segunda-feira, 24 de março de 2014

A esquerda é uma indústria de vítimas, seja de que lado for

Os "progressistas" se juntam e organizam uma marcha "antifascista" para botar os coxinhas para correr. Chegam gritando que lugar de reaça é na ponta do fuzil, reclamam que aquela gente não tinha direito de estar ali (eles podem todo dia), xingam, fazem gestos obscenos e, quando podem, partem pra agressão física.

Fazem isso 99 de 100 vezes.

Na centésima alguém, sabe-se lá porque, resolve se cansar de voltar pra casa quieto porque "a rua é do povo" (leia-se: a rua é de quem leva uma bandeira vermelha), parte pra cima, outros vão atrás e os comunas levam um couro.

Pronto, é o que basta para posarem mártir, falar nos seus "feridos", dizer que a ameaça conservadora é cada vez maior. Isso geralmente um ou dois posts depois de fazer piada sobre o tamanho da marcha dos reaças caber num Fusquinha.

99% do tempo vagam por aí fazendo vítimas. Quem já viu o que um grupo de esquerdistas em maioria numérica é capaz de fazer sabe do que estou falando. Seu ódio contra a PM não é outro senão pelo motivo de não poderem botar a polícia para correr debaixo de pau.

Mas quando a coisa se inverte, 1% das vezes, tornam-se especialistas em se fazer de vítima.

Ser esquerdista é jogo de ganha-ganha, batem nos outros porque estão certos, apanham por causa das suas virtudes. E a culpa só não é da vítima quando a vítima é um deles.

A foto que ilustra esse texto é de um "progressista" cuspindo num poderoso fascista na porta do Clube Militar em 2012.



0 Comentários