terça-feira, 4 de março de 2014

Vamos ao que interessa

Marcha da Família, pedidos de volta dos militares, candidaturas nanicas, posturas caricatas, brigas internas de fazer inveja às correntes do PSOL, agendas não inclusivas ("quem é a favor disso ou contra aquilo não entra"), são o que a nova direita que finalmente vem conquistando espaço e visibilidade menos precisa.

A esquerda não chegou ao grau de hegemonia atual assustando os outros, pelo contrário, eles disfarçam sua ideologia autoritária e assassina em diversos "objetivos nobres", como se alguém pudesse mesmo ser contra a desigualdade, o fim da pobreza ou uma melhor educação com vistas a mais oportunidade para o maior número de pessoas possível.

No entanto eles de forma mentirosa e mistificadora (como é da sua natureza), conseguem taxar todos os que são contra seus regimes de força como "contrários a um mundo melhor", quando é justamente o contrário.

A direita que defende menos gigantismo do Estado, mais eficiência, mérito, liberdades individuais, enfim, governos que conseguiram em toda a história as melhores taxas de bem estar e desenvolvimento para seus povos é que deveria estar no ataque, denunciando todo o horror que esses psicopatas de esquerda planejam por trás de seus discursos vazios e floreados.

Por isso seria excelente que a direita brasileira se unisse em torno de valores comuns como tão bem já disseram Olavo de Carvalho e Luciano Ayan, e demonstrasse a quem não respira política 24 horas por dia porque sua vida seria muito melhor caso se livrasse, pelo voto, dos vagabundos liberticidas e corruptos da esquerda.

As idéias da direita são maioria entre o povo em praticamente cada questão individual, desde o desarmamento até a maioridade penal, falta que a direita se organize e traduza isso em força política real.

Vamos ao que interessa.
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