quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O ebola e a credibilidade do governo

Hoje recebi pelo WhatsApp um aviso com toda pinta de corrente dizendo que já há casos de ebola no Rio de Janeiro, mas a informação está sendo omitida.

Claro que toda notícia que chega através da internet deve ser consumida como uma pitada de sal, principalmente se acompanhada de exclamações e teor alarmista como "bomba!", "avise correndo a todos!", "repasse urgente antes que acabe toda a Nutella do mundo!". Mas confesso que há que se estar com um pé atrás.

O Brasil tem essa vocação para importar miseráveis e problemas. Como se já não tivéssemos os nossos para cuidar e tirar da miséria, tudo que é haitiano, nigeriano, angolano, congolês, boliviano, etc., que não tem onde se pendurar em seus países vem para o Brasil e logo recebem visto permanente, só para engrossar as estatísticas do trabalho análogo à escravidão, do subemprego, da favelização e da criminalidade.

Pode me achar insensível, não ligo, mas seria preferível ajudar essa gente realizando programas nos países deles, com eles LÁ, do que trazendo para cá. O risco agora, com essa política de imigração arreganhada que existe no Brasil, é, sim, o de algum caso de ebola entrar no país.

Imagine o ambiente promíscuo e insalubre de favelas e cortiços, nosso sistema de saúde horroroso e uma doença dessa para ser contida. Sério, o Brasil não precisa importar problemas, pelo contrário, se algum país estiver com a vida muito monótona, poderíamos exportar alguns para lá.

O busílis é que não temos como saber com certeza o que se passa, porque toda hora surge um boato e logo em seguida um desmentido. Mas o fato é que a Fiocruz já se prepara para conter casos da doença, o que sugere que não há muita certeza sobre a impossibilidade desta chegar no país.

Por mim - e pode me xingar se quiser - proibiríamos TODOS os vôos para as áreas afetadas e o ingresso de TODAS as pessoas provenientes de tais países até que a epidemia seja controlada. Ponto.

É a única forma de ter alguma certeza.

Tirando isso só podemos mesmo confiar na palavra de uma instituição que nunca mente, como o governo, para saber a situação real.

Como se nota, algo bem tranquilizador.



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