terça-feira, 15 de abril de 2014

Rachel no YouTube

O que a Rachel Sheherazade deve fazer é sair todo dia dos estúdios do SBT, ligar uma câmera, gravar seus comentários sobre as notícias do dia e colocar no YouTube. 

As redes sociais fazem o resto do trabalho, garantindo audiência se bobear até maior do que a do SBT Brasil.

Quero ver tiranetes e tiranetas (a turma do "presidenta" curte essas flexões de gênero) da cepa de um Jean Wyllys ou uma Jandira Feghali usarem verba oficial para fazer chantagem contra o YouTube ou tentar usar aparelhos de Estado para tirar algo que está na internet do ar.

Hannah Arendt dizia que várias linhas são cruzadas sem que ninguém faça nada até que se cruze aquela linha fatal onde não há mais nada o que fazer. Estamos cruzando várias delas no Brasil, passou da hora de dizer chega.
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