segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

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Militantes, linhas auxiliares e simpatizantes na imprensa chapa branca de um partido aliado de José Sarney, Fernando Collor e Renan Calheiros falando em "aliança nefasta" é dessas coisas que só acontecem no Brasil, o país onde juiz se ofende quando dizem que ele não é deus (com minúscula, porque não meto o Meu nesses balaios).

Golpismo é roubar a Petrobras, golpismo é aparelhar o Estado, golpismo é permitir que capangas de Nicolas Maduro venham ao Brasil ensinar táticas de guerrilha para os vagabundos do MST, golpismo é comprar apoio no Congresso, golpismo é querer aparelhar o STF, golpismo é tratar bandido condenado como herói, golpismo é colocar a amante para viajar clandestinamente num avião presidencial, golpismo é beneficiar a família no exercício de um cargo público, golpismo é querer viciar o processo eleitoral, golpismo é querer bypassar o legislativo, golpismo é fazer terrorismo eleitoral contra quem tem medo da fome, golpismo é "desconstruir" adversários com mentiras, calúnias e difamações, golpismo é quebrar o país, golpismo é abrir mão de trabalhar para viver em cima de um palanque querendo morder nacos cada vez maiores de poder, golpismo é demonizar a oposição, golpismo é tratar como inimigo a ser destruído qualquer um que não faça parte da seita.

Investigar, julgar, afastar, condenar e cassar direitos de corruptos não é golpismo, é a lei. Impeachment está na Constituição, escravos cubanos, conselhos populares e demais aberrações petistas não estão.

Finalizando, concordo que ser governado por "demônios fundamentalistas" é um pavor, sei disso porque há 12 anos aturo tal coisa, o problema é que tem gente que acha que esses demônios são pouco fundamentalistas e querem mais. Por isso pedem "controle da mídia", plebiscitos bolivarianos, votos em lista e o escambau. E é exatamente isso que todo cidadão do Brasil que presta não quer e está disposto a lutar contra, nem que para isso coloque Michel Temer ou Eduardo Cunha na presidência.

E convenhamos, a musa das catacumbas sair do país é até um estímulo a mais. Só fica a dúvida: vai embora pra Cuba, Venezuela ou vai fazer igual o Chico Buarque e o Zé de Abreu e se mandar para a Europa?
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