terça-feira, 22 de abril de 2014

Hay que endurecerse, pero sin perder la hora del Toddynho jamás

Basta ser maconheiro, estudante profissional, aspirante a encostado de sindicato ou movimento social, trepadeira que acha que dar é um ato revolucionário, bichinha histérica, anti-religião, feminista de shopping, Che Guevara de apartamento, rebelde do Toddynho, vomitador de clichés da Carta Capital-Caros Amigos-blogueiros-progressistas, decorar frases feitas como "isso é muito complexo", "não generalize", "você está sendo preconceituoso", "isso é culpa da sociedade burguesa capitalista", etc., não tomar banho, cultivar uma barba tão ensebada quanto suas roupas e pronto, você já é aceito no clube da esquerda.

Para ser de direita tem que ler, estudar, admitir que praticamente tudo o que te ensinaram na escola era lixo idiotizante com o objetivo de te transformar em um zumbi, questionar, aprender a se defender de acusações estapafúrdias como você ser necessariamente racista-nazista-machista-homofóbico-etc só porque não segue a religião marxista, fora o resto.

Logo é fácil notar porque ser de esquerda num país que cultua o medíocre, o idiota, o dissimulado, o falso humilde, o invejoso, o fofoqueiro, o abaixo da crítica, o macunaímico, é muito mais popular do que ser de direita.

Você faz mais amigos, tem chance de pegar mais gente na faculdade, fica bem na fita como defensor de um "mundo melhor".

Mas nada pode apagar o fato inescapável de que você também é uma grandessissima besta quadrada.



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