sábado, 12 de abril de 2014

Comeria a mãe e o bebê

A polêmica da vez é o Bolsonaro sendo destratado no programa do Rafinha Bastos. 

Primeiro não sei qual o espanto das pessoas em relação a seriedade de alguém que já fez piada sobre o estupro de uma mãe e seu bebê. Faz tempo, aliás, que o humor no Brasil é escatológico ou de mau gosto ou feito para chocar ou do bem ou politicamente correto ou garoto propaganda de estatal ou engajado ou Porta dos Fundos ou etc., MENOS engraçado.

A graça deixou de ser critério para ser chamado de humorista no país, basta um programa com traço de audiência, alguns bate-bocas no Twitter ou um canal no YouTube que já serve (Fábio Porchat descrevendo um pentelho sendo levado por um jato de mijo é a prova disso).

Depois que o desespero da esquerdopatia por conta do minúsculo, incipiente, neonato surgimento de uma direita nos meios de comunicação e na internet é tão visível que já fez com que esta recorresse a cantores de MPB, atores de novelas das seis, rappers, modelos-manequins e Freixos para estereotipar os "conservas" como genocidas viúvas da ditadura, logo, nada mais normal e esperado do que agora apelar até para attention whores que comem baratas na TV.

O Bolsonaro deveria só ter perguntado se após ter dito que estupraria um bebê, o Rafinha Bastos não sente vergonha de ter baixado o nível mais ainda e ter virado esquerdista propagador de embromação gaynazi.
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