segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Onde há um Jean Wyllys, deve haver um Levy Fidelix

Essa gente fala em discurso de ódio com a cara de pau de quem finge não saber que defender socialismo é o pior discurso de ódio de todos.

O asco que sinto quando uma Luciana Genro fala é o mesmo que a esquerda boazinha sente quando o Levy Fidelix, de forma explícita, diz que não concorda com os dogmas da "militância gay". A grande diferença é que, ao contrário de socialistas de galinheiro que têm o autoritarismo arraigado em si, eu não quero censurar nenhum dos dois. Não concordo ipsis literis com o teor da sua fala, mas reafirmo a certeza de que ele tem todo o direito de dizê-la.

Um país que permite uma aberração como a Luciana Genro ter espaço na TV deve permitir que o Levy também tenha. São dois extremos da mesma questão.

Engulam o vômito.

E só pra refrescar sua memória: essa gente que "só quer respeito e tolerância" é basicamente a mesma que fez sexo anal com imagens religiosas na presença do Papa. Onde existe um Jean Wyllys, é natural e até esperado que surja um Levy Fidelix.

O sujeito falou de Aerotrem durante 200 anos e ninguém prestou atenção, mas agora como disse coisas que feriram a susceptibilidade dos defensores da perobagem - porque ainda tem isso, no Brasil os defensores se ofendem mais do que os defendidos, por isso é cheio de branco cobrando "dívida histórica" e hétero militante gay - a gritaria será ouvida lá no Acre.

Isso porque nesse momento de pujança econômica e ápice do desenvolvimento, o Brasil não tem nada mais importante para discutir do que "casamento" gay, liberação da maconha e guerra contra a "burguesia".

Pra quê mais?
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