terça-feira, 29 de abril de 2014

Mais palácios, menos idiotas

Construído entre 1858 e 1876, a partir de projeto do arquiteto alemão Carl Friedrich Gustav Waehneldt, o Palácio do Catete (antes chamado de Palácio do Largo do Valdetaro) pertenceu ao barão de Nova Friburgo.

Mais tarde um grupo de investidores o comprou para fundar a Companhia Grande Hotel Internacional, empreendimento que não teve sucesso em transformar o palácio em um hotel de luxo devido à crise econômica do encilhamento.

À época, a sede do Poder Executivo do Brasil era o Palácio do Itamaraty no Centro da cidade, mas em 1897 o presidente Prudente de Morais adoeceu e o vice-presidente, Manuel Vitorino comprou o palácio e ali instalou a sede do governo.

De 24 de fevereiro de 1897 até 1960, quando a capital e o Distrito Federal foram transferidos para Brasília, o também chamado Palácio das Águias, por conta das esculturas de metal representando a ave instaladas no seu telhado, foi a sede do governo brasileiro.

Vários eventos históricos aconteceram nas salas do palácio, tais como a morte do presidente Afonso Pena, em 1909; a assinatura da declaração de guerra contra a Alemanha em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial; a visita e hospedagem do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1934; a declaração de guerra contra o Eixo, na Segunda Guerra Mundial, em 1942 e, evento mais conhecido de todos, o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954, com um tiro no coração, em seu aposento no terceiro andar do palácio.

Mas a esquerdopatia é uma doença imbecilizante grave, uma estupidez que transforma suas vítimas em idiotas inapeláveis.

Por isso uma pichação nas paredes externas do palácio talvez feita por algum desses black bostas imbecis defendidos por advogados de alguma ONG de direitos humanos, pede "menos palácios e mais praças públicas".

Ignora o idiota fundamental que os jardins do palácio já são abertos ao público, com amplos gramados, bancos, exposições, lagos e um parquinho e que além disso, é a história do país que habita aquelas salas.

Talvez o imbecil preferisse que demolissem o palácio e colocassem ali alguma ocupação de vagabundos ou uma cracolândia, vai saber, mas espanta como a idiotice da esquerda pode rivalizar em tamanho até mesmo com a majestade de um palácio presidencial.



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