quinta-feira, 31 de julho de 2014

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

"F*-se capitalismo, f*-se burguês, f*-se economia".

Só faltou completar: não sei mesmo quem paga esse computador/smartphone, essa internet banda larga e muito menos o papel higiênico que uso para limpar o conteúdo que sai da minha cabeça e de outros locais do corpo, dane-se, tomara que os índios ferrem com tudo, se não mexerem no meu Playstation e no meu Toddynho está bom.



O caixa 13

Afinal de contas, além dos aeroportos brasileiros serem uma maravilha, está sobrando dinheiro do pagador de impostos depois que o SUS conseguiu padrões suecos, a educação padrões suíços e a infra-estrutura e transportes padrão alemão. 

Só por isso o Brasil pode DOAR dinheiro para uma DITADURA comunista companheira da luloburguesia.

Sem contar, né, que nem tem chance desse dinheiro voltar "por fora" como caixa dois, três, quatro ou caixa treze.



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Revolucionário do Toddynho way of life

Parem as máquinas! Cansado de ver seus simpatizantes na burguesia serem motivo de chacota sendo chamados de revolucionários do Toddynho, o MST lançou o Toddynho do revolucionário.

Sucesso garantido na USP, UFF e demais federais de todo o Brasil.



Pra que currículo se o negócio é ter uma capivara?

Organização criminosa, extorsão, constrangimento ilegal, apropriação indébita, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e abuso de autoridade. 

Esse é o tamanho da capivara do deputado petista Luiz Moura, suposto despachante do PCC, citado pelo Ministério Público nesse monte de boas ações aí.

Agora adivinhe quem discursou no aniversário dele, bateu palminhas, tirou retrato e, se bobear, ganhou até o primeiro pedaço do bolo?

Isso mesmo, Alexandre Padilha, o negociador de médicos cubanos que o PT cismou de instalar no governo de São Paulo para ajudar Fernando Haddad a infernizar a vida dos cidadãos.

E a seita que só realiza missas negras (obrigado, Augusto Nunes), anda incomodada com a insistência do eleitor em não obedecer nhonhô Lula, por isso já encomendou uma cerimônia macabra destinada a ajudar o Poste que não sai dos 4% nas pesquisas.

Tudo começou quando o blog do JOSÉ DIRCEU, isso mesmo, um PRESIDIÁRIO se metendo na sucessão paulista, comemorou o fato da ministra do Meio-Abiente, Izabela Teixeira, ter feito terrorismo hídrico e dito que as reservas do sistema Cantareira não durariam até março "coisa nenhuma".

Numa reunião reunião convocada pela Agência Nacional de Águas (ANA) - aquela que teve seu nome envolvido com a quadrilha da Rosemary Noronha, a amigona do Lula - a ministra disse que a previsão do governo de São Paulo que garante o abastecimento até março é "prematura". Só falou completar: se o Padilha não for eleito, sabe-se lá se vai chover.

O altar do sacrifício se completou quando o Ministério Público Federal resolveu que temos poucos corruptos, ladrões e prevaricadores para caçar, e deu prazo de 10 dias para que o governo paulista e a Sabesp adotem um racionamento de água, sob pena de ação judicial. Tudo para "preservar o sistema".

Não, não fique feliz tão rápido, eles nunca cuidam de nós, eles só cuidam deles mesmos. O que a ministra e o MPF vão fazer jorrar com a forçada de barra no racionamento de água são manchetes que a imprensa companheira já deve ter até prontas na gaveta:

- TUCANOS DEIXAM SÃO PAULO SEM ÁGUA.

A essa hora Lula e seus seguidores já devem ter sangrado uns 300 bodes pretos e umas 200 vacas fazendo despacho para que não chova. Mas como não está adiantando, tentarão secar as torneiras de São Paulo na marra.

Para uma turma que diz que pegou o Brasil em 2003 numa situação pior do que a do Timor Leste e hoje pode mostrar uma Noruega imaginária construída em apenas 12 anos, não duvido muito que surjam por aí penas alugadas e blogs que não tiram a bandeira 2 do taxímetro dizendo que "com Padilha a água volta".

Vai ser o "Mais Águas", importando água cubana ou algo assim.

A saia justa em Alckmin cairia como uma luva na combalida campanha do agenciador de cubanos e também da governanta Dilma, que ostenta índices de rejeição em São Paulo dignos de fazer inveja ao seu aliado Paulo Maluf.

Não importa que pessoas sofram - principalmente as mais pobres, que o PT jura defender e não possuem cisternas, poços e dinheiro para comprar caminhões pipa - o que importa é VENCER A ELEIÇÃO. É o poder, é a hegemonia e, principalmente, a chave do cofre do estado mais rico do país.

"Eles pafam uma sedezinha agora mai dispois votam na renti cum raiva dus tucanu", deve rcalcular o gênio do agreste. (leia isso imaginando-o falar).

Se tudo isso vai acontecer, se vai ter racionamento, se o Padilha vai subir ou se a Dilma será reeleita, não tenho como saber. Mas sempre que você se sentir tentado a embarcar na nau dos insensatos e ouvir o canto da sereia dos peitos caídos, lembre-se dessas palavras: organização criminosa, extorsão, constrangimento ilegal, apropriação indébita, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e abuso de autoridade.

Esse tipo de investigação paira apenas sobre mais um deputado do PT, que já tem mensaleiros e aloprados, mas ainda assim diz muito sobre eles, porque essas estranhamente são as suas companhias. Quando não são os Sarneys, os Collors, os Malufs ou os Calheiros.

Não é o tipo de gente que eu confiaria a chave da minha casa, nem da minha cidade, nem do meu estado e muito menos do país.

Na foto o Padilha ao lado do Luiz Moura (não parece estar ali à força).



Lição do PT para os jovens do país

Diga a verdade e seja demitido. Roube, minta e corrompa como um mensaleiro e vire um herói.


PT manda demitir por dizer a verdade

Funcionária do Santander já foi demitida a MANDO de Lula.

É isso mesmo que você leu. Quando no evento ilegal da CUT, aos berros, Lula exigiu que "demitissem aquela mulher que não entende de nada", ele não falava de Dilma Rousseff, o poste sem luz que instalou no Palácio do Planalto para assombrar o país, mas de uma funcionária do banco Santander que OUSOU dizer umas verdades sobre o PT. 

A análise, distribuída a clientes com mais de 10 mil reais de renda mensal, dizia o que já disse o FMI, o Deutsche Bank, as empresas de análise de risco e economistas dentro e fora do Brasil: o PT está quebrando o país e mais quatro anos do desgoverno de Dilma Rousseff serão muito ruins para a economia.

O aparelhamento do governo, a entrega de nacos do orçamento para parasitas, sindicatos, movimentos sociais e demais braços do lulopetismo na sociedade aliado à política fiscal frouxa, aos gastos públicos fora de controle, à política monetária destrambelhada, à ineficiência e à roubalheira da administração petista estão virando uma âncora pesada demais para o país suportar.

Ou o Brasil joga o excesso de carga ao mar ou afunda junto.

Mas Lula suporta tudo. Suporta ex-terroristas como Cesare Battisti, suporta os narcoterroristas das FARC, os vagabundos do MST, os baderneiros do MTST, os tiranetes bolivarianos, os ditadores cubanos, os genocidas do Sudão, os Sarney, o Maluf, Collor, Renan Calheiros, mensaleiros, pilantras, embusteiros e proxenetas, Lula só não suporta a verdade.

Por isso mandou um recado ao Santander quando disse que não entendia as críticas, já que o banco "não ganha tanto dinheiro assim em lugar nenhum do mundo".

Em outras palavras o líder da seita sinistra avisou: quem ganha muito também pode perder muito.

E o banco ajoelhou, pediu desculpas por dizer a verdade e demitiu "aquela mulher" que desagradou a nata da luloburguesia, que deseja vencer a eleição a qualquer custo, senão pode correr o perigo de ter que trabalhar a partir de 1 de janeiro de 2015.

Fica resolvido assim: no Brasil do PT você é livre para elogiar o partido sem nenhum tipo de constrangimento. Só não pode falar a verdade.

Chegou a hora do eleitor demitir a mulher certa. Aquela que está no lugar errado, a Presidência da República.



