segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Agora é a "pedofilofobia"

Acredite, PEDOFILOFOBIA.

A dinâmica é sempre mais ou menos essa: Olavo de Carvalho já avisa há muito tempo, os que usam a cabeça para algo além de elocubrar planos de saquear o país ou decorar cartilhas acreditam, começam a falar sobre o assunto, são chamados de conspiracionistas e dali a uns anos exatamente aquilo que foi avisado ocorre.

O ataque à "sociedade burguesa ocidental" a partir dos seus valores começa pela destruição do núcleo básico dessa sociedade, que é a família.

Não é outra a razão por atacarem com tanta ferocidade valores como família tradicional, respeito aos mais velhos, religião, o conceito de certo e errado, de bom e ruim. Se tudo é "relativo", então qualquer coisa serve e a partir daí tem-se a crise de identidade que vive nossa sociedade.

Pode notar como a "gente do bem" é obcecada pela liberação de drogas, "casamento" gay, criminalização de opiniões conservadoras, educação sexual cada vez mais cedo e cada vez mais beirando a pornografia explícita. Pela ridicularização da família tradicional, do "cidadão de bem", da religião, da boa cultura. Pela demonização dos agentes da lei, do conceito de ordem, enfim, de qualquer coisa que fuja à logica da esculhambação.

E uma das etapas que sempre foram alertadas era a normalização da pedofilia. Sob o argumento asqueroso e criminoso da "sexualidade latente" das crianças e do seu "direito à individualidade" e "descoberta", todo o tipo de gente defende de forma lateral ou direta essa abjeção.

E se antes eles permaneciam confinados às sentinas fétidas a que pertencem, sussurrando suas idéias e se escondendo nas sombras do asco de quem não é pervertido, agora colocam as garras de fora e aqui e ali ensaiam sua saída da toca.

E num artigo sobre a repercussão negativa de um ensaio da revista Vogue que mostrava crianças em poses sensuais, um colunista da Folha, Hélio Schwartsman, deu o que parece ser um "salve" de que essa próxima etapa não tarda.

Para condenar a "judicialização" do caso, já que o ministério público agiu atendendo ao clamor das pessoas horrorizadas com aquilo, o autor falou de coisas como "autonomia das jovens modelos", "histeria da pedofilia", "sensibilidades superaguçadas" e teve a cachimonia de dar ao seu texto o título de "PEDOFILOFOBIA".

O fato de um jornal como a Folha de São Paulo dar espaço para humoristas embabacados e líderes de sem-teto embostados já é uma lástima, mas dar espaço para esse tipo de argumento, esse tipo de desenvolvimento que ousa mencionar algo como "pedofilofobia", é motivo de um cancelamento em massa de assinaturas e anúncios, pois é no bolso onde essa gente sente arder.

Não digo que o autor em si seja pedófilo ou defenda conscientemente que esta aberração seja aceita e tolerada, não teria como afirmar algo tão sério, mas parece que está, em nome de uma ideologia nefasta, inoculando mais um de seus agentes patológicos em nossa sociedade.

Pra tudo tem limite e isso aí ultrapassa em milhares de quilômetros qualquer limite.

O marxismo cultural e seus agentes já saquearam nosso bolso, já dilapidaram nossos valores, já escarneceram da nossa família, já vilipendiaram nossa religião. Será que agora vamos permitir que ataquem nossas crianças?

Link do artigo: http://naofo.de/1et4




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