quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A guarda pretoriana do PT

Desde quando "progressista" passou a significar ISSO que significa hoje em dia eu não sei, mas sei basta ouvir essa palavra atualmente que eu já imagino qualquer coisa, mas dificilmente algo que preste.

Pois bem, um conhecido blogueiro progressista vive pedindo censura (ele chama de "Ley de Medios", assim mesmo, em espanhol, talvez para tentar ser engraçado), vez por outra também pede que o governo crie uma Guarda Nacional (Guarda Pretoriana) para a Presidência da República.

Jura que é para ser igual a Guarda Nacional dos Estados Unidos, mas até as placas de mármore das escadarias da igreja universal (aquela que emprega a turma da Record) sabe que é para ser algo mais próximo de Cuba mesmo.

Diz assim o baluarte da liberdade, sempre naquele estilo cabrito fazendo cocô de escrever (em bolotas):

- "Seria e é uma forma de evitar que as Forças Armadas sejam obrigadas a intervir, diante do fracasso das polícias militares."
- "A Força Nacional de Segurança seria federal."
- "O Governo Federal faria o recrutamento."
- "O Governo Federal faria o treinamento."
- "E o Governo Federal exerceria o comando."
- "A Força Nacional de Segurança tem que ter um centro de operações em Brasília e comando federal permanente."
- "Seu objetivo é (...) estar em condições de entrar em ação rapidamente, quando a Presidência da República considerar necessário."

Fora isso, esse verdadeiro luminar da democracia acrescenta mais o seguinte:

- "(A Guarda Nacional) deveria ser uma bandeira de seu Ministério (o da Justiça), se ele o ocupasse (José Eduardo Cardozo): fundar uma Guarda Nacional Republicana. E tratar esses Golpes de Estado da Direita, capturados pela Globo Overseas, como eles merecem: com a coerção e a Lei." (Lei do cão, provavelmente).

Olha que bela lista de reivindicações para um Brasil mais bom e belo: uma lei de imprensa (censura), uma guarda nacional pronta para tratar com coerção os "golpes" da direita. Só falta pedir um cetro com uma estrela na ponta, uma capa vermelha e uma coroa no formado de um jerimum alado.

Finalizando, uma coisa me deixou curioso, como assim "golpes da direita"? Se foram "golpes", assim no plural, então não deram certo, né? Porque golpe que dá certo só precisa de um.

Vejam os casos do Fidel ou do Pinochet.




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