terça-feira, 22 de julho de 2014

Onde estão os indignados?

O ISIS, grupo de psicopatas muçulmanos que aterroriza vastas áreas do Oriente Médio, deu um prazo até sábado (26/07) para que todos os cristãos sob suas áreas ocupadas se convertam ao islamismo, senão...

Segundo a agência de notícias AINA, um comunicado do grupo recomenda que cristãos "se tornem muçulmanos e paguem a a 'jizya' (tributos por serem cristãos)" e completam "se recusarem, não há nada mais, mas a espada". Ainda que contenha um erro (um verso do alcorão está indicado errado), é notória a perseguição implacável que o ISIS comete contra cristãos e demais "indesejados" na sua luta para instituir um imenso califado.

Mas a pergunta que não sai da minha cabeça quando leio esse tipo de notícia é: onde estão os defensores da tolerância, da diversidade e do multiculturalismo numa hora dessas? Onde estão as ONGs, as manchetes histéricas da imprensa, os colunistas isentos, os sociólogos, antropólogos e toda aquela gente muito preocupada com "direitos humanos"?

Na Síria e no Iraque têm acontecido assassinatos e até CRUCIFICAÇÕES por razões religiosas, milhares fogem, abandonando suas casas, outros são convertidos pela força à religião que se diz da paz, mas que se mostra sempre mais e mais como a religião do ódio e da guerra.

Quando Israel invade Gaza após o sequestro e a morte de três estudantes, fora os mísseis que são atirados dali contra seu território, vemos passeatas ao redor do mundo, jovenzinhos cheios de dinheiro e metidos a revolucionários indo até a Palestina "ajudar" e viver sua "aventura" antes de retornar ao conforto, defensores da paz, da auto-determinação dos povos, enfim, essa gente "do bem" usando termos como "campos de concentração", "genocídio" e chegando à cachimônia de comparar Israel aos nazistas.

Mas quando cristãos são mortos, perseguidos, trucidados aos milhares, quando judeus são sequestrados e assassinados, quando Israel é alvo de ataques de um grupo de bandoleiros que anuncia para quem quiser ouvir que tem como objetivo "varrer o estado judeu do mapa", apenas o silêncio, nada mais.

O Papa Francisco chorou quando soube que cristãos vinham sendo crucificados por muçulmanos na Síria. Mas infelizmente só o Papa chorou.

Ninguém mais liga para cristãos, eles são os "opressores capitalistas", são os que precisam ser destruídos porque representam "o atraso", e o pior é que enquanto isso tudo acontece eles estão ocupados demais pedindo desculpas e sendo tolerantes com os seus próprios algozes.

Link da notícia: http://www.aina.org/news/20140720051600.htm





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