terça-feira, 14 de outubro de 2014

Mais compostura, por favor

Observo essa campanha eleitoral e fico com uma séria dúvida: além de mentir, a Dilma sabe fazer mais alguma outra coisa? 

Porque pra presidente já mostrou que não leva jeito.

Insiste na mentira do salário dos professores, do salário mínimo, do "país quebrado três vezes", a mulher não é só uma mitômana que acredita nas próprias mentiras, mas que se apaixonou por elas. Qualquer dia se casam e nascem um monte de mentirinhas com uma estrela vermelha na bunda como marca de nascença.

Mas se a campanha é baixa, quando chegamos na tal "militância" petista o nível fica baixíssimo até para briga em zona de baixo meretrício. Eles confundem "ser aguerrido" com "agir como um marginal que espalha calúnias e se comporta como um ganster em briga por território".

Desde acusar Aécio Neves de ter sido internado com overdose até espancar mulheres - especialidade, aliás, que é do aliado do PT, o comunista do brasil Netinho de Paula - vale tudo para enganar o eleitor e fazer com que as pessoas não decidam seu voto baseadas em informações críveis, mas na emoção, na irracionalidade, na ignorância que são as únicas formas de alguém votar no PT sem ser um vendido ou psicopata ideológico.

Só que uma coisa é militância, outra bem diferente é uma presidente da República. Jamais votaria numa Dilma Rousseff nem para gerente de chiqueiro, mas a partir do momento em que foi eleita, ela não é chefe de facção, mas chefe de uma nação. Não é tarde para começar a se comportar assim, porque está ridículo o papelão.

Outro dia seu perfil oficial no Facebook sugeriu que os eleitores da oposição levem tapas na cara. Depois chamou Aécio de "playboy". Agora diz que ele vivia "na mamata".

Mas o que é isso? Site de humor? Perfil de alguma sub-celebridade querendo vaga no BBB? Porque de uma presidente de República certamente não é.

Cumpre alguém com alguma sanidade nas hostes petistas - se é que ainda sobrou algum - lembrar à Dilma que perder ou ganhar é do jogo, mas há que se manter a compostura. Dilma hoje é uma presidente sem a menor compostura.

Precisa se comportar como tal para merecer respeito, e pouco me importa se é presidente ou presidenta, porque eu quero mesmo é chamá-la de ex.

O dia que for, já terá ido tarde, mas que vá com um resto de elegância ou finja possuir alguma pelo menos.


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