quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Não contem comigo

Li outro dia que alguns estrategistas do PT sonham com a possibilidade de eleitores de Aécio Neves votarem na Dilma num eventual segundo turno entre ela e Marina Silva. Fariam isso por temer as fragilidades de candidata do PSB e por ressentimento contra a derrota do seu candidato.

Quero dizer que ainda falta um bom caminho até a eleição e acredito que só o voto na urna sela destinos. Até lá sigo acreditando que algum surto de bom senso fará o país enxergar que estamos diante de uma trifurcação: seguir adiante na estrada petista que leva ao abismo seguido do atoleiro, uma curva torta que ora se mostra à esquerda e ora à direita e leva à uma névoa que não sabemos onde dará, e um caminho seguro, de mudança real, que pode ter pedras em seu trajeto mas que pelo menos sabemos de onde sai e onde quer chegar.

Eleição presidencial não é coleção primavera-verão, onde precisamos procurar a nova "moda". Não é onda, mania, memê, gracejo. Você tem 1 minuto para digitar aquelas opções e quatro anos para se arrepender.

Por isso sigo acreditando que ainda que todos tenhamos nosso presidente ideal, é no mundo real que as coisas acontecem e por isso Aécio é o cara que apresenta o projeto mais consistente para nos tirar dessa noite pseudo-bolivariana que vivemos há 12 anos.

Se ainda assim o eleitor, soberano eleitor, resolver orkutizar a eleição presidencial e levar uma nulidade e um saco de dúvidas para o segundo turno, com certeza não será no PT que eu votarei. Posso nem ir lá, para ser sincero, mas se for, o partido do mensalão pode me "incluir fora" dessa conta.

Jamais, repito, jamais votaria em alguém dessa corja do PT. Sou capaz de votar num bispo da universal e até no Tiririca para presidente, mas nessa súcia de parasitas que acham que roubam pelo bem do país eu não voto de jeito nenhum.

E se algum dia disser o contrário, chamem a polícia ou façam um exame de sangue, porque devem ter me drogado ou então me colocado sob a mira de um revólver
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