terça-feira, 29 de julho de 2014

Estados Unidos malvadões

A febre do ebola é uma doença viral que afeta algumas regiões da África. Sua transmissão não favorece uma epidemia mundial, já que se dá através de sangue e fluídos corporais. Anote essa informação: acontece na África e tem poucas chances de sair de lá.

Por enquanto não há vacina ou cura, apenas prevenção educativa (instruções para evitar o contágio) e cuidados paliativos. A taxa de mortalidade pode chegar a 90%.

Três pesquisas em andamento hoje no mundo estão perto de encontrar uma vacina relativamente eficaz e uma cura que possa salvar muitas vidas (e espécies ameaçadas, visto que macacos também são afetados e, neles, a taxa de mortalidade chega a 100%).

Uma das pesquisas que buscam tratamento se baseia na administração de anticorpos de indivíduos que sobreviveram à doença e também de um adenovírus, um vírus criado em laboratório que fortalece as defesas do organismo e "ataca" o vírus ebola. Testes com macacos obtiveram 100% de sucesso e em 2015 começarão testes com humanos.

Em outra frente, pesquisas utilizando a nicotina - isso mesmo, a nicotina - conseguiram produzir resultados tanto na prevenção quanto na cura do ebola. A mistura é formada por três anticorpos monoclonais, que são proteínas muito similares aos anticorpos encontrados no corpo humano e, quando combinados, conseguem abafar os efeitos da infecção. A estimativa dos cientistas é de que a droga esteja disponível para uso clínico até 2018.

Uma vacina que também utiliza a nicotina está em testes. Nesse caso, o DNA do vírus foi inserido na folha do tabaco, fazendo com que ela produzisse uma proteína eficaz contra o micro-organismo causador da doença. Esta vacina é barata e baseada num composto altamente estável, o que torna possível armazená-lo em temperatura ambiente por períodos prolongados.

Como se nota, muita gente está trabalhando para levar o ebola à mesma categoria de uma gripe ou qualquer outra doença tratável. Milhões de dólares estão sendo investidos com esse fim.

Mas sabe o mais curioso? Estas três pesquisas são realizadas pela Universidade do Texas em parceria com a Universidade de Manitoba, no Canadá, e também pela Divisão de Virologia do Instituto de Doenças Infecciosas do Exército dos Estados Unidos (USAMRIID).

Isso mesmo, malvados "estadunidenses" estão trabalhando e gastando centenas de milhões de dólares - só a pesquisa do USAMRIID já custou 291 milhões - para curar uma doença na África.

É claro que eles têm interesse em neutralizar algo que pode virar uma arma biológica, mas não sejamos simplórios, qual outro país do mundo investe tanto na cura de tantas doenças? Quem não teme ser alvo de um ataque desses?

Pode perceber: sempre que vemos uma reportagem sobre alguém com alguma doença que ninguém nem sabe o que é, a pessoa termina em algum hospital ou universidade dos Estados Unidos, que não só sabe o que é como já possui estudos e testes, isso quando não possui o tratamento para tal doença.

Recebem gente do mundo inteiro, DE GRAÇA, com uma única intenção: livrar a humanidade de doenças que pioram a sua vida.

Onde mais vemos isso? Reis sauditas? Emires do Qatar? Czares-presidentes russos? Esquerdopatas da Europa? Ditadores de Cuba comerciantes de médicos-escravos? Tiranetes corruptos da América do Sul? Terroristas? Não. A esmagadora maioria dessas pesquisas encontra-se nos Estados Unidos da América. Aquele país capitalista, malvadão e que precisa ser destruído em nome de um "mundo melhor".

Resta saber melhor para quem. Se para o ebola ou algum outro vírus, bactéria ou causador de doenças mortais, como o esquerdismo, por exemplo.

Link da notícia 1: http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2013/10/18/noticia_saudeplena,146030/combinacao-de-terapias-pode-ser-a-cura-para-o-ebola.shtml

Link da notícia 2: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/08/28/noticia_saudeplena,145153/coquetel-de-anticorpos-barra-o-virus-ebola.shtml




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