Israel não é uma aberração, Sr. Ricardo Melo, você é que é

A Folha de São Paulo já tinha se rendido ao exotismo opinativo quando resolveu convocar para seu time de colunistas um sujeito como o líder dos "sem teto", Guilherme Boulos, alguém que definitivamente não tem nada para dizer que suas ações não digam de forma bem mais clara.

Mas nada é tão ruim que não possa piorar, ainda que o uso desse ditado batido já piore qualquer situação. 

Neste dia 28 de Julho de 2014, a Folha de São Paulo publicou em sua sessão de colunas um texto que desde o seu nome poderia muito bem ser publicado nas páginas de um imaginário Völkischer Beobachter contemporâneo ou mesmo no site da Al Manar. Dizia o seguinte, logo no título, a ignomínia: "Israel é uma aberração".

Pouco importa se depois aparece um pusilânime "os judeus, não", porque é como dizer que sua mãe é uma aberração, que não deveria nem existir, mas que você é legal. Ora bolas, um não existiria sem o outro.

O artigo começa dizendo que "inexiste solução para a crise do Oriente Médio que não inclua o fim do Estado de Israel". Pronto. Assim mesmo, no melhor estilo "faça as pazes com o seu vizinho incendiando sua própria casa".

Nem o Hamas poderia dizer algo melhor. Mas o autor pisa no acelerador e vai em frente na sua autobahn da insanidade: "Israel (...) é uma obra artificial, construída desde o início com mortes, expulsões, humilhações e convulsões", com o intuito de controlar o petróleo da região.

E prossegue com a mesma cantilena que qualquer esquerdopata de DCE repete desde que matava aula para fumar maconha no Ensino Médio: "sem o apoio político e material americano, Israel não duraria duas semanas."

Termina com uma solução fácil (e inútil, fantasiosa, simplória) que todo portador desse tipo de discurso geralmente adora: a "saída civilizada seria a construção de um Estado único onde árabes e judeus convivam em harmonia".

Nesse cipoal de baboseiras, o indivíduo desprezou a competência de uma das economias mais pujantes do mundo (a despeito de viver cercada por uma guerra permanente), de um país com importantes pesquisas científicas e tecnológicas, só para dizer, sem o menor pejo, que "sem o dinheiro americano Israel não duraria".

Pelo que se tem notícia ultimamente, a verdade é que sem o dinheiro iraniano não haveriam foguetes e sem o "dinheiro americano", não haveriam túneis do Hamas, que desviam o concreto destinado à reconstrução de Gaza para o escavamento de arapucas para suas atividades terroristas.

Dizer também que o problema do Oriente Médio é a existência do Estado Judeu significa ignorar o seu diminuto tamanho territorial comparado à imensidão de países islâmicos que o cercam. Sem contar a presença de descendentes palestinos na Jordânia que são nascidos e criados no país, ricos, membros da elite local, mas que se intitulam "refugiados" e pedem o "direito do retorno".

No Líbano essas pessoas são mantidas sem direitos civis, ainda que o país seja um grande "defensor dos palestinos", que, no entanto, confina em campos de refugiados.

Receber TODOS os palestinos que estão exterior de volta como exigem alguns significa modificar profundamente a demografia de Israel. Juntar isso à solução esdrúxula de um "Estado único", significaria algo ainda pior: que os judeus seriam minoria em um país de maioria islâmica.

E todos nós sabemos o que muçulmanos fazem onde são maioria. Quem finge não saber, vá procurar notícias sobre fuzilamentos coletivos e crucificações realizadas pelo ISIS na Síria e no Iraque.

O fato concreto é que a existência de Israel é a garantia que todos os judeus em qualquer lugar do mundo possuem de poder contar com um porto seguro caso anti-semitas como os que andam colocando a cabeça para fora da lama ultimamente voltem a persegui-los.

O "direito" de estar naquela região pode ser reivindicado a partir de quando? 2 mil? 200 anos atrás? Não sejamos burros. Em Israel um muçulmano pode ser ator, jornalista, parlamentar, comerciante, médico, engenheiro, professor.

Em Gaza ou na imensa maioria dos países árabes um judeu só pode ser sequestrado ou morto.

É infantilidade, para não dizer enganação, achar que judeus viveriam em paz num "Estado único". Não é Israel que prega a "destruição dos palestinos", mas os árabes que juram "atirar até o último judeu invasor no mar".

Logo, a solução para a crise no Oriente Médio não passa pelo "fim do Estado de Israel", mas pela aceitação EM TODO O MUNDO que o que está ali, está para ficar.

E tem todo o direito de fazê-lo.

Link do texto completo: http://naofo.de/u5c



terça-feira, 29 de julho de 2014

Não existe solução para a crise do Oriente Médio sem Israel

A Folha de São Paulo já tinha se rendido ao exotismo opinativo quando resolveu convocar para seu time de colunistas um sujeito como o líder dos "sem teto", Guilherme Boulos, alguém que definitivamente não tem nada para dizer que suas ações não digam de forma bem mais clara.

Mas nada é tão ruim que não possa piorar, ainda que o uso desse ditado batido já piore qualquer situação.

Neste dia 28 de Julho de 2014, a Folha de São Paulo publicou em sua sessão de colunas um texto que desde o seu título poderia muito bem ser publicado nas páginas de um imaginário Völkischer Beobachter contemporâneo ou mesmo no site da Al Manar. Dizia o seguinte, logo no título, a ignomínia: "Israel é uma aberração".

Pouco importa se depois aparece um pusilânime "os judeus, não", porque é como dizer que sua mãe é uma aberração, que não deveria nem existir, mas que você é legal. Ora bolas, um não existiria sem o outro.

O artigo começa dizendo que "inexiste solução para a crise do Oriente Médio que não inclua o fim do Estado de Israel". Pronto. Assim mesmo, no melhor estilo "faça as pazes com o seu vizinho incendiando sua própria casa".

Nem o Hamas poderia dizer algo melhor. Mas o autor pisa no acelerador e vai em frente na sua autobahn da insanidade: "Israel (...) é uma obra artificial, construída desde o início com mortes, expulsões, humilhações e convulsões", com o intuito de controlar o petróleo da região.

E prossegue com a mesma cantilena que qualquer esquerdopata de DCE repete desde que matava aula para fumar maconha no Ensino Médio: "sem o apoio político e material americano, Israel não duraria duas semanas."

E termina com a solução fácil (e inútil, fantasiosa, simplória e burra) que todo portador desse tipo de discurso geralmente adora: a "saída civilizada seria a construção de um Estado único onde árabes e judeus convivam em harmonia".

Nesse cipoal de baboseiras, o indivíduo desprezou a competência de uma das economias mais pujantes do mundo (a despeito de viver cercada por uma guerra permanente), de um país com importantes pesquisas científicas e tecnológicas, só para dizer, sem o menor pejo, que "sem o dinheiro americano Israel não duraria".

Pelo que se tem notícia ultimamente, a verdade é que sem o dinheiro iraniano não haveriam foguetes e sem o "dinheiro americano", não haveriam túneis do Hamas, que desviam o concreto destinado à reconstrução de Gaza para o escavamento de arapucas para suas atividades terroristas.

Dizer também que o problema do Oriente Médio é a existência do Estado Judeu significa ignorar o seu diminuto tamanho territorial comparado à imensidão de países islâmicos que o cercam. Sem contar a presença de descendentes palestinos na Jordânia que são nascidos e criados no país, ricos, membros da elite local, mas que se intitulam "refugiados" e pedem o "direito do retorno".

No Líbano essas pessoas são mantidas sem direitos civis, ainda que o país seja um grande "defensor dos palestinos", que, no entanto, confinam em campos de refugiados.

Receber TODOS os palestinos que estão exterior de volta como exigem alguns significa modificar profundamente a demografia de Israel. Juntar isso à solução esdrúxula de um "Estado único", significaria algo ainda pior: que os judeus seriam minoria em um país de maioria islâmica.

E todos nós sabemos o que muçulmanos fazem onde são maioria. Quem finge não saber, vá procurar notícias sobre fuzilamentos coletivos e crucificações realizadas pelo ISIS na Síria e no Iraque.

O fato concreto é que a existência de Israel é a garantia que todos os judeus em qualquer lugar do mundo possuem de poder contar com um porto seguro caso anti-semitas como os que andam colocando a cabeça para fora da lama ultimamente voltem a persegui-los.

