quinta-feira, 5 de junho de 2014

República Afro-Federativa da Negritude Jr.

E em mais um passo importante rumo à transformação do Brasil numa Escandinávia tropical, a presidente Dilma Rousseff sancionou lei proposta pelo deputado Vicentinho (PT, tinha que ser, SP) - o mesmo que agora tenta proibir a importação de LIVROS - oficializando o "hino à negritude".

De autoria do professor Eduardo Oliveira, líder do movimento negro no Brasil e um dos principais articuladores do Congresso Nacional Afro-Brasileiro, ou seja, ongueiro afro, o hino tem o objetivo de "valorizar a trajetória do negro na formação da sociedade brasileira e a inexistência de símbolos que o enalteçam".

Como muito bem observou o Rodrigo Constantino, temos agora oficialmente dois países dentro do território brasileiro. Um formado por aqueles que nascem no Brasil e não têm pele preta ou parda e outro que, por ter o tom da pele correto, garante o direito a cota na universidade, no serviço público, quem sabe no Congresso e daqui a mais um tempo não duvido que exijam cota até no sorteio da Mega Sena.

Só fica estranho para aqueles que dizem que somos todos iguais, que "todo mundo é macaco", mas que fazem questão de dar a uns "macacos" um pouco mais de vantagens do que aos outros, de acordo com o tom da "pelagem".

Claro que isso é uma babaquice, não somos macacos e muito menos somos iguais. Cada indivíduo, independente da cor da sua pele, é diferente do outro e, citando o mestre Nelson (que agora deu pra ser sequestrado por esquerdopatas), qualquer indivíduo é mais importante do que a Via Láctea.

Um "hino à negritude" é apenas mais uma excrescência de gente que diz que a raça é humana e se proclama defensor da "raça negra", que se comporta muitas vezes de forma racista, sim, contra "branquelos", mas chama isso de "discriminação positiva" e que utiliza a cor da pele e o sentimento de culpa dos outros para conseguir vantagens.

Porque imagine por um instante se um deputado gaúcho resolve pedir a oficialização de um "hino nacional branco". Noooosssa, nazisssssssssssssssssmo! Aliás, é uma forma interessante de combater o RACISMO essa, dividindo as pessoas por RAÇAS.

Mas tudo bem, já que fizeram tanta questão e a presidente até sancionou o tal "hino à negritude", tenho uma sugestão melhor: porque não declaram logo independência e usam uma foto do Netinho de Paula como bandeira?

Vai ficar legal, a bandeira da negritude no maior astral. Tananam, tananam.

Link da notícia:http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/05/dilma-sanciona-lei-que-oficializa-no-pais-o-hino-negritude.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1



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