segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

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O cérebro baldio é um problema epidêmico no Brasil do ENEM. 

Preocupado em repetir o que aprende no Ensino Médio, ou seja, que a culpa pela pobreza é da elite branca, que nada faz uma patroa mais feliz do que ver a empregada passando fome ou que a culpa pela pobreza em Cuba é do embargo estadunidense, o brasileiro-médio esqueceu de pensar.

Professores de história e geografia molestando intelectualmente gerações inteiras não podiam mesmo dar origem a nada diferente: o Brasil é uma espécie de tanque de criação de cérebros baldios.

Daí que na mesma semana em que se noticia que a miséria aumentou no país pela primeira vez em 10 anos (estatística, aliás, escondida pelo governo até depois das eleições), vemos petistas comemorando o fato de Miami ser a cidade "mais pobre dos EUA".

Como se pobreza em algum outro lugar do mundo transformasse o Brasil em mais rico (esse tipo de raciocínio tosco, aliás, é muito difundido pelo PT, que realmente acredita que tem gente que "adora que existam pobres ao redor para se sentir mais importante".

Enfim, vamos adiante.

O que os tresloucados lulistas esquecem de dizer é que um fritador de batatas do Mc Donald's em Miami consome mais calorias em um dia que uma aldeia africana durante um mês e que pode exibir um padrão de vida equivalente ao que o PT chamaria de "elite" no Brasil dos catadores de lixo.

Aliás, mostre as realidades dos dois países e depois pergunte a qualquer catador de lixo - certamente nenhum é "coxinha" - se ele preferiria ser pobre no Brasil da Dilma ou nos EUA do Obama.

Dica: Rodrigo Constantino iria gostar da resposta, os cérebros baldios que AINDA têm a cara de pau de defender o governo estelionatário do PT, não.
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