O "direito" de estar naquela região pode ser reivindicado a partir de quando? 2 mil? 200 anos atrás? Não sejamos burros. Em Israel um muçulmano pode ser ator, jornalista, parlamentar, comerciante, médico, engenheiro, professor.

Em Gaza ou em na imensa maioria dos países árabes um judeu só pode ser sequestrado ou morto.

É infantilidade, para não dizer enganação, achar que judeus viveriam em paz num "Estado único". Não é Israel que prega a "destruição dos palestinos", mas os árabes que juram "atirar até o último judeu invasor no mar".

Logo, a solução para a crise no Oriente Médio não passa pelo "fim do Estado de Israel", mas pela aceitação EM TODO O MUNDO que o que está ali, está para ficar.

E tem todo o direito de fazê-lo.

Link do texto completo: http://naofo.de/u5c


Estados Unidos malvadões

A febre do ebola é uma doença viral que afeta algumas regiões da África. Sua transmissão não favorece uma epidemia mundial, já que se dá através de sangue e fluídos corporais. Anote essa informação: acontece na África e tem poucas chances de sair de lá.

Por enquanto não há vacina ou cura, apenas prevenção educativa (instruções para evitar o contágio) e cuidados paliativos. A taxa de mortalidade pode chegar a 90%.

Três pesquisas em andamento hoje no mundo estão perto de encontrar uma vacina relativamente eficaz e uma cura que possa salvar muitas vidas (e espécies ameaçadas, visto que macacos também são afetados e, neles, a taxa de mortalidade chega a 100%).

Uma das pesquisas que buscam tratamento se baseia na administração de anticorpos de indivíduos que sobreviveram à doença e também de um adenovírus, um vírus criado em laboratório que fortalece as defesas do organismo e "ataca" o vírus ebola. Testes com macacos obtiveram 100% de sucesso e em 2015 começarão testes com humanos.

Em outra frente, pesquisas utilizando a nicotina - isso mesmo, a nicotina - conseguiram produzir resultados tanto na prevenção quanto na cura do ebola. A mistura é formada por três anticorpos monoclonais, que são proteínas muito similares aos anticorpos encontrados no corpo humano e, quando combinados, conseguem abafar os efeitos da infecção. A estimativa dos cientistas é de que a droga esteja disponível para uso clínico até 2018.

Uma vacina que também utiliza a nicotina está em testes. Nesse caso, o DNA do vírus foi inserido na folha do tabaco, fazendo com que ela produzisse uma proteína eficaz contra o micro-organismo causador da doença. Esta vacina é barata e baseada num composto altamente estável, o que torna possível armazená-lo em temperatura ambiente por períodos prolongados.

Como se nota, muita gente está trabalhando para levar o ebola à mesma categoria de uma gripe ou qualquer outra doença tratável. Milhões de dólares estão sendo investidos com esse fim.

Mas sabe o mais curioso? Estas três pesquisas são realizadas pela Universidade do Texas em parceria com a Universidade de Manitoba, no Canadá, e também pela Divisão de Virologia do Instituto de Doenças Infecciosas do Exército dos Estados Unidos (USAMRIID).

Isso mesmo, malvados "estadunidenses" estão trabalhando e gastando centenas de milhões de dólares - só a pesquisa do USAMRIID já custou 291 milhões - para curar uma doença na África.

É claro que eles têm interesse em neutralizar algo que pode virar uma arma biológica, mas não sejamos simplórios, qual outro país do mundo investe tanto na cura de tantas doenças? Quem não teme ser alvo de um ataque desses?

Pode perceber: sempre que vemos uma reportagem sobre alguém com alguma doença que ninguém nem sabe o que é, a pessoa termina em algum hospital ou universidade dos Estados Unidos, que não só sabe o que é como já possui estudos e testes, isso quando não possui o tratamento para tal doença.

Recebem gente do mundo inteiro, DE GRAÇA, com uma única intenção: livrar a humanidade de doenças que pioram a sua vida.

Onde mais vemos isso? Reis sauditas? Emires do Qatar? Czares-presidentes russos? Esquerdopatas da Europa? Ditadores de Cuba comerciantes de médicos-escravos? Tiranetes corruptos da América do Sul? Terroristas? Não. A esmagadora maioria dessas pesquisas encontra-se nos Estados Unidos da América. Aquele país capitalista, malvadão e que precisa ser destruído em nome de um "mundo melhor".

Resta saber melhor para quem. Se para o ebola ou algum outro vírus, bactéria ou causador de doenças mortais, como o esquerdismo, por exemplo.

Link da notícia 1: http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2013/10/18/noticia_saudeplena,146030/combinacao-de-terapias-pode-ser-a-cura-para-o-ebola.shtml

Link da notícia 2: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/08/28/noticia_saudeplena,145153/coquetel-de-anticorpos-barra-o-virus-ebola.shtml




A fábrica de dossiês a todo vapor

Gilberto Carvalho, o capa preta mais sinistro do PT, diz que Aécio vai ter "mais coisas a explicar", o que é uma forma cifrada de avisar: "vem mais dossiê aí". 

A máquina de moer reputações do partido do mensalão está a todo vapor, quem garante até que tais instruções para abrir a tubulação do esgoto e deixar vazar a sujeira petista não sejam dadas pelo presidiário José Dirceu em seu "trabalho" externo? Se não há como ter certeza, eu também não apostaria um centavo no contrário. 

Agora, sobre o obscuro assassinato de Celso Daniel, o boca grande que difama adversários em horário de expediente pago com os impostos do cidadão continua sem ter nada a declarar.


(Clique na imagem para ampliá-la)

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

É tanta idiotice junta que fica difícil até saber por onde começar a fazer chacota, ainda que seja triste que esse tipo de gente custe dinheiro ao pagador de impostos brasileiro, que paga para que alguém seja molestado intelectualmente de tal forma que termina se tornando capaz de pegar o idioma e cometer esse tipo de enforcamento da lógica, espancamento do bom senso e estupro da coerência.

Isso foi enviado por um antigo colega de faculdade, horrorizado com o que leu. O autor(a) de tal texto é aluno(a) de uma universidade federal, além de membro do proletariado-Village-Mall brasileiro, aquele com bastante dinheiro para passear pelo mundo enquanto, entre um porre de vinho e outro, se solidariza com os oprimidos.

São os oprimidos com cartão de milhagem, tanto que nesse momento esse(a) oprimido(a) aí está na Palestina fazendo a "luta de classes" (risos, o Vale do Jequitinhonha não deve ter tanto glamour pelo visto).

Num cartapácio nauseante (cortei 80% do entulho) essa pessoa despeja sua logorréia de esquerdopata farofeira e diz basicamente o seguinte: Israel é fascista, machista, homofóbico, genocida, invasor, torturador, assassino, feio, bobo e cara de melão e por isso merece ser exterminado da face da terra, já que representa o "capital", algo que é totalmente "antinatural" para um ser humano (deve ser por isso que temos a impressão de que cubanos fogem a nado para o capitalismo americano,quando na verdade é alguma corrente marítima contrária que devolve os americanos que fugiriam para Cuba à Miami).

No final de uma mensagem melosa e cheia de apelos emocionais típica da esquerda Justin Bieber, a pessoa defende os sequestros de israelenses e as bombas lançadas pelo Hamas sobre as cabeças de civis.

O mundo é lindo, de pelúcia, vamos dar uma chance à paz, Israel comete crimes de guerra, mas enquanto isso sequestrem e matem esses "sionistas", por favor. Mortes em Israel são "suspiros de esperança". O único suspiro que sai de alguém que diz uma insanidade dessas deve ser um peido pela orelha, já que o cérebro está recheado de fezes.

Como Marx era uma aberração, um judeu antissemita e psicopata ressentido que não tinha respeito nem pela própria família, não podemos esperar nada muito diferente de seus "seguidores". Coerência não é o forte dessa gente.

Mas adiante.

O comentário subsequente (provavelmente de algum coleguinha da pessoa) fala num "problema judaico". Note: não é o problema do Netanyahu, o problema dos bombardeios e nem mesmo o problema da ocupação, o problema para a "luta de classes" é JUDAICO.

