sexta-feira, 2 de maio de 2014

Ponte aérea Pyongyang-Disney

Para os socialistas de botequim, o "socialismo de Marx" nunca existiu de verdade. Aquele monte de marxistas que governaram uma porrada de países eram na verdade espiões capitalistas infiltrados para sabotar o sistema.

Vamos ver, foram marxistas que tentaram essa joça no Leste Europeu, em Cuba, na China, na Coréia, na casa da mãe Joana onde falta o que comer e se por milagre você comer não vai terpapel para cagar e se limpar depois. Só isso. Nunca, jamais, em tempo algum, existiu outro "socialismo" onde "todos possam ter iPhones" como diz a Socialista Morena, mesmo porque num país socialista a Apple teria 20 mil empregados para ocupar mil funções e produziria tratores que não andam, sendo assim, porra, onde está o verdadeiro socialismo?

Na Disneylandia? Concordo, a Disney é legal, cheia de brinquedos divertidos, chão limpinho, parada com queima de fogos no final do dia, todo mundo feliz, alimentado, tal qual Marx jurou que seria caso suas idéias fossem implantadas.

Só que lá, além de um monte de adolescentes brasileiros que ganham a viagem aos 15 anos e depois voltam ao Ensino Médio para ouvir baboseiras daquele comunista que dá aula de história e desfilar no recreio com camisetas do Che Guevara, está cheio de americanos, aquela gente terrível e imperialista que acredita em absurdos como liberdade individual, livre mercado, meritocracia e Estado mínimo.

Ao que, depois de muito viajar, concluo: cair na cilada marxista é comprar uma passagem para a Disney e desembarcar em Pyongyang.

Havana fica perto demais.
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