quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O coroné mandou

"Eleitor tem uma escolha: votar em Dilma", avisou o coroné aos berros com a cara suarenta em cima de um palanque em notícia dada por um portal cheio de anúncios da Caixa.

Na "ordem" de Lula ao eleitor vai mais do que um traço autoritário de quem se acostumou a mandar e fazer do Estado seu quintal e sua alcova, mas um desejo íntimo: que a cédula de votação só trouxesse duas opções para a pergunta "mais quatro anos de PT?":

( ) Sim
( ) Claro! Como não? Por que não 40?

Não é a toa que adora companhias saudáveis como Fidel Castro, Raul Castro, Nicolás Maduro, Evo Morales, Omar Bashir, Mahmoud Ahmadinejad, Vladimir Putin e só não fez amizade com o Kim Jong-un porque o cabelinho de cuia gosta mais do Dennis Rodman.

Os petistas estão em desarranjo mental, perceberam que nunca estiveram tão perto de perder as boquinhas como agora e resolveram partir para aquela tática muito conhecida no futebol, que é chutar pra frente e mandar até o goleiro para a grande área adversária.

O problema é que como bons petistas que são, vão cometendo faltas desclassificantes pelo caminho, com direito a dedo no olho e chute nos países baixos.

Não se conformam que o povo "ingrato" tenha enchido o saco deles com seus mensalões, Josés Dirceus, Josés Genoínos, Roses, Lulinhas, Pasadenas, desmandos e outros escândalos e bizarrices que se tornaram comuns nesses 12 anos da Era da Mediocridade. Já disse outro dia e repito: caso se confirme o que as pesquisas parecem indicar, essa será uma transição tão limpa quanto uma pororoca de chorume.

Tudo porque os petistas resolveram que, já que vão mesmo perder as boquinhas, precisam perder também a compostura.



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