terça-feira, 15 de julho de 2014

É a diferença de uma Erdinger para uma Xixicariol

Quando Dilma surgiu, o plano do PT era apresentá-la como uma Angela Merkel brasileira. É como tentar fantasiar um Fusca de BMW.

Não tem como, seria botar tempero no miojo e esperar que virasse um bife de kobe. Não dá. Dilmão é acém, é carne de segunda, é pastel de vento. Só colesterol, não faz bem para a saúde de ninguém, muito menos para um país.

Qualquer entrevistador decente poderia encerrar a farsa com uma pergunta, simplória até:

- Presidente, a senhora quer mais quatro anos de governo, poderia dizer, somente citando dados estatísticos verificados, além de obras e projetos que tenham efetivamente sido entregues, porque o eleitor deve votar na senhora e não em alguma alternativa?

Dê 10 minutos, DEZ LONGOS MINUTOS, que após a gagueira e as frases sem sentido somente brasileiros com um cérebro a menos ou uma cara de pau a mais continuariam pensando em votar nesta nulidade que assombra o país desde quando era governanta da Casa Civil do governo Lula.

Sem contar que, convenhamos, a Dilma é mesmo um fenômeno: consegue ser mais vaiada num estádio brasileiro até do que a seleção argentina.
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