sexta-feira, 18 de julho de 2014

PSOL e PT: piolhos da mesma barba

Vamos falar português claro: o PSOL nada mais é do que um PT mirim.

Pronto. Resolvida a questão de estabelecer tão "grande" diferença de um pro outro - mais ou menos como a que existe entre uma prostituta jovem e a cafetina dona da zona - cabe lembrar que ambos os partidos detém braços sindicais e nos famigerados "movimentos sociais".

Desde a UNE que nada mais é do que um grêmio de cheerleaders feias, de tetas caídas e barba suja do PT até os DCEs dominados pelos psolentos, o que os separa é o mesmo que separava Hitler de Stalin, ou seja, a disputa pelo monopólio do que não presta.

Não é a toa que o deputado Marcelo Freixo apoia uma ONG de "direitos humanos" que nada mais é do que um escritório de advocacia de black blocs. Não é a toa também que o PT patrocina um amontoado de anacolutos e neologismos de botequim chamado Fora do Eixo.

O que quero dizer com isso? Simples: que esses "ativistas", sejam do movimento dos sem terra, dos sem teto ou esses revolucionários do Toddynho, são piolho da mesma barba.

Aqui e ali se chocam, repito, porque seus projetos de poder são inconciliáveis, já que são totalitários, mas o esquerdismo de galinheiro, o comunismo de churrasco e o apetite pelo dinheiro dos outros são idênticos, seja na forma de corrupção generalizada ou na de confisco de bens.

Daí que é estranho ver gente por aí chamando a tal da Sininho e os demais baderneiros presos no Rio de Janeiro de "presos políticos" e comparando tal coisa ao regime militar.

Vivemos sob um governo petista, o PSOL (ainda mais no Rio de Janeiro) conta com parlamentares eleitos e exercendo mandato. Se são ex-BBBs caricatos, defensores da legalização de entorpecentes, gente que vive de apoiar favelização ou ex-sindicalistas que embolsam um pedaço do salário dos seus assessores, isso não importa, o fato é que estão todos aí exercendo seus mandatos sem constrangimento (às vezes algum auto-constrangimento seria até desejável, diga-se de passagem).

Por que então as comparações com o regime militar? Dentre os candidatos a governador no Rio, nada menos do que três apoiam a atual presidente. Todos se declaram "de esquerda" e um chegou a presidir aquele escritório de emissão de carteirinhas de meia entrada chamado UNE.

Se a situação dos "ativistas" presos "arbitrariamente" (não concordo com isso, mas aí já é outra história) pode ser comparada a alguma ditadura, deveria ser às da Cuba ou da Venezuela, onde um político como Leopoldo Lopez está preso há meses por ter feito um DISCURSO.

Só que como essas ditaduras são amigas e possuem amor correspondido por petralhas e psolentos, eles preferem fingir que um regime no poder há mais de 50 anos e outro que prende, estupra-tortura e mata opositores são "democracias".

Porque, claro, fica melhor falar no regime militar, algo que compõe o figurino da "pobre esquerda perseguida". Pobre? Perseguida?

A única pobreza dessa gente é a de caráter, porque não posso dizer nem que seja também de inteligência, já que a esperteza deles é o seu maior perigo.
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