quarta-feira, 30 de julho de 2014

Pra que currículo se o negócio é ter uma capivara?

Organização criminosa, extorsão, constrangimento ilegal, apropriação indébita, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e abuso de autoridade. 

Esse é o tamanho da capivara do deputado petista Luiz Moura, suposto despachante do PCC, citado pelo Ministério Público nesse monte de boas ações aí.

Agora adivinhe quem discursou no aniversário dele, bateu palminhas, tirou retrato e, se bobear, ganhou até o primeiro pedaço do bolo?

Isso mesmo, Alexandre Padilha, o negociador de médicos cubanos que o PT cismou de instalar no governo de São Paulo para ajudar Fernando Haddad a infernizar a vida dos cidadãos.

E a seita que só realiza missas negras (obrigado, Augusto Nunes), anda incomodada com a insistência do eleitor em não obedecer nhonhô Lula, por isso já encomendou uma cerimônia macabra destinada a ajudar o Poste que não sai dos 4% nas pesquisas.

Tudo começou quando o blog do JOSÉ DIRCEU, isso mesmo, um PRESIDIÁRIO se metendo na sucessão paulista, comemorou o fato da ministra do Meio-Abiente, Izabela Teixeira, ter feito terrorismo hídrico e dito que as reservas do sistema Cantareira não durariam até março "coisa nenhuma".

Numa reunião reunião convocada pela Agência Nacional de Águas (ANA) - aquela que teve seu nome envolvido com a quadrilha da Rosemary Noronha, a amigona do Lula - a ministra disse que a previsão do governo de São Paulo que garante o abastecimento até março é "prematura". Só falou completar: se o Padilha não for eleito, sabe-se lá se vai chover.

O altar do sacrifício se completou quando o Ministério Público Federal resolveu que temos poucos corruptos, ladrões e prevaricadores para caçar, e deu prazo de 10 dias para que o governo paulista e a Sabesp adotem um racionamento de água, sob pena de ação judicial. Tudo para "preservar o sistema".

Não, não fique feliz tão rápido, eles nunca cuidam de nós, eles só cuidam deles mesmos. O que a ministra e o MPF vão fazer jorrar com a forçada de barra no racionamento de água são manchetes que a imprensa companheira já deve ter até prontas na gaveta:

- TUCANOS DEIXAM SÃO PAULO SEM ÁGUA.

A essa hora Lula e seus seguidores já devem ter sangrado uns 300 bodes pretos e umas 200 vacas fazendo despacho para que não chova. Mas como não está adiantando, tentarão secar as torneiras de São Paulo na marra.

Para uma turma que diz que pegou o Brasil em 2003 numa situação pior do que a do Timor Leste e hoje pode mostrar uma Noruega imaginária construída em apenas 12 anos, não duvido muito que surjam por aí penas alugadas e blogs que não tiram a bandeira 2 do taxímetro dizendo que "com Padilha a água volta".

Vai ser o "Mais Águas", importando água cubana ou algo assim.

A saia justa em Alckmin cairia como uma luva na combalida campanha do agenciador de cubanos e também da governanta Dilma, que ostenta índices de rejeição em São Paulo dignos de fazer inveja ao seu aliado Paulo Maluf.

Não importa que pessoas sofram - principalmente as mais pobres, que o PT jura defender e não possuem cisternas, poços e dinheiro para comprar caminhões pipa - o que importa é VENCER A ELEIÇÃO. É o poder, é a hegemonia e, principalmente, a chave do cofre do estado mais rico do país.

"Eles pafam uma sedezinha agora mai dispois votam na renti cum raiva dus tucanu", deve rcalcular o gênio do agreste. (leia isso imaginando-o falar).

Se tudo isso vai acontecer, se vai ter racionamento, se o Padilha vai subir ou se a Dilma será reeleita, não tenho como saber. Mas sempre que você se sentir tentado a embarcar na nau dos insensatos e ouvir o canto da sereia dos peitos caídos, lembre-se dessas palavras: organização criminosa, extorsão, constrangimento ilegal, apropriação indébita, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e abuso de autoridade.

Esse tipo de investigação paira apenas sobre mais um deputado do PT, que já tem mensaleiros e aloprados, mas ainda assim diz muito sobre eles, porque essas estranhamente são as suas companhias. Quando não são os Sarneys, os Collors, os Malufs ou os Calheiros.

Não é o tipo de gente que eu confiaria a chave da minha casa, nem da minha cidade, nem do meu estado e muito menos do país.

Na foto o Padilha ao lado do Luiz Moura (não parece estar ali à força).



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