sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como o PT está fazendo o que parecia impossível: destruir o serviço público

Me enviaram um depoimento de uma pessoa feito pelo Facebook que só não me deixou estarrecido porque é exatamente este o motivo de eu muitas vezes abandonar a serenidade da análise para ir contra o PT de forma direta: este partido é uma doença do Brasil.

Sei - não nasci ontem - que existe corrupção em todos os partidos, não há uma única agremiação política sequer no país que não esteja infestada por malandros e parasitas ávidos por se servir do serviço público. Mas sempre houve um limite. As coisas precisavam andar, até para justificar novos mandatos.

Com o PT, assim como acontece com a baixaria na campanha eleitoral, não há limites para o aparelhamento que o PT faz no serviço público, a situação é tão bizarra que a máquina estatal já tão ineficiente está entrando em total colapso. Não digo isso porque ouvi falar, digo porque já vi.

Não vou citar nomes, mas já tive o prazer e o desprazer de conhecer um típico parasita de cargos comissionados do PT. Sujeito bom de papo, mesmo, família petista, preencheu todos os requisitos do currículo para chegar a ter sua boquinha: política estudantil, DCE, UNE, cabo eleitoral, cargo numa prefeitura e finalmente um belo salário numa estatal.

Para quê? Para fazer política. Quando não está metido em invasões de terreno patrocinadas por um deputado do partido, está percorrendo a universidade onde estudou (e onde além de rede de conhecimentos, arruma alguns negócios) fazendo proselitismo e preenchendo fichas partidárias. Quando não está em almoços em caros restaurantes da cidade ou jogando ping-pong no trabalho, está, em horário de expediente, trabalhando como cabo eleitoral ou criando perfis apócrifos onde ofende adversários do partido. O pagador de impostos arca com seu salário para que ele trabalhe para o PT. Sua competência, se é que podemos chamar isso de competência, é ser petista e servir ao partido. Jura, no entanto, que faz isso por ser "socialista" e querer "um mundo melhor".

Até aqui o mundo está muito bom para ele (como para todo membro da nomenklatura), anda em carro de luxo, mora em bairro caro, come do bom e do melhor, gasta rios de dinheiro em noitadas e para isso não precisa trabalhar, apenas puxar os sacos certos.

Por não suportar tamanho cinismo, rompi relações. Não tenho estômago para conviver com esse tipo de piolho. Mas sei que este é apenas um caso, já que só em Brasília são mais de 20 mil cargos comissionados, esta verdadeira frieira do serviço público.

Lógico que muitos trabalham seriamente, exemplos também não faltam, e até mesmo em nome destes é que deve haver comedimento e uma completa reavaliação da forma como estes cargos são distribuídos.

Mas voltando ao depoimento que me enviaram, trata-se de pessoa preparada, que prestou concurso, foi aprovado e viu o concurso simplesmente sumir até do diário oficial para que um parasita petista fosse chamado em seu lugar. O cidadão precisou aturar o deboche do militante acochambrado, a revolta, a frustração de sentir na pele porque o PT tem pavor da palavra mérito.

Só que ao invés de apenas reclamar e dizer que "partido é tudo igual", resolveu agir. Processou o banco, divulgou seu relato na internet e fez um compromisso consigo mesmo: lutar contra o PT para sempre.

Eu já fiz este compromisso. Em meu nome e pelo futuro das crianças que amo. Faça você também.

Segue o relato na imagem, o nome foi omitido, mas se a pessoa quiser e se manifestar a esse respeito, divulgo sua identidade.


(Clique na imagem para ampliá-la)

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