quinta-feira, 10 de abril de 2014

A educação está praticamente reprovada

O sociólogo Renato Cinco celebrizou-se por organizar aquelas micaretas da maconha que os militontos chamam de "marchas". E ainda que apresente outras iniciativas como justificativa para sua existência política, foi o sucesso conseguido entre estudantes profissionais, universitários doidões e militantes de esquerda que o ajudou a se eleger vereador.

O fato de tal figura ser vereador, aliás, diz muito sobre as razões do atual estado do Rio de Janeiro, cidade favelizada, suja, mal cuidada e onde pessoas são assaltadas em plena luz do dia, sob as barbas das autoridades que nada fazem, porque crime é "questão social".

Claro que o Sr. "Cinco" não é o responsável por tudo isso. A decadência do Rio de Janeiro como cidade vem desde a década de 1980, quando Leonel Brizola governou sob os mantras "favela não é problema, é solução" e "criminalidade é questão social", mas sua eleição para a câmara só foi possível devido à obra dos molestadores intelectuais de esquerda, que dominam a política, a educação e as artes na cidade.

Só que agora o Sr. "Cinco" achou que é hora de ampliar a freguesia e resolveu distribuir cartilhas nas escolas do município, pregando suas visões e as de seu partido, o PSOL, daquela gente democrática como o Jean Wyllys e cheia de ética como a Janira Rocha.

Segundo notícia do Globo, "a divulgação de uma circular da Secretaria estadual de Educação, que proíbe a veiculação de qualquer material impresso dentro das escolas da rede sem que haja uma análise prévia da direção da unidade ou de um representante da própria secretaria, está gerando uma polêmica que já chegou até a Câmara de Vereadores. Alegando que se trata de censura, o vereador Renato Cinco (PSOL) pretende entrar com uma representação no Ministério Público ainda esta semana pedindo para que o órgão apure o caso. O estado, por sua vez, alega que a atitude de Cinco é uma reação político-partidária, já que ele vinha distribuindo cartilhas elaboradas pelo seu gabinete para serem distribuídas nos colégios. (...) Entre as ilustrações do material, há o exemplo de um aluno com uma camiseta em que está escrito “grêmio livre”, acorrentado a uma bola de ferro, que traz as palavras diretoria, Secretaria de Educação e governo. (...) Também há, entre os textos, um que incentiva os integrantes de grêmios a, entre outros debates, discutirem a legalização da maconha, tema defendido por Cinco."

Como podem notar, a cada dia a esquerda vai buscar o público alvo mais jovem possível, para que o abuso intelectual comece bem cedo. Não entro no mérito da legalidade ou não de distribuir tal lixo partidário nas escolas (será que o PSOL aceitaria que seus adversários políticos e ideológicos fizessem o mesmo, será que o direito do deputado Jair Bolsonaro distribuir uma cartilha com suas visões também seria defendido pelo Sr. "Cinco"?), mas cabe chamar a atenção das pessoas para o verdadeiro ataque do qual seus filhos são vítimas e das madraças de esquerda que as escolas viraram.

A educação deixou de servir para formar cidadãos que pensam para virar uma fábrica de produção em série de consumidores de ideologias de esquerda.

Por isso é difícil encontrar um jovem que não acredite piamente (e inocentemente) em idiotices como luta de classes, burguesia insensível, estadunidenses malvadões imperialistas, Cuba paraíso onde nenhuma criança dorme na rua, etc.

Cabe a pergunta: é para isso que deve servir a educação? Ora, menos "grêmios" e mais aulas, por favor. O Brasil não vai sair do atraso com cartilhas do Sr. "Cinco", ainda mais porque quem tira cinco vai pra recuperação.

Trocadilhos infames a parte, deixem nossas crianças em paz.

Link da notícia: http://oglobo.globo.com/rio/estado-proibe-divulgacao-de-qualquer-texto-sem-autorizacao-nas-escolas-12145760



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