domingo, 13 de abril de 2014

O maior problema do ocidente é a ocidentofobia

No Globo de hoje um alerta contra o avanço da "extrema-direita" na Europa e um perfil sobre as "seis faces da intolerância" (Marine Le Pen, França; Geert Wilders, Holanda; Heinz-Christian Strache, Áustria; Nigel Farage, Reino Unido; Gábor Vona, Hungria e Nikolaos Michaloliakos, Grécia).

Tudo bem que negadores do holocausto e gente que bota a culpa de TUDO em estrangeiros não pode ser levada a sério (e paradoxalmente deve), mas por que não fazer algo parecido com lideranças anti-ocidente e muito mais raivosas, que inclusive diferentemente destes europeus que entraram no jogo democrático e disputam eleições, recorrerem quase sempre à força e ao terror?

Ora, esses partidos extremistas podem ser derrotados nas urnas e devem se submeter à lei, caso contrário podem ser banidos e seus líderes presos, mas e os aiatolás radioativos do Irã? E os mulás do Talibã? Que valor essa gente respeita?

E o "fantasma que ressurge", segundo o título da reportagem, são partidos disputando eleições?

Preocupar-se com "islamofobia" quando são os seguidores do islã que mais matam em nome da religião no mundo é mais um capítulo da rendição do ocidente em nome da "tolerância" a quem deseja destruí-lo.




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