Um sujeito de bigodinho escroto, que defendia o coletivismo e que a esquerda renega porque pega mal a sua companhia também falava num "problema judaico", que tornava urgente uma "solução final".

Para tal profissionalismo na masturbação mental e fodeção de paciência, só mesmo utilizando proteção e terminando este texto com uma letra da boa e velha banda "Camisa de Vênus": "É tão banal a solução final".

E parece banal mesmo, tanto que a turma está perdendo o pudor. Nesse momento Hitler deve estar ao lado de Marx, Lenin, Stalin, Pol Pot, Mao Tse Tung, Che Guevara e outros tantos sorrindo e brindando no clube de golfe do inferno.

Brincar de antissemita é o novo pretinho básico. Eles voltaram à moda.



segunda-feira, 28 de julho de 2014

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

É tanta idiotice junta que fica difícil até saber por onde começar a fazer chacota, ainda que seja triste que esse tipo de gente custe dinheiro ao pagador de impostos brasileiro, que paga para que alguém seja molestado intelectualmente de tal forma que termina se tornando capaz de pegar o idioma e cometer esse tipo de enforcamento da lógica, espancamento do bom senso e estupro da coerência.

Isso foi enviado por um antigo colega de faculdade, horrorizado com o que leu. O autor(a) de tal texto é aluno(a) de uma universidade federal, além de membro do proletariado-Village-Mall brasileiro, aquele com bastante dinheiro para passear pelo mundo enquanto, entre um porre de vinho e outro, se solidariza com os oprimidos.

São os oprimidos com cartão de milhagem, tanto que nesse momento esse(a) oprimido(a) aí está na Palestina fazendo a "luta de classes" (risos, o Vale do Jequitinhonha não deve ter tanto glamour pelo visto).

Num cartapácio nauseante (cortei 80% do entulho) essa pessoa despeja sua logorréia de esquerdopata farofeira e diz basicamente o seguinte: Israel é fascista, machista, homofóbico, genocida, invasor, torturador, assassino, feio, bobo e cara de melão e por isso merece ser exterminado da face da terra, já que representa o "capital", algo que é totalmente "antinatural" para um ser humano (deve ser por isso que temos a impressão de que cubanos fogem a nado para o capitalismo americano,quando na verdade é alguma corrente marítima contrária que devolve os americanos que fugiriam para Cuba à Miami).

No final de uma mensagem melosa e cheia de apelos emocionais típica da esquerda Justin Bieber, a pessoa defende os sequestros de israelenses e as bombas lançadas pelo Hamas sobre as cabeças de civis.

O mundo é lindo, de pelúcia, vamos dar uma chance à paz, Israel comete crimes de guerra, mas enquanto isso sequestrem e matem esses "sionistas", por favor. Mortes em Israel são "suspiros de esperança". O único suspiro que sai de alguém que diz uma insanidade dessas deve ser um peido pela orelha, já que o cérebro está recheado de fezes.

Como Marx era uma aberração, um judeu antissemita e psicopata ressentido que não tinha respeito nem pela própria família, não podemos esperar nada muito diferente de seus "seguidores". Coerência não é o forte dessa gente.

Mas adiante.

O comentário subsequente (provavelmente de algum coleguinha da pessoa) fala num "problema judaico". Note: não é o problema do Netanyahu, o problema dos bombardeios e nem mesmo o problema da ocupação, o problema para a "luta de classes" é JUDAICO.

Um sujeito de bigodinho escroto, que defendia o coletivismo e que a esquerda renega porque pega mal a sua companhia também falava num "problema judaico", que tornava urgente uma "solução final".

Para tal profissionalismo na masturbação mental e fodeção de paciência, só mesmo utilizando proteção e terminando este texto com uma letra da boa e velha banda "Camisa de Vênus": "É tão banal a solução final".

E parece banal mesmo, tanto que a turma está perdendo o pudor. Nesse momento Hitler deve estar ao lado de Marx, Lenin, Stalin, Pol Pot, Mao Tse Tung, Che Guevara e outros tantos sorrindo e brindando no clube de golfe do inferno.

Brincar de antissemita é o novo pretinho básico. Eles voltaram à moda.



Terroristas muçulmanos dando rajadas de paz, tolerância e multiculturalismo em "infiéis"


Aécio e o aeroporto

Seguidores - e esse é o nome certo para membros de uma seita - de um amoral como Lula, um sujeito que não repete sentado o que disse em pé, não poderiam encarar a política de forma muito melhor do que ele.

Para petistas, a velha arte não é a prática de consensos e acordos, convencimento e convicção, mas apenas guerra. Uma guerra sem Convenção de Genebra. Um vale tudo.

Por isso ao invés de criticar idéias, atacam pessoas. Ao invés de confrontar propostas, xingam, ofendem e até agridem fisicamente.

A seita que só faz missas negras, como tão bem definiu Augusto Nunes, é o retrato de seu morubixaba, o sujeito que pediu desculpas em rede nacional de TV por algo, o mensalão, que ele hoje jura que nunca existiu.

A cada ouvido o que este deseja ouvir para que o lucro eleitoral seja o maior possível, é a regra daquele que não conhece regras nem limites.

Daí que esposas, filhos e parentes de adversários sejam SEMPRE considerados alvos legítimos para o PT. Até o sigilo bancário de um simples caseiro já foi estuprado numa hora de necessidade companheira.

Mas o PT sempre surpreende.

O alvo agora é um homem morto há quase 30 anos. Tancredo Neves, nosso presidente nunca empossado, imolado em sacrifício aos olhos da nação, arquiteto da redemocratização, portador da esperança de milhões que foram às ruas pedir democracia (e não praticar terrorismo para trocar uma ditadura verde-oliva por outra vermelha), o homem a quem o PT NEGOU seus votos no colégio eleitoral, o político que uniu o Brasil e o ensinou a amar seus cidadãos (ao invés de dividí-lo e ensiná-lo a odiar como Lula), este homem é o alvo do PT e sua esgotosfera.

No desespero de reeleger a pior governante deste país desde José Sarney e manter suas boquinhas e conchavos, o PT resolveu assassinar a reputação de um homem honrado e já falecido, só porque ele era avô de alguém que OUSA contestar o DOMÍNIO da luloburguesia sobre o país.

Não interessa a pista de pouso, o aeroporto ou qualquer outro assunto já investigado e requentado para render manchetes companheiras na banda vermelha da imprensa, o fato gritante é: em nome do poder pelo poder, no desespero para manter a chave do cofre, NADA é sagrado para o PT.

Um monumento em homenagem ao nosso presidente sonhado, desejado e falecido antes de transformar nosso sonho em realidade ocupa um pedaço da Praça dos Três Poderes, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves.


Daqui a pouco o MST ou algum outro desses bandos a soldo podem ir lá ocupar tudo, quem sabe até pichar de vermelho o espaço do "avô do coxinha privatista". Eles não ligam mesmo para a pátria e muito menos para a liberdade dos outros. 

Pra quê homenagear e respeitar a memória de Tancredo? Lula é que é "o cara".



Classificação etária

O português João Pereira Coutinho diz que um dia o governo ainda vai querer nos ensinar que para respirar corretamente é preciso inspirar e expirar. Sem esquecer de repetir a operação indefinidas vezes, eu acrescentaria.

O Estado, ainda mais Estados grandes, inchados e que se acham promotores do "bem", possuem essa tendência a tratar todo cidadão como se fosse um completo palerma. 

É por isso que garotas-propaganda do Estado babá, como a Anvisa, acham que podem determinar o que você vai beber, comer, tomar, fumar e até assistir. Fora o Conar e a Xuxa, que têm certeza de que sem suas prestimosas ajudas, jamais conseguiríamos criar nossos filhos sem que terminassem traumatizados ou virando psicopatas.

Um dia alguém resolveu colocar um aviso nos maços de cigarro dizendo que fumar faz mal. Acho desnecessário, qualquer imbecil que saiba juntar o "C" com o "u" e formar "Cu" (calma, é apenas o símbolo do cobre na tabela periódica) pode pesquisar por conta própria e descobrir as centenas de doenças causadas pelo fumo.

