sábado, 26 de julho de 2014

Cristãos são perseguidos no Iraque, mas quem liga pra eles?

Casas de famílias cristãs em Mosul, no Iraque, estão recebendo uma marca em vermelho, com a letra ن (o "n" do árabe), que significa "nazareno", uma forma pejorativa com a qual os muçulmanos se referem aos cristãos.

As opções dessas famílias são: converter-se ao islã, pagando uma multa, morrer pela espada (como tantas vezes o livro sagrado da "religião da paz" preconiza fazer com "infiéis") ou então fugir.

Estima-se que três mil delas já fugiram nesse pequeno holocausto em pleno século XXI. Os terroristas muçulmanos do ISIS são animais. Matam, torturam, sequestram, perseguem e mutilam. Mas o mundo não está nem aí para eles, afinal, eles só matam cristãos.

Nenhum dos bezerros sagrados da esquerda mundial foi atingido até aqui, leia-se terroristas, marginais, coitadistas, guerrilheiros, traficantes e demais soldados da "luta de classes". Apenas alguns "papa hóstias da religião que fez a inquisição".

Devem merecer, não é?

O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, disse que o tratamento aos cristãos no Iraque se constitui "crime contra a humanidade" e também condenou as ações do ISIS em termos enérgicos.

E daí? Bestas humanas não ligam para "condenações", eles só conhecem a linguagem da força e hoje os Estados Unidos são presididos por um covarde, o presidente-ação-afirmativa que curiosamente encanta todos os anti-americanos e que tolera sistematicamente toda sorte de absurdos cometidos por terroristas, até mesmo a invasão de uma embaixada de seu país e o linchamento até a morte de quatro pessoas, incluindo o embaixador.

Barack Hussein Obama é o menino de ouro da esquerda americana, da esquerda mais radical, sectária e que deplora os valores pelos quais aquela mesma sociedade se ergueu. Seus mentores intelectuais são ex-terroristas, marxistas e demais aberrações ideológicas que infestam o esquerdismo.

Sob suas barbas o Iraque voltou a ser um campo de treinamento de terroristas, a Síria arde há anos, o Egito vive em ebulição, o sul do Líbano é dominado por terroristas, o Irã além de desenvolver uma arma nuclear também fornece armas para todos os bandoleiros anti-ocidente que se apresentem, Israel é atacada constantemente e o mundo se solidariza com os terroristas do Hamas enquanto cristãos são crucificados e postos para correr das cidades onde moram por psicopatas muçulmanos.

A letra "ن" tomou as redes sociais neste final de julho de 2014. Pessoas de todo o mundo a usam em solidariedade aos cristãos perseguidos, mas a imprensa em sua maioria se cala e a diplomacia internacional trata o assunto como nota de rodapé.

O blog católico Rorate Caeli escreveu que os muçulmanos pintam as casas dos cristãos com essa letra numa "tentativa de marcá-los com a vergonha", mas que todos os cristãos "devem usar esta marca como a marca da esperança, porque vocês podem matar nossos irmãos e expulsá-los das suas casas, mas nós somos cristãos e nós nunca desapareceremos".

Verdade. Jamais desapareceremos, mas não precisamos sofrer calados.

O obscurantismo, a violência e a bestialidade do islã estão indo longe demais. Sua tolerância se resume a poucas vozes e aos países onde são MINORIA. Em vários países onde são maioria é CRIME praticar outra religião.

Acho que devam ser criminalizados também? Sofrer o mesmo que fazem com os outros? Não. Mas vamos parar com essa hipocrisia e chamar as coisas pelos nomes, para que talvez cobertos de vergonha, os que realmente são "da paz" resolvam se rebelar contra os psicopatas que infestam a sua fé.

Hoje, no mundo, apenas os seguidores de uma religião matam aos milhares em nome dela. Não são cristãos, não são budistas, não são judeus. São muçulmanos.

É hora de dizer chega.

Link da notícia: http://www.nationalreview.com/article/383493/christian-genocide-symbolized-one-letter-christine-sisto




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