocarei abaixo.
"Caro jornalista engajado, bom dia. Em respeito aos fatos, por favor:
1. Visite uma vez na vida um shopping de periferia.

2. Surpreenda-se ao ver que são frequentados por moradores da periferia.
3. Maravilhe-se com o fato de que os shoppings de periferia são limpos, seguros, organizados e democráticos como qualquer outro que você frequenta.
4. Entenda que seus frequentadores regulares seriam os últimos a quebrar, vandalizar ou saquear os shoppings que visitam com a família e onde encontram os amigos.
5. Volte a fazer jornalismo e tente entender que essa horda de adolescentes não são "o povo popular". Vai trabalhar, vagabundo!
Obrigado"
Não sei como é em São Paulo, berço dos rolezinhos, mas não deve diferir muito do Rio de Janeiro, lugar que posso falar por experiência.
No Rio mais da metade desses esquerdopatas que apoiam os rolezinhos e acham tudo muito lindo nunca sequer pegaram um metrô e foram conhecer o shopping Nova América, se fossem veriam que pobre também adora limpeza e ar-condicionado.

Economia de tempo

Lutar por "aceitação" é perder tempo precioso de vida se preocupando com quem já não gosta de você antes mesmo de te conhecer.
Ora, danem-se todos.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Moro num país tropical na cidade maravilhosa

Fique preso num engarrafamento dentro de um ônibus lotado, caindo aos pedaços e sem ar-condicionado, em plena avenida Brasil, com um sujeito do lado ouvindo música no celular sem fone de ouvido, com buzinas de motoboy berrando do lado de fora, um cheirinho de esgoto subindo daquele rio poluído, sob uma sensação térmica de 50 graus e depois veja se consegue ouvir pacificamente algum cretino cantar "País Tropical" ou "Cidade Maravilhosa".

Cenário insustentável

O motor do crescimento (insustentável) do governo petista é o consumo, especialmente das classes C, D e E, hoje o jornal O Globo mostrou os níveis alarmantes de inadimplência dos compradores de unidades do Minha Casa Minha Vida.

Claro que uma coisa são os preços irreais de imóveis na zona sul do Rio de Janeiro, por exemplo, onde imóveis ruins numa cidade com péssima qualidade de vida custam o mesmo que imóveis na Europa, e esta crise nos imóveis mais populares é outra coisa bem diferente, mas se a tal "força da economia" petista é, repito, o consumo nessas classes da população, e estas encontram-se endividadas até a ponta da chapinha do cabelo, como não falar em bolha?

O que acontece é que parecemos viver duas bolhas distintas, uma imobiliária, ainda longe de estourar, e que vai atingir o mercado imobiliário da classe média e média alta, e outra, prestes a explodir, nas classes mais baixas, com inadimplência generalizada, crise de crédito e perda da capacidade de consumo de quem até aqui foi usado (através do crédito fácil e irresponsável) para segurar o rojão de uma economia combalida pela péssima gestão petista.

Não sou economista e esses profissionais podem opinar bem melhor do que eu (me corrigindo se for o caso), mas o cenário que se anuncia parece ser desolador.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A paquera no rolezinho

"São apenas jovens querendo deixar de ser invisíveis, querendo a aprovação da sociedade que os marginaliza".
Taí uma excelente maneira de ser aceito, correndo aos berros, assustando as pessoas, agindo de forma grotesca e caprichando na falta de educação.
Como será que esses caras chegam em cima de uma garota que estão afim e tentam conquistá-la? Oferecendo um picolé de cocô?

U-hu é rolezinho

Vamos lá, galera do PSOL, PSTU, PCO, black bloc, coletivos, movimentos ONGs e DCEs, vamos levar o povão num shopping para invadir o Habib's e expulsar as madames que sempre vão lá comprar esfirra a R$ 0,98.

Escolha difícil

Entre "não vai ter copa" e ficar ao lado dos debiloides do PSOL e da esquerda lunática e "vai ter copa" e ajudar os objetivos dos cleptocratas do PT e seus marxistas farofeiros, o melhor mesmo é viajar em junho e torcer para que o Messi ou o Cristiano Ronaldo levante essa taça.

Somos todos filiados ao PT

"Militantes" do PT já juntaram mais de 100 mil reais para pagar a multa do Genoíno, mas não pense que eles são os otários, porque é você, pagador de impostos, que está doando essa grana, afinal, você acha que o dinheiro deles vem de onde?
Todo brasileiro que paga imposto é filiado ao PT, ainda que involuntariamente.

O dinheiro dos outros

O engraçado nesses socialistas tupiniquins é que eles estão sempre preocupados com o consumismo DOS OUTROS.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Já que anda tão pró-ativo, esse pessoal podia aproveitar e dar um rolezinho com uma vassoura em volta do quarteirão

Quem desaprova os rolezinhos é porque não gosta de pobre no shopping.
Deve ser por isso que em praticamente cada um dos "templos do consumo" no país tem uma Casa & Vídeo, uma Leader, uma Renner, uma Casas Bahia e promoções de dose dupla de chopp, só para servir as madames do Leblon e dos Jardins que não vivem sem fazer um carnê de financiamento.

