domingo, 9 de março de 2014

Cadê o dinheiro da família do Amarildo? A ONG comeu

Olha que coisa curiosa: artistas engajados e expoentes da esquerda caviar organizaram uma ação chamada "Somos Todos Amarildo”, onde um leilão de peças de arte e um show no Circo Voador foram realizados para arrecadar dinheiro para a famíliado pedreiro torturado e morto por policiais na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

Os eventos arrecadaram 310 mil reais, uma bela bolada, não é mesmo? Mas eis que a Veja noticiou que deste dinheirão, a família do Amarildo ficou apenas com um dinheirinho, para ser mais exato, 60 mil reais divididos entre a compra de uma casa e da mobília.

O restante do dinheiro, aí sim, um dinheirão, 250 mil reais, foi para o bolso de um tal de Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), ONG que tem entre seus diretores um assessor do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL).

Sempre as ONGs. Sempre o Freixo.

Sobre elas, o que dizer? O documentário "Vale quanto ou é por quilo?" já mostra como é excelente o "negócio" de "cuidar dos pobres e oprimidos". Enquanto estes ficam com algumas migalhas, gatos gordos recebem altas verbas para sustentar seu estilo de vida.

Como diz um trecho da reportagem da revista, "um dos organizadores do evento, que pede para não ser identificado, afirmou ao site de VEJA que, desde o início, a família sabia que não ficaria com o montante total do dinheiro – apesar de o uso do nome do pedreiro dar a entender que o valor seria destinado a ela". O problema é que disseram para a família que ela receberia metade do dinheiro, só que, até ontem, a matemática mandava avisar que a metade de 310 não é 60.

Ou seja, fora o fato de terem engrupido a família, isso configura, no MÍNIMO, uma propaganda enganosa para os incautos que participaram dos eventos e colocaram dinheiro neles pensando que a grana ia para a família do Amarildo, mas ao invés disso acabaram doando involuntariamente uma bela quantia para a ONG que se especializou, entre outras coisas, em ser assessoria jurídica de black blocs.

Sobre ele, o deputado queridinho da esquerda caviar e dos artistas engajados, fica aquela estranha sensação de que várias esquisitices - pra dizer o mínimo - acabam sempre ligadas a ele, ainda que o próprio e os fiéis da seita ao culto da sua personalidade jurem que ele nunca tem ligação com nada, só mesmo com a luta por um "mundo melhor", colorido e de pelúcia.

Como o bordão atual é o "imagina na copa", vamos dar uma mudada nele e perguntar: imagina se é o Eduardo Paes (ou o Sérgio Cabral) que inventa um evento para ajudar alguém, arrecada 310 mil reais e uma ONG ligada a ele embolsa 80% desse valor?

A turma do PSOL provavelmente faria uma berraria que poderia ser ouvida lá na Coréia do Norte, junto com uma greve de Toddynho e a destruição de alguns vidros de agências bancárias.

Mas se for a turma fechada com Freixo, pode.

Link para a reportagem:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cade-o-dinheiro-do-amarildo?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_veja



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