sexta-feira, 18 de julho de 2014

A política do Rio de Janeiro

Garotinho segue enviando torpedos para os eleitores. O mais assustador é um sujeito desses estar em primeiro nas pesquisas e ainda movimentar um eleitorado substancial no interior do Rio de Janeiro.

O estado fluminense é uma verdadeira floresta de pau seco quando se fala de política e principalmente de políticos. Desde Carlos Lacerda talvez apenas Marcello Alencar - sobretudo na sua gestão à frente da prefeitura - se destacou em termos de administração eficiente e correta.

Brizola com sua favelização, ineficiência e tolerância com o crime era "importado" do Rio Grande do Sul e até mesmo Moreira Franco é, na verdade, piauiense.

Esse ano outra bomba vinda de fora, o paraibano Lindberg Farias, tenta assombrar o Rio de Janeiro junto do seu bando que conseguiu piorar até Nova Iguaçú, cidade que parecia não ter por onde piorar, mas o petista conseguiu a façanha.

Voltando ao remetente dos torpedos, Garotinho (nem o apelido é original, já que o também radialista José Carlos Araújo chegou primeiro) fez um governo no Rio que pode ser considerado, no mínimo, ridículo.

Suas marcas? Uma estrovenga chamada "cheque cidadão", programa onde igrejas evangélicas distribuíam dinheiro público para potenciais eleitores, ou seja, um Bolsa Família com menos pudor ainda, além de um restaurante que vende almoço a um real e o Piscinão de Ramos. Pronto, foi isso o que Garotinho deixou de "legado".

Minto, teve outro "legado": sua esposa Rosinha, que ele apoiou e conseguiu fazer um governo ainda mais medíocre do que o dele, tanto que fez um desastrado e cretino como Sérgio Cabral parecer um estadista.

Seja na bancada da Câmara, na sua representação no Senado, na Assembléia Legislativa, no governo, prefeituras, a política do Rio de Janeiro parece ser uma espécie de ralo dos inúteis: todo pilantra, incompetente, oligofrênico ou caricato parece terminar com algum cargo eletivo no estado, o que não deixa de ser culpa do eleitor local, impregnado de progressismo de galinheiro e esquerdismo linguiça com farofa.

Esse tipo de torpedo é apenas um lembrete: se Israel têm os foguetes do Hamas, o Rio tem essas bombas que saem das urnas.

Pior para os cariocas.



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