sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Quando a escola deseduca, é ela que precisa ser educada

Um professor faz uma prova comparando de forma esdrúxula Israel com os nazistas, é sumariamente demitido, porque sala de aula não é lugar para dar opinião (ainda mais opinião merda) e os esquerdopatas já estão ouriçados dizendo que foi "censura".

Ora, escola não é lugar para um desses pastores de seita marxista fazer proselitismo e captação de idiotas úteis, é para ensinar e desenvolver senso crítico, o que no Brasil é confundido com "criticar o capitalismo, a classe média, os estadunidenses, os brancos, as elites, os israelenses e qualquer coisa que não esteja na cartilha marxista".

Se uma besta quadrada dessas - e vivemos no país onde as bestas quadradas possuem mestrado, doutorado e até publicações em revistas científicas - quiser fazer sua doutrinação, que o faça no ambiente próprio, que definitivamente não é uma sala de aula, onde os alunos, em posição de inferioridade frente ao "mestre", engolem ou são obrigados a engolir tudo o que é vomitado ali, muitas vezes sem nem desconfiar que estão diante de uma digníssima toupeira.

Mas se não houver controle dos meios de comunicação e posição de domínio sobre a "massa", não há a disseminação de ideais de esquerda, que dependem de ser discurso único, repisado ad nauseam e de preferência para mentes em formação, susceptíveis a qualquer tipo de lixo que seja apresentado como "bacana".

Uns vão curtir Justin Bieber, outros Che Guevara. Todos são patetas igualmente.

Esse tipo de "professor" não é exceção; é, infelizmente, a maioria tanto em escolas quanto em universidades. Não é outro o motivo de uma imaginária eleição realizada somente entre alunos de escolas e universidades públicas provavelmente eleger Luciana Genro presidente, porque ali se encontra a nata da merda ideológica nacional. As particulares não ficam atrás, mas ainda possuem algum tipo de controle.

No caso do QI de alface que comparava sionismo e nazismo, como se tratava de uma escola particular, o doutrinador de meia tigela foi devidamente chutado para o olho da rua, fosse no ensino público ainda estaria por aí molestando jovens intelectualmente.

Esta é a beleza da instituição privada: o funcionário mija fora do penico e é posto para correr dali no ato. Os filhos dos outros não são cobaia para experimentos socialistas, eles que vão para Cuba ou para o raio que os parta fazer isso.

Por isso é que tinham que privatizar todas as universidades, só assim esse monte de parasitas de esquerda seria defenestrado e finalmente a pregação de seita em sala de aula daria lugar a uma educação decente, para formar um país de gente que pensa e não de imbecis repetidores de cartilha com conceitos e ideologias psicopatas, falidas e que não deveriam ter saído da lata de lixo da história a que pertencem.

Link da notícia: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/colegio-andrews-demite-professor-de-geografia-por-questao-que-compara-judeus-nazistas-13906531



0 Comentários