quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Black playbas - Publicado originalmente em 15 de agosto de 2013

Nenhum dos apaixonados e embevecidos pelos Black Blocs, Passe Livre, Mídia Ninja e demais personagens destes quebra-quebras se perguntou por que, curiosamente, esse tipo de manifestação mais voltada à delinquência acontece em estados onde o PT possui interesses eleitorais?

Sem dúvida os três locais com maior incidência de distúrbios sérios são Minas Gerais (governado por adversários), São Paulo (governado por übber adversários) e Rio de Janeiro (governado por um aliado que eles estão doidos para dar um chute no traseiro).

Ontem eu vi esse trupe passando pela rua. Todos moleques bem nascidos, com smartphones nas mãos, acompanhados por pessoas com câmeras, advogados e provocando os policiais (que geralmente já tem aquela mentalidade de pitbull no cio).

Quebram tudo, são detidos e em meia hora já estão liberados. Costas quentes? Bobagem.

Protestos voluntários? Coisa espontânea? Me parece muito difícil, quando até os alvos da ira são escolhidos a dedo.

Não que todos ali estejam a mando de alguém, muitos na verdade nem sabe o que fazem além de quebrar tudo, mas há que se levar em conta o grau de organização e a estrutura que esse pessoal tem a seu dispor. Parece coisa de partido, de alguém interessado em fomentar o baguncismo e dar suporte a ele.

E o pior é que essa gente que está na rua agora é bem diferente da multidão de desavisados que saiu de casa em junho. Esse pessoal mascarado, truculento, que só age em bando, pode ser tudo menos democrático.

E a imprensa insiste em tratá-los como verdadeiras flores do bem.




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