Mas tudo bem, vamos dar um desconto. Um aviso não mata ninguém. O problema é que o Estado nunca fica satisfeito. Depois dos avisos, vieram as imagens grotescas, depois das imagens grotescas, a proibição das propagandas, depois da proibição das propagandas, a proibição do patrocínio a qualquer coisa, e assim ficamos, por exemplo, sem o Free Jazz Festival e sem o Hollywood Rock. Dane-se a lógica, afinal, ir a um show do Bon Jovi ou do Spyro Gyra deve mesmo ter OBRIGADO muita gente a virar fumante.

E assim chegamos à proibição de fumos com essência, de fumo de cachimbo com essência e daqui a mais alguns anos não duvido que a Anvisa vá querer regular quantas vezes o Estado vai MANDAR que escovemos os dentes por dia.

O cidadão, que sustenta o Estado, não merece e não deve ser tutelado por este. Isto é inaceitável.

O que dizer então de "classificações indicativas" de programas de TV? Ora, como mero "guia aos pais" já seria estranho, visto que não existe uma figura uniforme do que seriam "pais". Cada casa tem suas regras, cada casal tem sua forma de criar seus filhos, mas, novamente, vá lá, é uma "ajuda" inocente.

O problema é quando é uma "ajudinha" no mínimo estranha e um governo que considera Valesca Popozuda como matéria de prova na rede de ensino público e programas como o "Esquenta" da Regina Casé como "cultura", resolve impor seus parâmetros na casa dos outros, ainda que em forma de simples "avisos".

Assim o "Esquenta", que mostra pessoas dançando de forma lasciva, lixos musicais, erotismo exacerbado, português errado e demais aberrações, ganha classificação "Livre" e um outro programa, o "Trato Feito", que mostra o dia a dia de uma família num negócio de compra. venda e penhor de jóias, objetos raros, veículos e itens de coleção, é classificado como "Não recomendado para menores de 12 anos".

O resumo: mostrar as carnes e rebolar na TV ao som de letras de duplo sentido é mais edificante para crianças abaixo de 12 anos do que ver alguém trabalhando e ganhando sua vida sem precisar da ajuda de ninguém, muito menos do Estado. Mas que horror! Imagina se alguma criança se contamina com capitalismo? Aff. Só a Casé para livrá-las disso.

Mas se pensarmos bem, faz sentido que um país que procura transformar todos os seus cidadãos em parasitas Estado-dependentes, não precisar de "pais da pátria" para nada deve ser mesmo um absurdo. Um comissário da Anvisa ou do Conar deve ter até urticária pensando nisso. Só banho com água de Che pra limpar.

O problema é que é esse tipo de gente que pensa que pode te dizer o que beber, comer, tomar, fumar e até assistir. Uma gente que, pelo que se vê fazendo por aí, deveria ser obrigada a se submeter a um teste de bafômetro antes de assinar qualquer decreto.

Não prestam nem para tomar conta do que devem, mas acham que devem se meter onde não são chamados.

P.S.: A imagem é de um blog, não é de minha autoria, não me refiro ao Brasil como "bostil".



O PT e a Wikipédia

Sorte que, graças ao PT, hoje o Brasil tem indicadores econômicos dignos de uma Alemanha, segurança pública norueguesa, saúde da Suécia, tecnologia japonesa, infra-estrutura só comparável aos melhores países da Europa, PIB rivalizando com o americano e níveis de corrupção só encontrados em mosteiros franciscanos ou budistas.

Por isso não precisam se preocupar com a inflação, os transportes públicos moçambicanos, o SUScateado, a diplomacia de galinheiro envergonhando e causando prejuízos ao país, a produção estagnada, a favelização, o saneamento básico inexistente, o ensino pífio, os preços galopantes, os impostos escorchantes e a corrupção de fazer inveja a qualquer repartição pública da Nigéria.

Fora as obras que não saem do lugar e QUARENTA ministérios ocupados por incompetentes, nulidades, picaretas ou salafrários de quatro costados. Assim a companheirada instalada em cargos comissionados pode gastar seu tempo em outras atividades.

Devido a ter tirado o Brasil da situação de uma Somália de dimensões continentais e o levado à Escandinávia em apenas 12 anos, os parasitas, puxa-sacos, pelegos, office-boys e lacaios do petismo sustentados pelo pagador de impostos agora dispõem de tempo de sobra para usar a internet do PALÁCIO DO PLANALTO, paga pelo erário público, para postar elogios mentirosos à soberana, a doutora em nada Dilma Rousseff, e calúnias, baixarias, abjeções e boatos contra os adversários da luloburguesia.

Mas só fazem isso porque o país vai bem, claro, do contrário estariam trabalhando para resolver os problemas que eles mesmos criaram.



domingo, 27 de julho de 2014

Dia dos avós

Hoje é o dia do amor em forma de guloseimas, filmes assistidos fora de hora, deliciosas cumplicidades que escondem nossas artes, carinhosos puxões de orelha, presentes sem ocasião especial, elogios mesmo quando não merecemos, abraços que esquentam, sopros que refrescam, mãos na testa para conferir se estamos com febre, nossos bolos preferidos, receitas caseiras para curar gripe e dor de garganta, beijos infinitos e um amor lindo, puro, incondicional e maior do que todo o universo e tudo o que tem nele.

Hoje é dia dos avós. Um beijo para todos os meus, os que já estão me esperando no céu e a que, graças a Deus, está aqui comigo.

Não seria eu sem vocês, meu mundo seria muito triste sem vocês.

Obrigado e todo o meu amor eterno e imortal, gigante e infinito, tal qual vocês me ensinaram a amar.

Baila a fantasia

O "bispo" Macedo fantasiado de profeta no "templo de Salomão". É tanta heresia que chega a ser zueira (ou tanta zueira que chega a ser heresia, sei lá).


Imprensa jihadista

Pera aí, se o Hamas disparou antes, foram eles que romperam a trégua. 

Parece um detalhe bobo, mas por aí você percebe como se direciona uma narrativa.

Uma trégua humanitária foi estabelecida, o Hamas resolveu atirar foguetes desrespeitando esta trégua, em resposta Israel voltou a efetuar suas ações de defesa e prevenção. 

Qual a chamada da matéria? "Israel suspende trégua".

Não, o Hamas suspendeu a trégua, queira o UOL, o PT, o chanceler paralelo Marco Aurélio Garcia ou qualquer outro defensor de terroristas.

Essa é a imprensa que a luloburguesia chama de "direitista" e "golpista". Mais alinhada só se fosse escrita pelo João Santana.



sábado, 26 de julho de 2014

Cristãos são perseguidos no Iraque, mas quem liga pra eles?

Casas de famílias cristãs em Mosul, no Iraque, estão recebendo uma marca em vermelho, com a letra ن (o "n" do árabe), que significa "nazareno", uma forma pejorativa com a qual os muçulmanos se referem aos cristãos.

As opções dessas famílias são: converter-se ao islã, pagando uma multa, morrer pela espada (como tantas vezes o livro sagrado da "religião da paz" preconiza fazer com "infiéis") ou então fugir.

Estima-se que três mil delas já fugiram nesse pequeno holocausto em pleno século XXI. Os terroristas muçulmanos do ISIS são animais. Matam, torturam, sequestram, perseguem e mutilam. Mas o mundo não está nem aí para eles, afinal, eles só matam cristãos.

Nenhum dos bezerros sagrados da esquerda mundial foi atingido até aqui, leia-se terroristas, marginais, coitadistas, guerrilheiros, traficantes e demais soldados da "luta de classes". Apenas alguns "papa hóstias da religião que fez a inquisição".

Devem merecer, não é?

O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, disse que o tratamento aos cristãos no Iraque se constitui "crime contra a humanidade" e também condenou as ações do ISIS em termos enérgicos.

E daí? Bestas humanas não ligam para "condenações", eles só conhecem a linguagem da força e hoje os Estados Unidos são presididos por um covarde, o presidente-ação-afirmativa que curiosamente encanta todos os anti-americanos e que tolera sistematicamente toda sorte de absurdos cometidos por terroristas, até mesmo a invasão de uma embaixada de seu país e o linchamento até a morte de quatro pessoas, incluindo o embaixador.

Barack Hussein Obama é o menino de ouro da esquerda americana, da esquerda mais radical, sectária e que deplora os valores pelos quais aquela mesma sociedade se ergueu. Seus mentores intelectuais são ex-terroristas, marxistas e demais aberrações ideológicas que infestam o esquerdismo.

