segunda-feira, 24 de março de 2014

A burguesia do capital alheio

Essa foto foi tirada em Gramado, no Rio Grande do Sul, mas em todo o país podemos ver que deixou de ser "feio" e "coisa da direita" falar mal do PT, aliás, mal não, falar as verdades sobre o PT. Ninguém tem culpa se praticamente todas elas sejam mais feias do que sovaco de feminista.

Muita gente (bem mais do que parece) simplesmente encheu o saco do PT. As pesquisas eleitorais que dão vitória ao Poste de Terninho no primeiro turno (e não querem dizer muita coisa a essa altura do campeonato, caso contrário o Serra seria o presidente) também mostram que mais de 60% da população quer mudar o rumo do país. Há quatro anos era o contrário, a maioria queria manter a farra do crédito fácil (e podre) do lulopetismo.

O povo está endividado, a inflação corrói o poder de compra, a infra-estrutura está em colapso, a roubalheira atinge níveis inimagináveis e só quem ganha muito dinheiro público para fingir que tudo está bem (e quem não ganha nada para bancar o palerma) é que ainda acredita na propaganda enganosa do João Santana, o dublê de marqueteiro e primeiro-ministro que criou no Photoshop e na computação gráfica as únicas obras que o PT tem para mostrar.

O resto do país, o país real, é o Brasil ruim e caro que você conhece muito bem e que muita gente também está se dando conta.

E a radicalização do discurso do partido e de seus estafetas nas redes sociais demonstra que eles têm noção disso. Por essa razão é que ao invés de radicalizar do mesmo modo, só que para o outro lado, o eleitorado oposicionista deve é conquistar esses 60% que querem mudar o país.

Falar 24x7x365 em golpe comunista, em intervenção militar, entre outras coisas, é pregar para o coro da Igreja, é converter quem já é convertido.

Falemos da falência da Petrobrás, dos vagabundos em cargos comissionados, da roubalheira generalizada, dos transportes públicos vergonhosos, dos blogs sujos sustentados por estatais, dos impostos escorchantes, da incompetência que é a característica do PT ao governar.

Precisamos decidir se queremos apenas trollar esquerdopatas e vê-los se descabelando de raiva na internet ou se queremos botar os seus patrões para correr de Brasília.

Quando a fonte secar e eles tiverem que fazer o que acreditam sem receber verba estatal por isso, assim como faz essa crescente força oposicionista que vemos na internet, aí sim é que vamos ver se eles gostam mesmo do PT ou se era só uma questão de ser burguês com o capital alheio.

Fora PT!



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