sábado, 27 de dezembro de 2014

A "minoria radical" islâmica


Não confundam a religião islâmica desses terroristas e radicais que estupram e mutilam mulheres, vendem suas filhas, decapitam pessoas de outras religiões, destróem igrejas, escravizam "infiéis", cometem atentados, aplicam a sua interpretação psicopata da tal da sharia e mantém povos inteiros no tempo das cavernas, insultam ocidentais nos seus próprios países, transformam bairros inteiros em califados, pregam a destruição do Ocidente, fazem juras de islamização forçada do resto do mundo, querem destruir Israel, fazem reféns, jogam aviões contra prédios, proíbem meninas de estudar, metralham escolas, sequestram, censuram a imprensa, destróem sedes de jornais e incendeiam cidades porque alguem fez uma caricatura de Maomé, torturam, matam, filmam e colocam na internet sorrindo e gritando "alarruaquinobar", com a imensa maioria pacífica muçulmana que assiste tudo isso quieta, que permite que a minoria domine e seja a face da sua religião perante o resto do mundo, que não faz nada a respeito além de repetir ad nauseam "é só uma minoria radical" e que, talvez secretamente, pense "somos mesmo bad asses, hein?".

Mas da paz, claro.
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