terça-feira, 12 de novembro de 2013

Steve Jobs e a educação

Steve Jobs, que era um sujeito cheio de defeitos mas não se pode negar que era também um dos maiores visionários e administradores da história, sabia das coisas.

Não dá para tratar professores da mesma forma que estivadores ou metalúrgicos, com todo o respeito que estas e outras categorias merecem.

Professores formam pessoas, não nessa visão deturpada de hoje em dia que tenta transferir para a escola o trabalho dos pais, mas no que diz respeito a formar cidadãos responsáveis e, principalmente, críticos, e não esse monte de ovelhas do marxismo farofeiro, cuspidas de máquinas processadoras como se fossem nuggets produzidos em série para serem consumidos em algum Mc Donald's da dimensão guevara.

Educação não é produção em série. Não é doutrinação e nem é emprego público desses em que o sujeito coloca o paletó na cadeira e vai tomar um cafezinho na esquina.

Os bons merecem o reconhecimento e os ruins, um chute no traseiro.

Isso inclui esses sindicatos que a cada dia mais são única e exclusivamente porta-vozes do atraso.

Mais Jobs, menos Marx.




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