sábado, 6 de setembro de 2014

Che Guevara de apartamento, Rosa de Luxemburgo da Starbucks

Você cria um filho(a), dá papinha, troca fralda, bota talco, dá amor e carinho, faz festinha de aniversário, leva pra viajar nas férias, veste, calça, manda pro curso de inglês, francês, espanhol, mandarim, pra natação, pra escola e aí logo após ser (mal) alfabetizado, uma bosta de um comunista do Toddynho que passou dez anos numa federal fumando maconha, indo pra choppada, ganhando bolsa e esquerdando até se formar em geografia/história/ciências sociais vai dar aula pra ele/ela, enfia um monte de lixo na cabeça da garota/moleque e ele/ela sai por aí pichando muro e pedindo estatização até do fiofó do gato da avó.

E o pior é que só dali a uns 10 anos, com sorte, toda essa diarréia mental terá descido pela descarga da maturidade abaixo e restará ao moleque/garota apenas a vergonha de ter sido um idiota útil. Isso com sorte.

É duro, viu? Rs.





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