Barca furada

O que será que vem por aí nessa espiral da idiotia esquerdista?

"Queremos shopping público, gratuito e de qualidade"?

Sem que muitos percebam o Brasil vai subindo nesse barco de Caronte marxista farofeiro bolivariano.

O povão e o rolezinho

Quem desaprova os rolezinhos é porque não gosta de pobre no shopping.

Deve ser por isso que em praticamente cada um dos "templos do consumo" no país tem uma Casa & Vídeo, uma Leader, uma Renner, uma Casas Bahia e promoções de dose dupla de chopp, só para servir as madames do Leblon e dos Jardins que não vivem sem fazer um carnê de financiamento.

Truculência

É relativamente simples dispersar 99% das manifestações esquerdistas (inclusive rolezinhos), basta anunciar que para diminuir a desigualdade e melhorar a inclusão estarão distribuindo vagas de emprego no local. 

Garanto que sai todo mundo corre do a tempo de chegar em casa para garantir o Toddynho do lanche.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Já que é pra forçar a barra

"O transsexual pode usar o banheiro feminino do shopping porque ele se enxerga como mulher", assim fica fácil, vou me enxergar como dono do shopping e exigir que as lojas me dêem coisas de graça.

Um medo: que essa Clarice Falcão termine virando uma espécie de Chico Buarque, que ninguém pode falar mal sem sofrer coerção social

Porta dos Fundos, não é a toa que se trata de eufemismo para cu.
Claro que não devem ser tirados do ar por fazerem piada com religião (ainda que não tenham culhões de fazer piada com muçulmanos), seria como proibir os outros de cagar só porque o cheiro não te agrada.
Mas também ninguém pode te obrigar a dizer que uma bosta é cheirosa enem que a outra é engraçada.

Tá de brincadeira

"O transsexual pode usar o banheiro feminino do shopping porque ele se enxerga como mulher", assim fica fácil, vou me enxergar como dono do shopping e exigir que as lojas me dêem coisas de graça.

Um medo

Que essa Clarice Falcão termine virando uma espécie de Chico Buarque, que ninguém pode falar mal sem sofrer coerção social.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Os senhores são uns brincalhões

Pesquisa revela que o Brasil é um dos lugares onde os estrangeiros mais gostariam de morar.
Não duvidem da pesquisa e nem da sanidade de tais estrangeiros, se você também viesse para o país apenas para passar o dia na praia e não precisasse lidar com funcionários públicos, saúde pública, educação pública, transportes públicos e nem com a falta de educação dos nativos 27x7x365, provavelmente você também pensaria tal loucura.

Não duvidem

Pesquisa revela que o Brasil é um dos lugares onde os estrangeiros mais gostariam de morar.

Não duvidem da pesquisa e nem da sanidade de tais estrangeiros, se você também viesse para o país apenas para passar o dia na praia e não precisasse lidar com funcionários públicos, saúde pública, educação pública, transportes públicos e nem com a falta de educação dos nativos 27x7x365, provavelmente você também pensaria tal loucura.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Feriado mundial

Hoje o rei do rock completaria 79 anos e não se faz mais nada no aniversário de Elvis. É feriado mundial.
Até amanhã, amigos!
Hail to the king of rock'n'roll!


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A universidade

10 entre 10 esquerdopatas acreditam que o papel da universidade é servir como niveladora da sociedade.

Praticamente molham as cuecas do Che Guevara falando que "o filho do pedreiro vai virar doutor", como se uma nação só com doutores em antropologia do churrasco (acredite, existe isso) pudesse ser algo diferente de um país onde Lula é "doutor honoris causa" (até hoje ele acha que isso é Honório escrito errado) e consequentemente eternamente subdesenvolvido.

A universidade não é niveladora de nada, pelo contrário, ela existe para formar uma elite. Tremam, esquerdopatas, porque é isso mesmo, uma ELITE.

Uma universidade dedicada a ser "inclusiva" e onde "todos sejam iguais", que se dedique a uniformizar os cidadãos ao invés de dar oportunidade e cabedal para que os MELHORES se sobressaiam deixa de cumprir sua função básica que é, repito, formar uma ELITE.

Os bons, os melhores, os gênios, os mais capazes, os que com sua superioridade puxarão (isso mesmo, como burros de carga) o país para frente através do progresso que só o gênio pode trazer.

Essas universidades brasileiras, onde se "constroem coletivos" mas não se edificam mentes solitárias, pois o gênio é um solitário, são apenas isso aí que a gente vê cada vez que acontece uma ocupação de reitoria, que é desperdício de dinheiro do contribuinte na forma de marxistas farofeiros de cabelo ensebado.

Para formar gente igual uma à outra, como um desfile do exército vermelho, era melhor gastar esse dinheiro distribuindo café e rosquinhas.