Sob suas barbas o Iraque voltou a ser um campo de treinamento de terroristas, a Síria arde há anos, o Egito vive em ebulição, o sul do Líbano é dominado por terroristas, o Irã além de desenvolver uma arma nuclear também fornece armas para todos os bandoleiros anti-ocidente que se apresentem, Israel é atacada constantemente e o mundo se solidariza com os terroristas do Hamas enquanto cristãos são crucificados e postos para correr das cidades onde moram por psicopatas muçulmanos.

A letra "ن" tomou as redes sociais neste final de julho de 2014. Pessoas de todo o mundo a usam em solidariedade aos cristãos perseguidos, mas a imprensa em sua maioria se cala e a diplomacia internacional trata o assunto como nota de rodapé.

O blog católico Rorate Caeli escreveu que os muçulmanos pintam as casas dos cristãos com essa letra numa "tentativa de marcá-los com a vergonha", mas que todos os cristãos "devem usar esta marca como a marca da esperança, porque vocês podem matar nossos irmãos e expulsá-los das suas casas, mas nós somos cristãos e nós nunca desapareceremos".

Verdade. Jamais desapareceremos, mas não precisamos sofrer calados.

O obscurantismo, a violência e a bestialidade do islã estão indo longe demais. Sua tolerância se resume a poucas vozes e aos países onde são MINORIA. Em vários países onde são maioria é CRIME praticar outra religião.

Acho que devam ser criminalizados também? Sofrer o mesmo que fazem com os outros? Não. Mas vamos parar com essa hipocrisia e chamar as coisas pelos nomes, para que talvez cobertos de vergonha, os que realmente são "da paz" resolvam se rebelar contra os psicopatas que infestam a sua fé.

Hoje, no mundo, apenas os seguidores de uma religião matam aos milhares em nome dela. Não são cristãos, não são budistas, não são judeus. São muçulmanos.

É hora de dizer chega.

Link da notícia: http://www.nationalreview.com/article/383493/christian-genocide-symbolized-one-letter-christine-sisto




sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Movimento dos Sem 3G

Esse texto é sobre um Guilherme imaginário, fictício, ainda que seja muito parecido com o Guilherme Boulos, o líder dos "Sem Teto" de São Paulo, que cercou a Câmara dos Vereadores e quer fazer acampamento com posterior loteamento até nos Jardins.

O Guilherme desta história é o típico filho te da classe média brasileira. Seu apelido em casa provavelmente era "Gui" e a empregada nunca esquecia de deixar o achocolatado e os cereais preparados para o seu café da manhã.

Saindo do banho, com a mamãe gritando "olha a hora, Gui!", ele corria para a cozinha e engolia tudo antes de ir para o colégio no carro do papai.

Assistia o primeiro período de aulas e ia para o recreio comer x-tudo, trocar figurinhas, jogar uma peladinha ou ficar ouvindo rock americano em seu walkman.

Depois do segundo tempo de aulas a mamãe com a sua minivan já chegava apressada para buscá-lo no colégio:

- Anda, Gui, se despede dos seus colegas que ainda tenho que comprar meu maiô da hidroginástica antes de te levar pro inglês.

E assim seguia a vida, entre passeios no shopping, videogames e deveres de casa. Saía com os primos para jogar ovo em ponto de ônibus, dava cuecão no coleguinha, matava aula pra fumar escondido na despensa da cantina, enfim, Gui era um "bom menino".

Até que começou a ter aulas de História e Geografia no Ensino Médio, onde conheceu uns professores que apresentaram a ele umas idéias geniais: todos seriam rigorosamente iguais, não haveriam pobres e nem ricos, ninguém seria melhor do que ninguém, todos teriam casa, saúde, educação e comida fornecida pelo Estado, além disso nessa sociedade imaginária todo mundo seria mais fofo do que um Smurf, mais simpático do que um Hobbit, mais sustentável do que os Smurfs gigantes do Avatar e mais felizes do que um clipe musical da Noviça Rebelde.

O único problema era a classe média e a burguesia. Uma gente asquerosa, metida, racista, machista, homofóbica, elitista e que se divertia mais vendo alguém passar fome do que fazendo compras nos Estados Unidos.

Gui teve um choque ao descobrir que seus pais faziam parte dessa gangue de celerados que tinha por objetivo de vida manter pessoas sofrendo na pobreza. Aquele papo de "muitos impostos", "serviços públicos ruins" ou mesmo "trabalhar para se sustentar" não passava de discurso de pequeno burguês para camuflar seu ódio do povo e perpetuar "privilégios" como comprar um carro parcelado e pagar IPVA.

Sentiu ódio da sua família, essa instituição retrógrada, conservadora e falida. Se pudesse, voltaria no tempo e devolveria a viagem que ganhou à Disneylândia.

Passou uma semana tomando banho com creolina para "se limpar" daquele toque do imperialismo que foi o abraço que deu no Mickey para tirar uma foto.

Foi para a universidade e lá no DCE e nas aulas daqueles velhos professores comunistas que moram em bairros de classe média alta, ganham 10 salários mínimos por mês e sempre que podem viajam para o exterior com tudo pago pelo governo para "congressos" e "cursos", aprendeu de verdade o que é fazer revolução.

No boteco.

Entre cervejas e linguiças boiando na gordura, Entre pedidos de uma bolsa de iniciação científica aqui e um intercâmbio em Paris ali, Gui e seus amigos (todos brancos, de classe média) vociferavam contra a elite branca e choravam o sofrimento dos negros. Trocavam impressões sobre os últimos artigos da Carta Capital, combinavam alguma manifestação anti-EUA-Israel-Ocidente-Machismo-Racismo-Homofobia-Alta-no-Preço-do_Whopper, e prometiam que um dia a "burguesia" seria imolada no altar do furor revolucionário.

O tempo foi passando e os colegas de curso do Gui foram amolecendo. Se formaram e um foi vender sapatos na DiSantinni, outro foi trabalhar na empresa do pai, um outro fez mestrado e passou no concurso de professor adjunto graças à banca que bebia cerveja com ele toda quinta, enfim, a maioria deles descobriu que todo o capital que gastavam enquanto lutavam contra o capital vinha de algum lugar ao invés do céu, atirado por querubins com barbas de Marx e boinas de Che Guevara.

Na "luta" mesmo só o Gui e mais uns dois ou três, sendo que estes se encostaram em algum sindicato e viviam como parasitas de greve em greve. Gui precisava fazer algo!

Resolveu liderar o "movimento dos sem telha" (não vou usar "teto" para não pensarem que falo especificamente do outro Gui). Tornou-se então um feliz herdeiro de apartamento em zona nobre que liderava "pobres coitados" que não tinham onde morar.

Passou a viver em acampamentos, a falar como "líder" e "mentor intelectual" da plebe ignara revoltada contra a espoliação, invadia terrenos em áreas caras, prometia "banhos de mijo" ("banho de sangue" foi o outro que prometeu) caso suas vontades não fossem atendidas, fechava ruas, infernizava pessoas indo e vindo do trabalho e dizia sentir na pele as necessidades que nunca passou, já que sempre foi um riquinho mimado que nunca ouviu um "não".

Era até recebido por políticos e pelo prefeito, um babaquara com popularidade digna de vilão de novela das nove que era do partido que o Gui simpatizava e que simpatizava com o Gui.

Até que um dia Gui deve ter tentado sem sucesso acessar o Facebook, enviar algum email reclamando que a Amazon não entregou seu exemplar do livro do Piketty ou então pedir uma pizza pelo site da Domino's.

Ficou (de novo) muito revoltado com aquilo. A rede 3G no Brasil é uma porcaria! Isso não pode ficar assim, pensou. Reuniu seu bando de "sem teto" e foi lá tirar satisfações na porta da operadora de celular.

- Não dá, não dá, não, dá, não dá, não dá! Assim o proletário não usa o celular! - Foi seu grito de guerra.

E assim Gui participava de uma luta que entendia como ninguém, vivendo um drama característico das pessoas de sua classe social, a dos proprietários de iPhone. Era o Movimento dos Sem 3G. Sei bem o que é isso, sou cliente da TIM (uso a palavra cliente porque não quero me auto-intitular um "babaca da TIM").

