quinta-feira, 1 de maio de 2014

Uma calça para uma jovem de 16 anos é mais de 300 reais

Sobre o aumento de 10% no Bolsa Família anunciado ontem pela Incompetenta, uma certeza: tal medida desesperada não moveu um voto sequer que já não fosse a favor do governo.

Ainda que seja um contingente importante de eleitores, não é nesse universo que a oposição vai virar o jogo, assim como não foi só isso que garantiu as vitórias eleitorais do cleptopetismo.

Ainda quero ver um candidato de oposição propor o seguinte: o Bolsa Família ser pago a todos que precisam, mas se o sujeito arrumar um emprego, de salário mínimo que seja, ele não só vai continuar recebendo o benefício como vai recebê-lo dobrado por um determinado período que estiver de carteira assinada.

Isso não só vai mostrar ao cara como meritocracia é algo bom, como vai mandar a seguinte mensagem: se esforce que melhora.

Caso fique desempregado por um determinado período e seja notório que poderia estar trabalhando, perde. Além disso o benefício também aumenta depois do primeiro filho e ai sendo cortado à metade a cada novo filho até zerar.

Creio que não há ser pensante que há de discordar que isso tiraria muita gente da miséria não só econômica como pessoal, psicológica, familiar.

Mas acho que espero demais.
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