sexta-feira, 9 de maio de 2014

Creio nas pesquisas, não creio nas pesquisas

O Paulo Henrique Amorim é um cara reconhecido pela independência de suas opiniões e coerência em tudo o que diz. Aqueles banners da Caixa no seu blog e o direito de resposta que foi obrigado a conceder para o Lula quando o líder da seita lulopetista estava na oposição (antes do Sr. Conversa Afiada se apaixonar pelo PT) são a maior prova disso.

Um rápido passeio pelo conteúdo que o jornalista-blogueiro-processado-pelo-Ali-Kamel-Merval-e-Heroldo-Pereira posta diariamente é sempre um exercício de controle da zona de gatilho emética e um exemplo de como tudo é relativo.

"Relativíssimo".

Se em janeiro, fevereiro, março e até início de abril as pesquisas eleitorais que davam vitória no primeiro turno para a Incompetenta eram comemorados com piadas e bazófias - só faltou um "Chupa, Aécio!" - hoje, quando o Poste de Terninho despenca pelas tabelas, acreditar em pesquisa é coisa de "golpista".

Se a pesquisa não serve, descarte-se a pesquisa. Se o povo não votar direito, descarte-se o povo e chame a eleição de golpe do PIG.

Coerente, não?

P.S.: quanto você pagaria por uma dessas palestrinhas anunciadas ali no canto direito? Hehehe.


(Clique na imagem para ampliar)

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