Esta era uma luta que até os pais burgueses do Gui compreenderiam e apoiariam: a de quem reclama do serviço prestado a donos de celulares que custam o que um sem teto de verdade não ganha nem em dois ou três meses.

Finalmente ele estava no lugar certo. Os sem teto é que estavam no lugar errado, ali, servindo de boi de piranha das lutas do Gui que nada têm a ver com suas reais necessidades.

Mas isso não é novidade, o Gui (e o partido que adora o Gui) fazem isso com eles há muito mais tempo.



(Clique na imagem para ampliá-la)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A política externa brasileira sob o comando do PT é tão bonita quanto o sorriso do Marco Aurélio Garcia

O Brasil emitiu uma nota grosseira e ridícula contra Israel e a favor do Hamas. Chegou ao cúmulo de convocar o embaixador em Tel Aviv para esclarecimentos, o que em linguagem diplomática significa um passo antes do rompimento de relações.

Enquanto isso os embaixadores em Cuba, Venezuela, Síria, Irã, Sudão e, pasme, até CORÉIA DO NORTE, continuam com suas bundas sentadas nas cadeiras, porque, na visão do PT, nestes países tudo está perfeitamente normal.

Em resposta Israel disse que o Brasil é "irrelevante" na política externa mundial. Eu achei sensacional eles terem colocado essa política externa de fanfarra no seu devido lugar. Mas você ficou chateado com isso?

Direito seu, só não culpe Israel, reclame com o Sr. Lula e sua política externa praticada de quatro para qualquer aiatolá ou bolivariano que aparecesse, e com a "doutora" Dilma e sua leniência (pra não dizer paixão) por ditadores, genocidas e terroristas islâmicos.

Temos uma ditadura em formação (e quase completa) aqui do lado. Opositores são presos naquele país por fazerem discursos, deputados cassados sem que nada exista contra eles, uma suprema corte dominada, a justiça eleitoral corrupta. Parece até o enredo da trama que o PT engendra para o futuro do Brasil, mas já acontece hoje na Venezuela.

Os terroristas do ISIS crucificam cristãos, ordenam a mutilação genital de mulheres. O ditador Assad, na Síria, usa armas químicas contra o seu povo. O Irã tortura e estupra opositores nas suas masmorras. A Arábia Saudita trata mulheres pior do que trata cães. A China censura a internet. A Rússia patrocina terroristas ucranianos que derrubaram um avião civil com centenas de pessoas. Evo Morales ROUBA uma refinaria da Petrobrás. Rafael Correa persegue jornalistas independentes. Cuba deixa dissidentes apodrecendo em prisões. Fora o resto.

Sabe o que o governo brasileiro tem a dizer sobre isso? Nada, zero, nothing, zilch. Apenas o silêncio e a concordância covarde, pusilânime, cúmplice, que envergonha todos os brasileiros porque essa diplomacia de galinheiro fala também em seus nomes.

O Hamas joga diariamente centenas de foguetes no território israelense. Não querem saber se vão acertar escolas, sinagogas, hospitais, casas de civis. Se lixam para a vida dos outros porque se lixam para as próprias vidas, já que utilizam escolas, mesquitas, hospitais e casas de civis como escudos para esconder seus foguetes.

O que o governo brasileiro disse sobre isso? Novamente, NADA. A política externa do Partido do Mensalão alinhou o Brasil a Kadafi, Omar Bashir, Manuel Zelaya, Hugo Chávez, os irmãos necrófilos Fidel e Raul Castro, Nicolás Maduro, Daniel Ortega, Ahmadinejad e agora ao Hamas.

Tudo o que não presta, o que signifique fome, ódio, morte, supressão de liberdades, confisco, intolerância religiosa, perseguição, luta de classes, guerra, vergonha, violação de direitos, etc., etc. tem o apoio automático do lulopetismo. O problema é que o lulopetismo hoje tomou o Itamaraty de assalto, se infiltrou ali como um parasita que tudo destrói. E é o nome do Brasil que vai para o mesmo ralo, o mesmo esgoto, a mesma lata do lixo histórica em que o PT merece estar.

Vamos ser bem claros nesse momento: ignorando o que ocorre na Síria, Iraque, Sudão, etc. e hostilizando abertamente Israel, o PT deixa claro: cristãos e judeus que se danem, estamos ao lado da JIHAD. É isso. Não existe outra interpretação que não seja mera distorção e mentira.

Se fosse preocupação com os "direitos humanos", esta seria demonstrada de forma ampla e irrestrita e não seletiva e canalha como é. Sorte do PT que a maioria no Brasil é muçulmana. Se fosse cristã e judaica eles poderiam levar uma merecida surra na eleição. Não? Temos maioria cristã? Então o PT merece uma boa resposta e logo.

Porque um cristão que que apóia terrorista muçulmano deveria ter vergonha na cara e se auto-excomungar, se é que isso existe, se não existe que inventem.

O PT passa quatro anos tentando liberar o aborto indiscriminadamente por baixo dos panos, a maconha, enfiando o tal kit gay pela goela dos outros abaixo, criando crackódromos em São Paulo, afrontando os pagadores de impostos, aí chega a eleição e vão tomar a bênção do padre. Mas agora passou dos limites.

Essa gente que o PT corre em socorro usando o nome do Brasil é a mesma gente que persegue, realiza conversões forçadas e assassina pessoas em nome de uma tal "religião da paz".

Vergonha tem limite e o país já foi humilhado o bastante por este Exército de Brancaleone que sequestrou o Itamaraty.

A política externa do Brasil sob comando do PT é tão bonita, saudável e elegante quanto o sorriso do Marco Aurélio Garcia, o chanceler paralelo. Não vou agredir sua visão colocando a imagem aqui, mas procure no Google, é inesquecível.

Chegou a hora de uma limpeza geral.

Link da notícia: http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2014/07/24/israel-chama-brasil-de-irrelevante-na-politica/



quarta-feira, 23 de julho de 2014

A imensa enganação que é o PT

Quando se justifica dizendo que o partido não inventou a corrupção, um petista não nega sua existência ou responde diretamente a acusação, mas oferece outros ombros para dividir o peso da culpa. 

Quando diz que o Estado aparelhado pelo partido, pelo MST, sindicatos, movimentos sociais e o resto da companheirada poderia estar nas mãos de "entreguistas", "privateiros" ou "elites mancomunadas com o imperialismo", o PT não nega o aparelhamento, nem ao menos admite um erro, mas se apresenta como alternativa parasitária aos seus próprios parasitas imaginários.

Quando chama de golpista quem vai contra suas aspirações de censurar a "mídia" ou seus decretos bolivarianos, o PT apenas joga o golpe pro lado de lá, mas continua sendo golpista assumido.

Quando requenta e inventa "denúncias" e dossiês sobre seus adversários, se apresentando como o falso bastião da ética de sempre, mas ao mesmo tempo defende com unhas e dentes mensaleiros e bandidos de estimação, o PT prova que se lixa para a ética, admite que é corrupto e só se incomoda caso não seja convidado para a negociata.

E por aí vai. Sua defesa da democracia é falsa, seu apreço pela vontade popular é falso, sua imagem é uma mentira.

Só poderia mesmo terminar lutando com golpes abaixo da linha da cintura para defender a reeleição de Dilma Rousseff, a super-gerente que faliu uma loja de 1,99, a faxineira que não consegue viver longe da sujeira, a presidente de mentira inventada por Lula, o homem que só é do povão da boca pra fora.

Seria uma história de ficção de mau gosto, uma novela mexicana de baixo orçamento, isso se infelizmente não fosse de verdade. E não nos custasse tão caro.

Escolinha do tio Gene

Aprendam, crianças. 

"Se esse um por cento não existisse, haveria caos e a economia cairia morta. Tente ser gentil com pessoas ricas. Eu não me lembro da última pessoa pobre que me deu um emprego.”

Gene Simmons, baixista e vocalista do Kiss.

Pode não ser agradável aos seus ouvidos (aos meus, é), mas é a verdade. Esquerdopatas podem continuar acreditando que dinheiro dá em árvore enquanto rodam o mundo fazendo a "revolução" com a grana dos outros, mas você, que não é um idiota, entenda de uma vez por todas: riqueza não é conta de soma zero.

O que os "socialistas" querem dividir, alguém precisou criar e com certeza não foram eles.

