quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Que horror! Israel não quer priorizar o ÁRABE nas suas escolas!

O ministério da educação israelense resolveu simplificar o ensino do árabe nas suas escolas para os palestinos que vivem em Israel (que os esquerdopatas chamam de "Palestina ocupada"). O ministério anunciou a decisão de suspender o ensino de gramática árabe no ensino fundamental e no ensino médio, oferecendo como alternativa o ensino de “princípios funcionais de gramática”, o que, segundo o ministério, vai permitir que os estudantes entendam as funções da gramática com base na interpretação de textos.

Note que não foi proibido ou banido o ensino do árabe, mas um pouco simplificado, já que sua difícil gramática é considerada a "cova das notas" pelos alunos do sistema educacional israelense.

Em Israel o idioma oficial é o hebraico, que é falado nas instituições públicas, universidades, comércio, escritórios, rádios, TVs, jornais, etc.. Cerca de 20% dos cidadãos israelenses são árabes palestinos, ou seja, a minoria e como minoria, para viver, estudar e trabalhar em Israel precisam saber o hebraico, que obviamente tem seu ensino reforçado em todas as escolas do país.

Inclusive o contato de árabes-israelenses com o idioma tem ajudado a criar um dialeto chamado "arabraico", onde palavras de ambos os idiomas se misturam em expressões faladas pelos mais jovens. Mas esse é outro assunto.

Defensores da Palestina chamaram tal medida de "tentativa disfarçada de separar os estudantes de sua língua e de sua causa", chegando à afirmações em tom dramático como "a língua está sendo pilhada do mesmo modo que a terra".

Vamos deixar algumas coisas bem claras: Israel não tem obrigação de ensinar outro idioma nas suas escolas e não existe tal coisa como "Palestina ocupada" fora dos territórios de Gaza e da Cisjordânia. O que existe é Israel, um Estado soberano, reconhecido, democrático e que trata suas minorias com muito mais respeito do que qualquer outro país árabe trata. Inclusive tal mudança no currículo foi aprovada por árabes que fazem parte do comitê que as decidiu.

Espanta que entusiastas de Paulo Freire e de excentricidades como ensinar a estudantes brasileiros que a frase "nós pesca os peixe" é correta - os defensores da condenação do tal "preconceito linguístico"- estejam tão aviltados porque Israel resolveu simplificar o ensino do árabe e chamem isso de "tentativa disfarçada de separar os estudantes de sua língua e, portanto, de seu pertencimento à comunidade e de sua causa", já que é justamente o que fazem no Brasil cada vez que estupram a Língua Portuguesa e criam legiões de analfabetos funcionais.

Condenar Israel por não ensinar árabe em suas escolas ou por não equiparar o ensino do árabe ao do hebraico seria como dizer que a Alemanha voltou a ser "nazista" (comparação que todo esquerdopata com cérebro de pasta de grão de bico também adora fazer em relação a Israel) só porque não dá a mesma atenção ao ensino do turco em suas escolas do que dá ao do alemão.

Mas sabe como é, países árabes não teriam esse tipo de problema, já que judeus e outros "indesejados" ali provavelmente seriam mortos a pedradas antes de chegar na escola. O ensino da gramática é só um detalhe quando não se garante ao outro nem o direito de existir.

Link da notícia 1: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/37767/israel+cria+obstaculos+para+ensino+de+gramatica+arabe+nas+escolas.shtml

Link da notícia 2: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131213_arabraico_pai_gf.shtml


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