sábado, 20 de setembro de 2014

Aprendam com a Dilma: o papel da imprensa não é investigar.

E o papel da polícia não é prender companheiro corrupto, o papel do juiz não é condenar petista ladrão, o papel do STF não é ser independente, o papel do eleitor não é votar na oposição. 

O papel do Congresso não é fiscalizar e nem discordar do governo, o papel de uma CPI não é desbaratar quadrilhas em estatais, o papel de cargos comissionados não é contratar gente competente para funções públicas.

O papel das obras do governo não é sair do papel, o papel do orçamento do país não é ser usado em algo que preste, o papel da educação não é educar, o papel da saúde pública não é atender, mas encher os bolsos de uma ditadura camarada.

O papel de um ministro não é trabalhar, o papel de uma propaganda eleitoral não é esclarecer o eleitor, o papel do dinheiro dos impostos não é ser usado para devolver serviços a quem paga, o papel do Estado não é servir ao cidadão.

O papel de um partido não é respeitar a democracia, a liberdade de expressão, de opinião e de oposição, nem a alternância de poder, causas mesmas da sua existência, o papel de um presidente não é servir de bom exemplo.

O papel do país é virar o galinheiro das raposas estreladas e ser devorado quieto como uma penosa indefesa, porque o papel da presa é olhar o predador nos olhos e dizer: obrigado, quero MAIS!





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