Melhor ser súdito na Dinamarca do que rei na Somália, mas a esquerda Disneylândia não pensa assim, eles acham que "todo mundo tem que ser igual", desde que você viva como um súdito na Somália e eles como reis na Dinamarca.



Gente feia não entra, gente bonita também não, só pode entrar quem for pinguim

O politicamente correto é, definitivamente, uma moléstia que transforma massa cinzenta em recheio de coxinha de rodoviária (vai ver é por isso a fixação deles no salgado). Na cidade americana de Minneapolis, um bar resolveu adotar um dress-code (regras para a vestimenta dos frequentadores).

Segundo reportagem da KMSP-TV, a nova política do Bar Louie bane de suas dependências peças como bonés de aba reta, cordões grossos, calças arriadas mostrando cuecas, camisetas esportivas, entre outros itens que compõem aquele visual rolezinho que todo mundo no Brasil conhece bem.

Um bar é um estabelecimento privado, desde que não venda nada ilícito e não seja usado para a prática de crimes, deve estar sujeito apenas às leis do mercado. Tenho por convicção que o dono de qualquer estabelecimento pode vetar a entrada de qualquer pessoa por qualquer motivo bastando que ele queira. Sei que isso pode chocar as susceptíveis mentes politicamente corretas, mas é assim mesmo.

Se um cara quiser proibir a minha entrada numa boate porque eu sou branco ou estou de calça jeans e ele só aceita negros ou japoneses vestindo sarongues, o máximo que vou fazer é ir embora dali e levar meu dinheiro para outro lugar. E assim deve ser com qualquer um, de qualquer cor, vestido de qualquer jeito, em qualquer estabelecimento que não seja público. Ponto. Não gostou, vá ler o Sakamoto.

Como disse anteriormente, um negócio é sujeito às leis do mercado. Se alguma proibição começar a dar prejuízo, pode ter certeza que o dono do local vai mudar a regra. Se, ao mudar, os antigos "vetados" ainda assim não quiserem ir lá, no melhor estilo "agora quem não quer sou eu", problema do dono, vai se ferrar e aprender que é sempre bom fazer uma pesquisa de mercado antes de inventar moda.

Mas o fato é que o bar de Minneapolis não se ressentiu de tais proibições, pelo contrário, continua aberto e funcionando normalmente, o que leva á uma conclusão: existe um contingente de pessoas prontas a pagar para frequentar um estabelecimento que proíba bonés de aba reta, cordões grossos, calças arriadas mostrando cuecas, camisetas esportivas, etc., etc.

Quem quiser sair usando estas roupas, pode continuar a fazê-lo perfeitamente, DESDE que não vá no Bar Louie. Se, no entanto, a vontade de frequentar o local for muita, ele que vá vestido de acordo com as regras. Todo o resto é choro de criança mimada que acha que o mundo tem OBRIGAÇÃO de aturá-lo.

Só que a bizarrice do politicamente correto é tanta que eles não se contentaram em reclamar das restrições que foram escritas numa placa na frente do bar, resolveram ler nas entrelinhas e decretaram: este local é racista porque não aceita negros.

Como assim? Muita gente perguntou. Não está escrito em nenhum local que "negros são proibidos de entrar", se um branco chegar ali com swag pants vai ser barrado do mesmo jeito.

"Ah", os politicamente corretos berraram (eles nunca falam, só berram), "mas a descrição que ele deu é exatamente do tipo de roupa que negros usam".

Bingo! Então quer dizer que os guerreiros da tolerância, os defensores da diversidade, aqueles que dizem que todo mundo é rigorosamente igual, resolveram criar para si um "estereótipo" que identifique o que é "roupa de preto" só para acusar os OUTROS de racismo?

Sim, é isso mesmo.

Para a turma do bem, não existem negros de camisa polo, de terno e gravata, de blusa social de botão, com sapatos de cromo alemão, com roupa de bailarina, só existem negros estilo "Esquenta" da Regina Casé, de preferência com um CD pendurado no pescoço.

Tem algo mais racista do que isso?

Pra mim existe gente de bom gosto e gente de mau gosto. Adoraria que no Brasil houvesse a liberdade de se barrar qualquer um de qualquer lugar por qualquer motivo. Os lugares que apresentassem motivos esdrúxulos, ainda que permitissem a minha entrada, não veriam a cor do meu dinheiro. Pronto.

Mas o problema é que as pessoas não se contentam em ser como bem entendem, nem tampouco se contentam em que os outros respeitem seu direito de ser como são, elas precisam OBRIGAR que os outros GOSTEM delas e tenham uma convivência forçada.

Um bar, uma boate ou um clube não é um hospital público, uma escola do governo ou um metrô. Não são "necessidades" e muito menos "direitos", logo não devem ser obrigados a aceitar gente, bicho, vestimentas e nem qualquer outra coisa que não queiram.

Daqui a pouco o politicamente correto vai querer mandar até em quem as pessoas levam pra dentro do próprio quarto. Aliás, daqui a pouco não, já começaram, basta olhar por aí e perceber.

Link da notícia: http://www.theblaze.com/stories/2014/07/07/might-as-well-just-say-no-black-folks-allowed-bar-under-fire-for-racist-dress-code/




Cinquenta Anos Esta Noite

Estive ontem na Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro, para assistir a um bate-papo entre o cara que está agitando o mercado editorial brasileiro, Carlos Andreazza, da Record, e o governador José Serra. 

O evento marcou uma noite de autógrafos da autobiografia do atual candidato a senador, "Cinquenta Anos Esta Noite", e contou com a presença de muita gente boa que não carrega consigo a culpa de ter colocado uma nulidade como Dilma Rousseff na presidência no lugar do Serra.

O governador contou um pouco sobre o processo de criação do livro, sobre como achou curioso descobrir várias nuances sobre a obra a partir das críticas que ela recebeu, sobre os anos no exílio e também a sua convivência com personagens da história brasileira como o presidente João Goulart e o governador Leonel Brizola.

Quem compareceu à Livraria da Travessa com certeza não se arrependeu e pode ver um Serra bem humorado e brincalhão, bem diferente da caricatura carrancuda que a imprensa chapa branca petista faz dele.

Mas a parte que mais me interessou foi uma pergunta que o Carlos Andreazza fez - e que também é uma pergunta que me faço há muito, muito tempo: como a UNE, que era identificada com as lutas pela democracia, com propostas maiúsculas para o Brasil, uma entidade que tinha tal relevância que seus presidentes, como foi o caso de Serra, eram interlocutores de ministros e até mesmo do presidente da República, pode ter se tornado essa coisa que é hoje, um mero braço estudantil do lulopetismo, uma entidade que vive de mendigar esmolas do governo e de fazer o trabalho sujo para o PT dentro das universidades.

Serra disse que realmente as propostas da entidade eram mais generosas e que hoje há um "corte mais corporativo". O governador obviamente foi elegante, afinal não estava ali para falar de coisa triste, mas o fato é que a UNE hoje é um espantalho do que já foi um dia.

Dominada pelos comunistas de galinheiro do PC do B, a entidade estudantil hoje nada mais é do que um sindicato, um ajuntamento de demagogos e gente que faz estágio para virar político ruim, funcionário de cargo comissionado ou dirigente sindical.

O que já foi um polo de contestação, de pensamento de vanguarda sobre a realidade e os problemas do Brasil, agora não passa de mera emissora de carteirinhas de meia-entrada e puxa-saco do oficialismo. Feudo da esquerda caviar e repositório de idiotas úteis.

O melhor seria mudar logo o nome da entidade, de União Nacional dos Estudantes para União Nacional dos Indivíduos Aspirantes a Aspone e Temporariamente Matriculados em Alguma Instituição Onde Só Frequentam o Pátio, o Bar e o DCE.

Ou então, para não perder sua sonora sigla, poderia mudar simplesmente para UNE, a União Nacional dos Estafetas.

Link de uma boa reportagem sobre o evento:http://m.jb.com.br/rio/noticias/2014/07/22/em-noite-de-autografos-serra-comenta-situacao-de-ativistas-presos-no-rio/

P.S.: Na foto, eu e o governador José Serra, meu voto para presidente em 2010 e, espero, o voto dos paulistas e paulistanos que prestam para o Senado em 2014.