terça-feira, 2 de setembro de 2014

Sobre religiões e lobos

Alguns muçulmanos picharam paredes de igrejas nos Estados Unidos com um verso do alcorão que chama os cristãos de "infiéis".

Pra quem vivia numa choupana no meio do Pacífico até ontem e ainda não sabe, o alcorão é um livro cheio de "revelações" que o "profeta" Maomé teve. Cada vez que precisava resolver algum problema pessoal seu, como ter mais de uma esposa ou casar com meninas de 9 anos, ele tinha uma dessas "revelações" onde "alá" não só autorizava como determinava que fosse feito exatamente o que Maomé queria.

Mas vamos adiante.

No livro seguido por muita gente fina como Osama Bin Laden, os humanistas do Boko Haram e do ISIS, entre outros, todos os não-muçulmanos são tratados como infiéis que devem ser convertidos à força ou enfrentar a ira de suas espadas.

Atualmente muitos  deles também não fazem a menor questão de esconder seu objetivo de transformar o mundo num imenso califado, o que equivale mais ou menos a uma seita de adoradores do Capitão Caverna planejar devolver o mundo à Idade da Pedra.

O que fazem na Síria e no Iraque já dá bem a noção da sua índole, sem contar que a desculpa de que se trata de "minoria radical" cai por terra quando fazemos uma simples pergunta: e onde está essa "maioria" que permite que tudo isso aconteça impunemente e seja feito em seu nome?

Cristãos e outras minorias sendo dizimados, discursos de ódio contra o Ocidente, promessas das mais sombrias, ocidentais recrutados em seus próprios países para "servir ao islã", bairros europeus inteiros transformados em "europastões" e uma curiosidade: o nome de menino mais comum hoje na Noruega não é Lars ou Bjørn, mas Muhammad.

A covardia e bundamolice do Ocidente é que estão permitindo que a situação chegue a esse ponto por várias razões, mas duas delas são mais gritantes: a falsa noção de multiculturalismo e a hesitação em dar a terroristas islâmicos o tratamento que eles merecem.

Alguns muçulmanos vão para a Europa e outros países do Ocidente e transformam seus bairros em califados informais.  Nada contra, muito pelo contrário, que o imigrante mantenha hábitos de sua terra natal. Uma mudança de país não é uma renúncia à própria história. 

Mas o que ocorre em vários casos vai bem além de um Clube Português ou uma Oktoberfest. Uma ocidental que deseje andar num bairro de maioria muçulmana em Londres ou Paris com roupas curtas, receberá olhares de reprovação e até insultos, como, aliás, já ocorreu.

Isso porque a noção de "multiculturalismo" de muitos deles é a seguinte: os outros ACEITANDO seus hábitos e dogmas e eles reprimindo os hábitos alheios, já que essa é a "sua cultura". A sociedade ocidental fica assim presa num ardil. Tolera o intolerante em nome da tolerância que não recebe em troca.

Daí que um jovem é espancado por muçulmanos por estar bebendo na rua na INGLATERRA e isso não vira um escândalo mundial. Simplesmente porque nos acostumamos a ser tratados como mulher de malandro. O Ocidente, como muito bem disse João Pereira Coutinho, se habituou a ser definido como um antro de vermes, porcos capitalistas, corruptos que promovem a decadência e o vício. Em nome de uma autocomiseração rastaquera, coisa de psicopatas que sempre trabalham nessa chave analítica "opressor-oprimido", o Ocidente perdeu o respeito próprio e a noção de que precisa defender seus valores, pois são eles que nos mantém a salvo da barbárie.

Ou fazemos isso, começamos a nos dar o respeito e a defender - com a força se necessário - nossos valores, ou é melhor hastear logo a bandeira preta do ISIS na Torre Eiffel e na Casa Branca.

Não podemos relutar em mandar esses jihadistas de volta para a Idade Média. Reduzir a pó qualquer instalação que seja usada como campo de treinamento de terroristas, ocupar cada cidade onde estejam e caçá-los até nos esgotos se for preciso, até que não reste mais nenhum, é nossa obrigação moral. O futuro da nossa sociedade depende disso.

Eles precisam saber o que acontece caso você se meta onde não deve. Nosso braço deve ser longo, nossa resposta deve ser implacável. Olhe sua família, olhe seus filhos, pense nas pessoas que ama e entenda que é por eles e pelo futuro que isso precisa ser feito.

O tempo da retórica passou. Não se negocia com o lobo, porque o lobo não está disposto a negociar com as ovelhas, apenas devorá-las. 

Ou convertê-las na base da espada.



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