sexta-feira, 6 de junho de 2014

A defesa do trabalhador termina na hora de enfiar a mão no bolso dele

A esquerda ama a democracia, não é? Gostam de ouvir a voz do proletariado, os anseios do trabalhador, lutar pelo fim da exploração, pelos direitos do cidadão.

Então com certeza apoiariam medidas simples que facilitariam muito a vida do populacho, não é? Por exemplo.

Você pode escolher Coca, Pepsi, Guaraná, Globo, SBT, Record, Vivo, Tim, Claro, Gol, Tam, Seara, Sadia, Danone, Nestlé, Mento's, TicTac, M&Ms, Bis, etc., etc.

Mas é OBRIGADO a pagar UM sindicato da sua categoria na mesma base territorial. Por quê? Por que não 200 sindicados diferentes para cada categoria e o trabalhador escolhe qual lhe dá mais vantagens?

Melhores negociações, menores contribuições sindicais, menos pelegos mamando nas tetas, menos manipulação política.

E até mesmo a liberdade que significaria o fim da exploração que é a OBRIGAÇÃO de "contribuir" com essa estrutura herdada do fascismo italiano. O trabalhador simplesmente optaria por não se filiar a sindicato algum e guardaria o dinheiro do imposto sindical para comprar churros, algodão doce, revistas de mulher pelada ou mesmo queimar em praça pública, já que o dinheiro é dele e o destino que é dado hoje não é muito diferente de queimar.

Será que os esquerdistas, progressistas, gente boa que só querem o bem do proletário aceitariam libertá-lo dessa canga?
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