Café com rosquinhas é mais importante para a humanidade do que o PC do B, o PSOL, o PCO, o PSTU e a UNE, todos juntos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Gênio da arquitetura

Todo mundo que acha sinceramente que o Niemeyer era um gênio incontestável deveria ser obrigado a morar um mês em Brasília sendo obrigado a só andar a pé.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Chuvas de verão

Desde que o mundo existe (ou pelo menos desde que os homens pisam na sua superfície) as estações vem e vão.
Primavera, verão, outono, inverno, e com elas chega a chuva, o calor, a estiagem, as tempestades de vento, as marés, enfim, qual a novidade nisso?
No entanto em Banânia os governantes curiosamente são pegos de "surpresa" pelas chuvas que inundam tudo no verão, pela seca que castiga o nordeste, pelas estiagens que diminuiem o nível dos reservatórios das hidroelétricas, por ventos que derrubam torres de transmissão.
Somos governados por cornos, não por culpa das suas esposas, mas porque são sempre os últimos a saber.
Surpresa, excelências! Chove e faz seca no mundo! Venta e o mar tem ondas!
O aviso está dado, ano que vem quero ver qual será a desculpa.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Calor

Reclamar do calor é um direito constitucional que está acima do voto. Ninguém, repito, ninguém deve ser submetido a temperaturas que fariam um camelo desejar um Gatorade e ainda por cima ter que ficar quieto, sem soltar nem um muxoxo. 

E digo mais: esse clima é um dos fatores que impossibilitam o Brasil virar um país de primeiro mundo. 

Não existe civilização possível debaixo de um calor de 50 graus.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tratorou o baile funk

Um sujeito desesperado com o barulho de um baile funk resolve pegar um trator e acabar com a bagunça. Sinceramente não tenho como não simpatizar com ele.
O brasileiro tem um problema sério: gosta de extrapolar a sua individualidade e invadir a dos outros. O sujeito que coloca mesas e cadeiras na calçada em frente de casa, monta uma churrasqueira, vira os alto-falantes para a rua e dá uma festa, não está exercendo nenhum direito, mas invadindo o dos outros.
Ninguém é obrigado a conviver com um salão de eventos em frente de casa. Aliás, até mesmo o que você faz dentro da sua casa só é da sua conta a partir do momento em que você não incomoda os outros, saiu disso, é da conta de qualquer um.
O cidadão médio de Banânia tem uma noção estranha da realidade. Acha que se "paga suas contas" (obrigação sua, afinal quem pagaria, eu?), está automaticamente liberado para fazer qualquer coisa que não seja roubo, assalto, sequestro e homicídio.
Jogar lixo no chão, violar a lei do silêncio, privatizar uma calçada, estacionar em local proibido "rapidinho", tudo isso é "perfeitamente normal", afinal, "todo mundo faz".
Só quem já tentou estudar, assistir um filme no DVD ou simplesmente dormir enquanto algum vizinho ou algum chimpanzé de porta-malas aberto fazia algazarra tocando música alto (e geralmente música ruim) é que sabe como esse tipo de coisa pode ser insuportável.
Essa cultura do "deixa ele", do "pára de ser do contra" ou "Brasil é bagunça organizada" é, dentre tantos outros motivos, o que torna este país um lugar insuportável de se viver.
Se você chama a polícia logo é taxado de "exagerado" e "sem o que fazer" até pelos próprios agentes da lei, que na maioria das vezes vão te tratar como alguém que está "de frescura". O normal é aturar uma berraria nos ouvidos, um alarido de gente gritando, palavrões em altos brados e batuque na cabeça até que os digníssimos mal-educados se cansem e te deixem em paz.
A rua não é extensão da casa de ninguém, mesmo que seja a calçada imediatamente em frente a esta, e os ouvidos dos outros não são penico. Nem sempre o que você gosta todo mundo gosta e ninguém é obrigado a aturar o seu barulho, não interessa se é seu aniversário, noite de ano novo ou carnaval.
Um povo que tem a mania de prestar atenção na vida um do outro e que faz da fofoca esporte nacional deveria se perguntar de vez em quando o que o vizinho acha de certos comportamentos, o que será que falam pelas suas costas.
Afinal ninguém "paga as suas contas", mas não é por isso que você precisa passar a vida pagando mico e achando que está arrebentando.
Vergonha alheia é muito legal, mas vergonha própria é melhor ainda, não ocupa espaço e anda escassa no país tropical.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Clima agradável

O bom do Brasil (e especialmente do Rio de Janeiro) é esse clima de montanha. Montanha de Mordor.

Vamos lá

Agora que você já descobriu que não ganhou a Mega Sena da Virada, que tal se preocupar mais com a situação da economia do país e dar uma mãozinha para enxotar a companheirada do Planalto?
Feliz ano novo!

Clima de montanha

O bom do Brasil (e especialmente do Rio de Janeiro) é esse clima de montanha. Montanha de Mordor.